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sábado, 17 de junho de 2023

Tem ou não tem dinheiro para o piso da Educação? Arcabouço Fiscal e Regime de Recuperação Fiscal

Nesta segunda-feira 19/06, 18h, o programa Economia É Fácil em mais uma edição semanal - o seu espaço de economia, na sua linguagem e o que realmente importa na vida dos trabalhadores.
📻 Produção da Web Rádio Censura Livre. 
🎙️ Apresentação do economista Almir Cezar Filho.
🎤 Convidado: PAULO LINDESAY, da Auditoria Cidadã da Dívida.
🎤Participação especial: DANIELLE BORNIA, diretora do Sindicato Estadual de Profissionais de Educação (SEPE)
🗣️ Debatendo: Os profissionais de Educação da rede estadual do Rio de Janeiro estão em greve desde meados de maio. Um dois principais itens de pauta o pagamento do piso salarial do magistério, reivindicação que o governador Cláudio Castro (PL) se nega atender. Debateremos tanto como o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) do RJ quanto o novo arcabouço fiscal da União do governo Lula podem limitar recursos e restringir aumentos salariais, comprometendo o pagamento do piso nacional.


quarta-feira, 24 de agosto de 2022

#podcast ECONOMIA É FÁCIL | Juros altos não afastam projeção para inflação maior em 2023. Mas já paralisam a economia. E mais: Saiba da campanha por limite legal nos juros

Nesta segunda-feira 22/08 ao vivo às 18h  |  Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem e o destaque das notícias dos últimos dias analisadas pela ótica dos trabalhadores.
🎙️Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados.
🎙️ Convidado: PAULO LINDESAY, do mov. Auditoria Cidadã da Dívida (ACD)
📢 Tema da semana: Juros altos não afastam projeção para inflação maior em 2023. Mas já paralisam a economia. E mais: Saiba da campanha por limite legal nos juros da Auditoria Cidadã da Dívida.

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Juros altos não afastam projeção para inflação maior em 2023. Mas já paralisam a economia. E mais: Saiba da campanha por limite legal nos juros

ECONOMIA É FÁCIL |  Nesta segunda-feira 22/08 ao vivo às 18h  |  Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem e o destaque das notícias dos últimos dias analisadas pela ótica dos trabalhadores.
🎙️Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados.
🎙️ Convidado: PAULO LINDESAY, do mov. Auditoria Cidadã da Dívida (ACD)
📢 Tema da semana: Juros altos não afastam projeção para inflação maior em 2023. Mas já paralisam a economia. E mais: Saiba da campanha por limite legal nos juros da Auditoria Cidadã da Dívida.

📺 Assista a live no YouTube (https://youtu.be/qzCxSYiUWTw), Facebook e Twitter. 

segunda-feira, 18 de julho de 2022

#podcast ECONOMIA É FÁCIL | Episódio: "Dívida pública no governo Bolsonaro e PEC Kamikaze"



📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem. As principais notícias econômicas dos últimos dias analisadas na ótica dos trabalhadores. Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados.
🎤 Convidado: PAULO LINDESEY, coordenador da Auditoria Cidadão da Dívida (ACD).

📻: https://anchor.fm/wrcensuralivre/episodes/ECONOMIA--FCIL--Dvida-pblica-no-governo-Bolsonaro-e-PEC-Kamikaze-e1ldbjq
📺 Assista a live no YouTube (https://youtu.be/4tFp-SGzt90), Facebook e Twitter.

domingo, 17 de julho de 2022

ECONOMIA É FÁCIL | Dívida pública no governo Bolsonaro e PEC Kamikaze

ECONOMIA É FÁCIL | Dívida pública no governo Bolsonaro e PEC Kamikaze

📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem. As principais notícias econômicas dos últimos dias analisadas na ótica dos trabalhadores. Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados.
🎤 Convidado: PAULO LINDESEY, coordenador da Auditoria Cidadão da Dívida (ACD).

