📻 O programa Economia É Fácil com mais uma edição ao vivo, esse que é o seu espaço de economia, na sua linguagem e com os temas analisados pela ótica dos trabalhadores.
📢 O tema desta edição é… O Presidente Lula declarou essa semana durante encontro com o presidente da Argentina, Alberto Fernández, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltará a financiar projetos de desenvolvimento e de engenharia em países vizinhos. Ainda em Buenos Aires, Lula confirmou projeto de estudo para a criação de uma “moeda comum” para transações comerciais entre Brasil e Argentina. O petista ponderou, no entanto, que o instrumento precisa ser construído com muito debate”.
🎙️ Apresentação do economista Almir Cezar Filho. 🎙️ Convidado: Flauzino Antunes Neto, economista e presidente do Sindicato Nacional dos Economistas, Engenheiros, Estatísticos e Arquitetos do Governo Federal. 🎧Ouça o Podcast (https://spotifyanchor-web.app.link/e/2GHuCGgt2wb): em Spotify, Deezer, Anchor, Google Podcast e principais agregadores de podcast.
📻 O programa Economia É Fácil com mais uma edição ao vivo, esse que é o seu espaço de economia, na sua linguagem e com os temas analisados pela ótica dos trabalhadores.
📢 O tema desta edição é… O Presidente Lula declarou essa semana durante encontro com o presidente da Argentina, Alberto Fernández, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltará a financiar projetos de desenvolvimento e de engenharia em países vizinhos. Ainda em Buenos Aires, Lula confirmou projeto de estudo para a criação de uma “moeda comum” para transações comerciais entre Brasil e Argentina. O petista ponderou, no entanto, que o instrumento precisa ser construído com muito debate”.
🎙️ Apresentação do economista Almir Cezar Filho.
Convidado: Flauzino Antunes Neto, economista e presidente do SINAEG.
📢 Capítulos:
01:43 Abertura
04:58 Saudação inicial do convidado
07:59 Introdução ao tema de hoje
10:04 Uma política comercial externa ativa com os vizinhos latino-americanos e caribenhos é positiva?
13:20 O que é uma moeda comum e sua importância para o comércio exterior
19:23 É positiva uma moeda comum para o Mercosul?
25:59 Aspectos negativos de uma moeda comum, a questão da desdolarização e diferença com a proposta anterior de Paulo Guedes
41:40 O papel de financiamento de grandes projetos internacional por bancos de desenvolvimento e o BNDES
46:38 É positivo o BNDES retomar financiamento externo?
57:58 Aspectos negativos desse tipo de atuação do BNDES e o caso específico do 1º projeto dessa retomada
🎧Ouça o Podcast: em Spotify, Deezer, Anchor, Google Podcast e principais agregadores de podcast.
📻 Até o final de janeiro o programa Economia É Fácil está em recesso, mas não perca a reprise de uma edição antiga do seu espaço de economia na sua linguagem e analisadas pela ótica dos trabalhadores.
🎙️ Com o economista Almir Cezar Filho. 📢 O tema desta edição é… "Quem ganha e quem perde com a alta do dólar". Na primeira semana de janeiro, a moeda estadunidense alcança maiores altas na sua taxa de câmbio diante do real, nas maiores altas desde julho de 2022, provocada pela insastifação do mercado com medidas anunciadas pelo governo Lula recém empossado e com incertezas econômicas tanto domésticas quanto do cenário internacional. E saiba como se proteger. ⏳ Aproveite e acompanhe uma edição RETRÔ do antigo quadro Economia É Fácil (03/10/2016) que ia ao ar no programa semanal Censura Livre originalmente na Rádio Difusora Aliança FM (S. Gonçalo/RJ).
Nesta segunda-feira 04/04 às 20h, mais nova edição do programa ECONOMIA É FÁCIL ao vivo pelo site e em outras plataformas da web RÁDIO CENSURA LIVRE. 🎙️ Apresentação do economista Almir Cezar Filho. 📣Tema da semana: A Prefeitura do Rio anunciou em 25/03, que os moradores da cidade poderão pagar o IPTU do ano que vem (2023) com criptomoedas. Com a iniciativa, o Rio passa a ser a primeira cidade do Brasil a oferecer o pagamento de um tributo via criptoativos. Outra novidade já apontadas em um relatório, está a criação de NFTs da Prefeitura com imagens de pontos turísticos e a criação de espaços para artistas fazerem intervenções que depois virariam NFT. Finalmente os criptoativos são seguros e valem a pena? Ou continua isca de golpistas e fonte de risco de bolha financeira?