📢 Tema da semana:




📺 Assista a live no YouTube (https://youtu.be/T2tE36sj-dU), Facebook e Twitter. 

quinta-feira, 15 de julho de 2021

A reforma tributária aumentará carga sobre os mais pobres? | ECONOMIA É FÁCIL 15/07

Nesta quinta-feira 15/07 às 20h o programa ECONOMIA É FÁCIL apresentado pelo economista Almir Cezar Filho em mais um episódio inédito e ao vivo. No tema da semana: "A reforma tributária aumentará carga sobre os mais pobres?", com a entrevista ao vivo do economista Rodrigo Dávila, do movimento Auditoria Cidadã da Dívida.

E mais: os quadros:  INFORME ECONÔMICO com os destaques do noticiário econômico da semana comentados e o RESENHA NÃO É RESUMO com dicas de leitura. Participe: envie sua pergunta e sugestão de pauta!

sexta-feira, 23 de abril de 2021

ECONOMIA É FÁCIL | CADÊ O DINHEIRO PARA A PANDEMIA? Bolsonaro impõe ao RJ jugo do Regime de Recuperação Fiscal (RRF)

Economia é Fácil | Nesta quinta-feira, 22/04 às 20h, mais uma edição inédita e ao vivo do programa ECONOMIA É FÁCIL, pela Web Rádio CENSURA LIVRE, com o economista Almir Cezar Filho e convidados, apresentando os temas econômicos mais importantes do momento na ótica dos trabalhadores. 

No tema da semana: em pleno agravamento da pandemia de covid e que ainda mais é exigido dos governadores e prefeitos gastos na saúde e no auxílio econômico, o governo federal edita decreto renovando o Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O Rio de Janeiro é o estado mais pressionado, pois metade do seu orçamento seria destinado ao pagamento de juros de amortização das dívidas, e ainda deve implantar as reformas  e construir um novo plano de cortes nas finanças. Essa medida inviabiliza ou não a prestação de boas políticas públicas? Participação especial: Paulo Lindsey, da Auditoria Cidadã da Dívida/RJ.

E MAIS: o quadro INFORME ECONÔMICO, com as principais notícias econômicas dos últimos dias explicadas ao vivo.



quarta-feira, 21 de abril de 2021

ECONOMIA É FÁCIL 22/04 | CADÊ O DINHEIRO PARA A PANDEMIA? O RJ sob o julgo do Regime de Recuperação Fiscal (RRF)

Nesta quinta-feira, 22/04 às 20h, mais uma edição inédita e ao vivo do programa ECONOMIA É FÁCIL, pela Web Rádio CENSURA LIVRE, com o economista Almir Cezar Filho e convidados, apresentando os temas econômicos mais importantes do momento na ótica dos trabalhadores. 
No tema da semana: em pleno agravamento da pandemia de covid e que ainda mais é exigido dos governadores e prefeitos gastos na saúde e no auxílio econômico, o governo federal edita decreto renovando o Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O Rio de Janeiro é o estado mais pressionado, pois metade do seu orçamento seria destinado ao pagamento de juros de amortização das dívidas, e ainda deve implantar as reformas  e construir um novo plano de cortes nas finanças. Essa medida inviabiliza ou não a prestação de boas políticas públicas? Participação especial: Paulo Lindsey, da Auditoria Cidadã da Dívida/RJ.

E MAIS: o quadro INFORME ECONÔMICO, com as principais notícias econômicas dos últimos dias explicadas ao vivo.

domingo, 11 de abril de 2021

Vídeo | As "crises" do Orçamento Federal 2021: risco de impeachment a Bolsonaro ou chantagem do Mercado?