Nesta quinta-feira 21/10, às 19h30, mais um episódio inédito e ao vivo do programa Economia É Fácil, o economista Almir Cezar Filho e seus convidados, aqui nas plataformas da Web Rádio Censura Livre, debatendo os temas econômicos mais importantes do momento, em linguagem fácil e na ótica dos trabalhadores. 🗣️Tema da semana: "Dinheiro na mão é vendaval..." O dólar em disparada: A conexão da alta da moeda dos EUA na inflação brasileira. 🎙️Convidado: Flauzino Antunes Neto, presidente do Sindicato dos Economistas do DF. ℹ️ E mais: o quadro INFORME ECONÔMICO, com a análise das notícias econômicas em destaque dos últimos dias. 🎧Ouça este podcast em: https://anchor.fm/wrcensuralivre/episodes/ECONOMIA--FCIL--O-dlar-em-disparada-A-conexo-da-alta-da-moeda-dos-EUA-na-inflao-brasileira-e194oct
Nesta quinta-feira 21/10, às 19h30, mais um episódio inédito e ao vivo do programa Economia É Fácil, o economista Almir Cezar Filho e seus convidados, aqui nas plataformas da Web Rádio Censura Livre, debatendo os temas econômicos mais importantes do momento, em linguagem fácil e na ótica dos trabalhadores.
🗣️Tema da semana: "Dinheiro na mão é vendaval..." A conexão da alta da moeda dos EUA na inflação brasileira. 🎙️Convidado: Flauzino Antunes Neto, presidente do Sindicato dos Economistas do DF. ℹ️ E mais: o quadro INFORME ECONÔMICO, com a análise das notícias econômicas em destaque dos últimos dias.
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Podcast | Notícia comentada no programa Economia É Fácil, edição de quinta-feira 08/07, apresentado pelo economista Almir Cezar Filho, na Web Rádio Censura Livre, durante o quadro INFORME ECONÔMICO. A conversa contou com a participação do economista João Paulo de Carvalho, dirigente sindical de servidores públicos federais.
Debate ao vivo promovido pelo Jornal Balaiada. O assunto foi o impacto da COVID-19 na economia mundial, as disputas comerciais pelo planeta e os impactos da quarentena no Brasil e no mundo.
Participaram Almir Cezar Filho, economista e titular do quadro "Economia é Fácil" da Web Rádio Censura Livre, e Jadson Alves, também economista e colunista do Jornal Balaida. A mediação do debate coube ao jornalista Rodrigo Barrenechea, da redação do Jornal Balaiada.
ECONOMIA É FÁCIL (versão estendida, edição de 16/04/2020) | "PEC de 'Orçamento de Guerra' ou como arcar com as despesas com a pandemia e a proteção da economia".
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Em edição inédita e ao vivo do programa da Web Rádio Censura Livre, transmitida também por live no Facebook, o economista Almir Cezar Filho comenta e debate o principal tema econômico da semana.
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Com o advento da pandemia de covid-19 causada pelo novo coronavírus há uma gigantesca preocupação com os recursos para custear as ações sanitárias e de saúde, como também para ações para mitigar os impactos na economia, e para retomada econômica posteriormente. O discurso dominante é que se precisa manter a estrutura produtiva do país para o momento em que for possível haver a retomada da atividade econômica. E para isso, seria fundamental irrigar o mercado de crédito, mandar dinheiro rápido para os mais pobres e manter as empresas funcionando. Se as empresas quebrarem, quando chegar o momento da retomada não vai ter nem emprego nem empresa. Acaba que a retomada fica muito lenta. O custo de um choque transitório acaba virando permanente. Nesse contexto, surgiu um embate, sobre as formas de financiar os gastos estatais. Esse embate abarca desde gente com longo histórico na atuação no mercado financeiro, participantes da alta cúpula de grandes bancos, até mesmo economistas que se consideram de esquerda. Surge a pergunta: de onde virá os recursos econômicos para custear esse conjunto de ações dos Estados? O que os Estados deverão fazer para obtê-los? Como essa conta será paga no futuro? Para cobrir o rombo decorrente, deve-se ampliar o endividamento? Emitir moeda? Ressurge assim, o velho debate sobre o papel setor público, o crédito e a moeda no sistema capitalista, que são em si, também formas de intervenção do Estado sobre a economia, de comando sobre o mercado.
Boletim Censura Livre. No quadro "Economia É Fácil" (versão reduzida) o economista Almir Cezar Filho comenta ao jornalista Antônio de Pádua Figueiredo o destaque do dia (19/9).
■ BC baixa juros em 0,5 ponto e sinaliza nova redução.