ECONOMIA É FÁCIL (8/04) | Nesta quinta-feira, 08/04 às 20h, mais uma edição inédita e ao vivo do programa ECONOMIA É FÁCIL, pela Web Rádio CENSURA LIVRE, com o economista Almir Cezar Filho e convidados, apresentando os temas econômicos mais importantes na ótica dos trabalhadores. No tema principal:  nos últimos dias a imprensa aponta graves problemas no Orçamento da União 2021. Em plena pandemia, as contas não fechariam. Recém aprovado pelo Congresso, com atraso de muitos meses após intensa negociação, o noticiário recomenda até seu veto, mesmo com prejuízos à população. Mas afinal, seria uma "peça de ficção" ou essa acusação é um "terrorismo" do Mercado?  E que problemas seriam? De fato, há risco de impeachment a Bolsonaro? E a culpa, caberia ao ministro da Economia Paulo Guedes ou aos congressistas? Vamos conversar com o economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida. Com participação especial, da Thaís Rabello, socióloga e dirigente sindical bancária.

E MAIS: o quadro INFORME ECONÔMICO, com as principais notícias econômicas dos últimos dias explicadas ao vivo.



📼Acompanhe ao vivo: live no Youtube (https://youtu.be/q9cuEQNpzQI) e no FacebookParticipe: comente ou envie sua pergunta.

📻 Ouça a programação completa da Web Rádio direto do nosso site http://www.clwebradio.com/
​ e se informe mais com outras notícias.

sábado, 10 de abril de 2021

As "crises" do Orçamento Federal 2021: risco de impeachment ou chantagem do Mercado? | #podcast ECONOMIA É FÁCIL (8/04)

Nesta quinta-feira, 08/04 às 20h, mais uma edição inédita e ao vivo do programa ECONOMIA É FÁCIL, pela Web Rádio CENSURA LIVRE, com o economista Almir Cezar Filho e convidados, apresentando os temas econômicos mais importantes na ótica dos trabalhadores.

No tema principal: nos últimos dias a imprensa aponta graves problemas no Orçamento da União 2021. Em plena pandemia, as contas não fechariam. Recém aprovado pelo Congresso, com atraso de muitos meses após intensa negociação, o noticiário recomenda até seu veto, mesmo com prejuízos à população. Mas afinal, seria uma "peça de ficção" ou essa acusação é um "terrorismo" do Mercado?  E que problemas seriam? De fato, há risco de impeachment a Bolsonaro? E a culpa, caberia ao ministro da Economia Paulo Guedes ou aos congressistas? 

Vamos conversar com o economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida. Com participação especial da Thaís Rabello, socióloga e dirigente sindical bancária.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Programe-se! ))) As "crises" do Orçamento Federal 2021: risco de impeachment ou chantagem do Mercado? | ECONOMIA É FÁCIL (8/04)

Nesta quinta-feira, 08/04 às 20h, mais uma edição inédita e ao vivo do programa ECONOMIA É FÁCIL, pela Web Rádio CENSURA LIVRE, com o economista Almir Cezar Filho e convidados, apresentando os temas econômicos mais importantes na ótica dos trabalhadores. 

No tema principal:  nos últimos dias a imprensa aponta graves problemas no Orçamento da União 2021. Em plena pandemia, as contas não fechariam. Recém aprovado pelo Congresso, com atraso de muitos meses após intensa negociação, o noticiário recomenda até seu veto, mesmo com prejuízos à população. Mas afinal, seria uma "peça de ficção" ou essa acusação é um "terrorismo" do Mercado?  E que problemas seriam? De fato, há risco de impeachment a Bolsonaro? E a culpa, caberia ao ministro da Economia Paulo Guedes ou aos congressistas? Vamos conversar com o economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida. Com participação especial da Thaís Rabello, socióloga e dirigente sindical bancária.

E mais: o quadro INFORME ECONÔMICO, com as principais notícias econômicas dos últimos dias explicadas ao vivo.

segunda-feira, 18 de março de 2019

DÍVIDA | Rombo das contas não vem da Previdência, mas da Dívida. Parte não é excesso de despesas, mas vem do BC.

Almir Cezar Filho, da Agência ANOTA 

 A proposta de reforma da previdência social é o principal tema do noticiário nacional. Alega-se para a reforma um rombo das contas públicas, causada por um déficit da Previdência. Contudo, a principal despesa é o pagamento da dívida pública. Parte desta nem mesmo é gerada no excesso de despesas, mas vem de operações financeiras regulares do Banco Central.

Reformar a previdência social é uma proposta que vem recorrentemente circulando nos meios políticos, mercado financeiro e na grande imprensa já a muitos anos. As sucessivas reformas feitas pelo governo FHC, Lula e Dilma não teriam sido suficientes para esses círculos. A justificativa seria conter um suposto déficit da Previdência, que contaminaria as contas públicas, prejudicando o orçamento.

Auditores-fiscais, pesquisadores e uma Comissão Parlamentar de inquérito (CPI) demonstraram que as receitas da Seguridade Social são mais que suficientes para as suas despesas, inclusive aposentadorias e pensões.  A exceção da previdência dos servidores militares, da magistratura e dos cargos políticos eletivos. Muitas das receitas da Seguridade Social são desviadas por meio da chamada Desvinculação das Receitas da União (DRU) para cobrir o déficit público gerado em outras áreas.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Dívida cresce 4 vezes mais que inflação em 12 meses

jornal Monitor Mercantil | coluna Fatos & Comentários  | 19 dez. 2016

A dívida líquida do governo cresceu em 12 meses (até outubro de 2016, último dado disponível) 34,8%, quase quatro vezes o registrado pela inflação no período (8,76%, pelo IPCA), passando de R$ 2,095 trilhões para R$ 2,824 trilhões, um pulo de R$ 729 bilhões. Se a equipe econômica aplicasse à dívida pública o mesmo limite que impôs às despesas não financeiras, o débito líquido teria se limitado a R$ 2,278 bilhões, um valor R$ 546 bilhões, ou meio trilhão de reais, em relação ao aumento efetivo, turbinado pelos mais altos juros reais do planeta.

Mas, diriam, o governo impõe o torniquete nos gastos não financeiros justamente para continuar cevando os rentistas. Sim, o que não quer dizer que isto é justo, ou mesmo legal. Para os economistas da Auditoria Cidadão da Dívida, o que vem sendo feito – aumento das emissões de papéis para pagar juros, disfarçado de rolagem – contraria a Constituição. É o que a entidade, especialmente Maria Lucia Fattorelli, chama de “sistema da dívida”, que classifica de “mega esquema de corrupção institucionalizado”, com a “utilização desse instrumento [dívida pública] como veículo para desviar recursos públicos em direção ao sistema financeiro”, complementou, em entrevista à CartaCapital.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Dívida pública federal cresceu 21,7% em 2015

por Almir Cezar

A dívida pública federal bateu, em 2015, seus recordes de valor absoluto e de crescimento em relação ao ano anterior. Com R$ 498 bilhões a mais que em 2014, ela subiu 21,7% e chegou a R$ 27,9 bilhões em dezembro do ano passado, de acordo com o Tesouro Nacional, que estima um aumento para entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões até o fim de 2016 - aumento de mais 18,5%

O gasto com juros e amortizações da dívida pública federal atingiu em 2015 (apenas até 1/12/2015) o valor de R$ 958 bilhões. Em parte, a dívida é contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo, mas não apenas. Ao contrário do que saí na grande imprensa, a maior parte decorre de cobertura de gastos feitos pelo Banco Central com, por exemplo, Operações de Mercado Aberto e de Swap Cambial, da ordem de centenas de bilhões de reais. 

Não há transparência sobre tais operações, seus beneficiários, e suas reais necessidades para o país, conforme pode ser verificado no artigo “O Banco Central está suicidando o Brasil”, de Maria Lucia Fattorelli, coordenadora nacional do movimento Auditoria Cidadã da Dívida. Destaca-se também a falta de transparência e discussão com a sociedade sobre a real necessidade das altíssimas taxas de juros, responsáveis pelo crescimento da dívida pública e pelo expressivo aumento dos gastos do Tesouro com a dívida. 