Boletim Censura Livre. No quadro "Economia É Fácil" (versão reduzida), com o economista Almir Cezar Filho, o destaque do dia (13/9).
■ Lucro dos bancos passa de R$ 50 bilhões em 12 meses. No primeiro semestre de 2019, houve mais de 2 mil demissões.
Fatos & Comentários | jornal Monitor Mercantil, 10 abr 2017
Os bancos receberam cerca de R$ 200 bilhões ano passado em remuneração sobre a sobra de caixa, o que o Banco Central chama tecnicamente de “operação compromissada”, em que retira de circulação o dinheiro que fica no caixa das instituições financeiras e os remunera com as mais altas taxas de juros do mundo. A explanação, com tom indignado, foi feita à coluna pela coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívia, Maria Lucia Fattorelli. Ela mostrou que o BC brasileiro não só abriu mão do instrumento de emitir moeda como tem enxugado todo e qualquer volume que ultrapassa 5% do PIB. Em outros países com economia comparável à nossa, o dinheiro em circulação chega a 40% do PIB, sem que isso implique inflação. Hoje, o volume acumulado por essa operação, também chamada de “mercado aberto”, com juros pagos religiosamente toda noite, ultrapassa o R$ 1 trilhão.
Maria Lucia Fattorelli explica que, além de sugar os cofres públicos, reduzindo investimentos, gastos sociais, em educação e tantos outros dos quais o Brasil é carente, esse mecanismo operado pelo Banco Central leva à alta dos juros cobrados pelos bancos aos clientes. As instituições preferem ficar confortavelmente recebendo juros que elas mesmas ajudam a fixar do que emprestar dinheiro para o setor produtivo. Remuneradas pelo BC, sem riscos, por que se aventurariam a financiar empresas? Somente com taxas proibitivas, como as oferecidas por um bancão a uma pequena empresa que buscava um capital de giro de curto prazo (três meses) de R$ 50 mil. Só de “taxa de abertura de crédito”, seria cobrado R$ 1,5 mil (3% do empréstimo). Somada aos juros da operação, IOF e outros penduricalhos, o custo efetivo total (CET) montava a espantosos 14%! Ao mês! A pequena empresa achou mais em conta recorrer ao agiota da sala vizinha…
No metiê da Economia deste janeiro com a repercussão de artigo de um pais do Real, o economista André Lara Resende, publicada no jornal Valor, de que na verdade a fixação alta da taxa de juros no Brasil vem realimentando a inflação, o invés de combatê-la, como sugeriria a lógica da ortodoxia econômica.
Sem trazer a redenção prometida
Fatos & Comentários / 06 mar 2017
A discussão proposta por André Lara Resende sobre o efeito do aumento dos juros – um dos mentores do Plano Real, o economista chocou seus colegas ortodoxos ao sugerir que o tiro está saindo pela culatra, e a elevação dos juros realimenta a inflação – continua repercutindo. Em artigo publicado neste final de semana, Fernando Limongi, professor do DCP/USP e pesquisador do Cebrap, joga luz na questão: “A alusão aos atalhos e ‘boquinhas’ sugere que a história política pós Plano Real pode ser recontada como uma luta entre os reformistas convictos e os complacentes com a indisciplina fiscal. Mesmo quando aprovadas, reformas teriam ficado aquém das necessidades por culpa ou com apoio dos complacentes.”
“Tudo se passa”, continua Limongi, “como se a política econômica do país não tivesse sido controlada, na maior parte do tempo, por economistas comprometidos com a ortodoxia, como se suas receitas nunca tivessem sido aplicadas. Seus planos foram executados e não por pouco tempo e, mais importante, sem trazer a redenção prometida. Esta é a questão de fundo que alimenta as preocupações de Lara Resende. Como afirma em seu segundo artigo, doses maciças do mesmo remédio têm sido aplicadas e a doença não dá sinais de ceder. Deve-se continuar prescrevendo a mesma receita?”
A dívida líquida do governo cresceu em 12 meses (até outubro de 2016, último dado disponível) 34,8%, quase quatro vezes o registrado pela inflação no período (8,76%, pelo IPCA), passando de R$ 2,095 trilhões para R$ 2,824 trilhões, um pulo de R$ 729 bilhões. Se a equipe econômica aplicasse à dívida pública o mesmo limite que impôs às despesas não financeiras, o débito líquido teria se limitado a R$ 2,278 bilhões, um valor R$ 546 bilhões, ou meio trilhão de reais, em relação ao aumento efetivo, turbinado pelos mais altos juros reais do planeta.