A justificativa de “controle da inflação” não tem se confirmado na prática, dado que a alta de preços não tem sido causada, preponderantemente, por um suposto excesso de demanda, mas sim, por preços administrados pelo próprio governo, como energia, combustíveis, transporte público, planos de saúde, e pela alta de alimentos, em um contexto no qual é priorizada a agricultura para exportação.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Dilma veta a realização de auditoria da dívida pública

Veto prejudica a transparência de gasto que consome mais de 40% do orçamento federal.

A auditoria da dívida pública contaria com a participação de entidades da sociedade civil.

Hoje, 14/1/2016, o Diário Oficial da União (Seção 1, pág 9) divulgou o veto da Presidência da República à realização de auditoria da dívida pública com participação de entidades da sociedade civil, no âmbito do Ministério da Fazenda. Essa auditoria havia sido incluída no Plano Plurianual (PPA 2016-2019), por meio de emenda do Deputado Edmilson Rodrigues (PSOL/PA), acatada pela Comissão de Finanças e Tributação, que é o principal Órgão Colegiado da Câmara dos Deputados sobre o orçamento público.

Em sua justificativa, o governo diz: "O conceito de dívida pública abrange obrigações do conjunto do setor público não financeiro, incluindo União, Estados, Distrito Federal e Municípios e suas respectivas estatais. Assim, a forma abrangente prevista na iniciativa poderia resultar em confronto com o pacto federativo garantido pela Constituição. Além disso, a gestão da dívida pública federal é realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional e as informações relativas à sua contratação, composição e custo, são ampla e periodicamente divulgadas por meio de relatórios desse órgão e do Banco Central do Brasil, garantindo transparência e controle social. Ocorrem, ainda, auditorias internas e externas regulares realizadas pela Controladoria Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União."

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Seminário da Auditoria Cidadã da Dívida

Nos dias 30 e 31 de outubro o movimento Auditoria Cidadã da Dívida realizará um seminário em São Paulo para debater o sistema da dívida, a corrupção e a crise, resultado destas duas combinações.

Para debater o tema, representantes de movimentos sociais, da comunicação e especialistas trarão à mesa questões como moradia, empoderamento popular, orçamento público e uma discussão que explique a implementação da auditoria da dívida.

Para participar é necessária a inscrição prévia, que pode ser feita AQUI. Confira a programação no cartaz.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Tragédia Grega esconde segredo de bancos privados.

 por Maria Lucia Fattorelli | 01/07/2015

A Grécia está enfrentando um tremendo problema de dívida pública e uma crise humanitária. A situação atual é muitas vezes pior do que a de 2010, quando a Troika – FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu – impôs seu “plano de resgate” ao país, justificado pela necessidade de apoiar a Grécia. Na realidade, tal plano tem sido um completo desastre para a Grécia, pois o país não tem obtido absolutamente nenhum benefício com os peculiares acordos de dívida implementados desde então.

O que quase ninguém comenta é que um outro exitoso plano de resgate foi efetivamente implementado naquela mesma época em 2010, não para a Grécia, mas para os bancos privados. Por trás da crise grega há um enorme e ilegal plano de resgate de bancos privados. E a forma pela qual tal plano está se dando representa um imenso risco para toda a Europa.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dívida Pública e os Direitos das Mulheres no Brasil

Maria Lucia Fattorelli
Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida
www.auditoriacidada.org.br

A dívida pública tem consumido a parcela mais relevante dos gastos do orçamento federal, impedindo o respeito aos direitos humanos no Brasil. Os direitos da mulheres são igualmente afetados pela equivocada política econômica praticada no País, que privilegia os gastos financeiros em detrimento dos direitos sociais. Nem mesmo as determinações da Lei Maria da Penha têm sido efetivadas: dos pífios recursos destinados ao seu cumprimento, apenas uma ínfima parcela tem sido executada de fato. Por outro lado, a cada ano, o lucro dos bancos se avoluma, atingindo dezenas de bilhões a cada ano, denunciando a evidente transferência de recursos públicos em benefício do setor financeiro privado. O “Sistema da Dívida” é um dos principais responsáveis por essa distorção, razão pela qual é fundamental a realização de auditoria da dívida, com ampla participação cidadã. O Equador realizou auditoria oficial de sua dívida em 2007/2008, obtendo anulação de 70% da dívida externa em títulos, o que tem possibilitado avanço nos investimentos sociais, priorizando-se inclusive as questões de gênero. A auditoria da dívida está prevista na Constituição Federal, mas nunca foirealizada. A CPI da Dívida Pública realizada na Câmara dos Deputados em 2009/2010 foi um grande passo nesse caminho. Especialmente diante da conjuntura internacional de crise financeira e sua iminente transferência para o Brasil e demais países em desenvolvimento, é fundamental o envolvimento dos movimentos feministas nessa questão. É urgente realizarmos completa auditoria da dívida pública para alcançarmos a necessária transparência acerca da realidade financeira do País e, de posse dos resultados, exigirmos a aplicação dos recursos prioritariamente ao atendimento aos direitos humanos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Quem ganhou com a mudança da meta fiscal? O que é superávit primário?

Apesar do Brasil ser um país tão rico,  tanta pobreza e desigualdade social. Apesar de ser um país que mais arrecada impostos de seus cidadãos, tem serviços sociais tão precários. Eis o motivos: afora o desviado pela corrupção, que representa uma pequena parcela, os sucessivos governos repassam a maior parte do orçamento para os banqueiros, na forma de Dívida Pública, o maior roubo da riqueza que produzimos. Outra parte eles destinam para empresários na forma de subsídios ou isenção fiscal. Para fazer justiça social no Brasil é preciso um governo dos trabalhadores que tenha coragem de romper com banqueiros e capitalistas.

A Dívida consome orçamento
Para quem vai o dinheiro arrecadado em impostos? Como é possível um país tão rico ter serviços sociais tão precários, tanta pobreza e desigualdade social? Os sucessivos governos repassam a maior parte do orçamento para os banqueiros, na forma de Dívida Pública, o maior roubo da riqueza que produzimos. Outra parte eles destinam para empresários na forma de subsídios ou isenção fiscal. Segundo a Auditoria Cidadã da Dívida, o governo repassou, em 2013, para os banqueiros R$ 718 bilhões para pagar os juros da Dívida Pública. O pagamento dos juros da dívida consome mais de 40% de tudo que é arrecadado. Mesmo assim, a dívida não para de crescer.

Só nos governos FHC, Lula e Dilma foram pagos R$ 14 trilhões, mas a dívida aumentou de R$ 300 bilhões, em 1994, para mais de R$ 4 trilhões, em 2013. O Brasil poderia ter construído 8 milhões de moradias a um custo de R$ 100 mil cada unidade, acabando com o déficit habitacional e ainda sobrariam 13 trilhões e 200 bilhões de reais!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Relatório da Auditoria Cidadã ajuda impedir aumento do preço das tarifas de ônibus em BH

A Auditoria Cidadã da Dívida analisou os produtos parciais apresentados pela Ernst & Young, referentes ao Transporte Coletivo realizado por ônibus em Belo Horizonte, e emitiu o Relatório Específico de Auditoria Cidadã da Dívida nº 1/2014 em 16/03/2014, elaborado conjuntamente pela Coordenadora Nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli,  pelas coordenadoras dos Núcleos de MG e SP – Maria Eulália Alvarenga e Carmen Bressane – e pelo Economista da Auditoria Cidadã da Dívida, Rodrigo Ávila.

No dia 4 de abril último, o Ministério Público obteve, junto à Justiça, liminar determinando a suspensão do aumento da tarifa por 30 dias. Toda a argumentação utilizada pelo MP para suspender o aumento advém dos relatórios apresentados a eles pelo Tarifa Zero BH e Auditoria Cidadã da Dívida (http://goo.gl/57O1Fu).