Mas, diriam, o governo impõe o torniquete nos gastos não financeiros justamente para continuar cevando os rentistas. Sim, o que não quer dizer que isto é justo, ou mesmo legal. Para os economistas da Auditoria Cidadão da Dívida, o que vem sendo feito – aumento das emissões de papéis para pagar juros, disfarçado de rolagem – contraria a Constituição. É o que a entidade, especialmente Maria Lucia Fattorelli, chama de “sistema da dívida”, que classifica de “mega esquema de corrupção institucionalizado”, com a “utilização desse instrumento [dívida pública] como veículo para desviar recursos públicos em direção ao sistema financeiro”, complementou, em entrevista à CartaCapital.
Porém autoridade monetária insiste no uso equivocado da taxa Selic no combate a inflação
Na charge o presidente do BC Alexandre Tombini combatendo o dragão da inflação com uma espingarda de rolha feita de juros.
Comprovando o baixo 'poder de fogo' do Banco Central via uso da taxa Selic no combate a inflação, apenas metade do crédito do país é afetado pela política monetária do BC. Em queda contínua nos últimos anos, a parcela dos financiamentos e empréstimos bancários diretamente afetados pelos juros definidos pelo Banco Central representa hoje pouco mais da metade do volume de crédito do país. A queda, iniciada no final do governo Lula, põe em xeque a eficácia da política monetária.
São 50,9%, o menor percentual nas estatísticas disponíveis desde a década passada. Até 2008, algo como dois terços do crédito nacional se originavam de decisões espontâneas dos bancos, com recursos de utilização livre. No terço restante, agora metade, estavam operações sujeitas a regras e taxas impostas pela legislação. Esse grupo é composto, principalmente, por três modalidades de financiamentos – os destinados ao setor agrícola, os imobiliários e os desembolsos do BNDES. Em comum, todos se valem de recursos garantidos em lei, como parte do dinheiro das cadernetas de poupança e do Fundo de Amparo ao Trabalhador, e aplicam taxas tabeladas ou subsidiadas.
Tradicional no sistema financeiro nacional, o crédito direcionado por orientações legais ou governamentais é uma das explicações mais frequentes para as anomalias da política monetária do país, onde os juros estão entre os mais elevados do mundo. Por esse raciocínio, o BC precisa de taxas mais altas para controlar o crédito, a demanda e a inflação, porque uma grande parte dos financiamentos bancários se mantém imune a suas decisões.
Real fraco, juros e inflação elevam encargos e Dívida Pública
por Almir Cezar
Governo Dilma assustado com a disparada do dólar. Mas a alta
do câmbio força aumento na dívida pública. Porém, segundo
o mercado financeiro não é alta da dívida que pressiona o dólar?
Ao contrário do que a maioria pensa e o noticiário econômico da grande imprensa faz pensar, não é o crescimento explosivo do déficit e da dívida pública que faz corroer o cenário econômico, mas na verdade, a crise econômica (disparada do dólar, da taxa de juros e da inflação ao mesmo tempo) que aumentou os custos para o governo se financiar no mercado financeiro ao maior nível em 6 anos e elevou a Dívida Pública Federal (DPF) ao seu maior patamar histórico.
Além da dificuldade na venda de título da dívida pública com o cenário, que faz com que o mercado exija juros maiores para comprar os títulos, a taxa de câmbio e a inflação corrigem diretamente os encargos (percentual de juros) de parte dos títulos, também influenciando no aumento do custo. O principal fator para o aumento do custo em agosto foi a alta de 7,45% do dólar em relação ao real.
A inflação é entendida, normalmente, como um aumento generalizado dos preços. Este fenômeno já aterrorizou várias economias ao longo da história, no entanto, sempre é diagnosticada de formas diversas, tais como “inflação de demanda”, “inflação de custos”, “inflação inercial”, etc., além de classificações como estagflação e hiperinflação. O Brasil tem uma experiência específica com a inflação, pois “não existe registro de país na história econômica mundial que tenha tido 15 anos de inflação acima de 100% e seis desses anos com inflação em torno de 1000%” (Giambiagi & Barros, 2008, p. 257).
Marx não tratou diretamente deste fenômeno, o qual não era um tema urgente à sua época. Pauta ainda muito importante no debate político, tem como resposta única do governo o aumento de juros, que no final beneficia o capital financeiro, o qual recebe ainda mais juros dos títulos da dívida pública, e pune os trabalhadores, encarecendo o crédito e o conjunto das mercadorias.
Tendo em vista o peso do tema, devemos revisitar a principal obra de Karl Marx, O Capital, em busca de elementos que possibilitem iniciarmos a pesquisa sobre o fenômeno da inflação.