CORTE | Professor Paulo Reis do movimento Reviravolta da Educação/DF explica a posição do governo Lula 3 a favor da PEC 66 que é nova reforma da previdência do servidor público
📼Assista: https://youtu.be/f9xk3dVdacY
terça-feira, 22 de outubro de 2024
Governo Lula está apoiando a PEC 66-Nova Reforma da Previdência
quarta-feira, 16 de outubro de 2024
terça-feira, 8 de outubro de 2024
PEC 66 e a Nova Reforma da Previdência: Reforma Administrativa e mais ataques aos servidores públicos
🎙️ Convidados Especiais: Tânia Lima, Pedagoga da SEE/DF. Paulo Reis, Professor de Matemática da SEE/DF. 📅 Data: 10/10 ⏰ Horário: 21h
quinta-feira, 6 de abril de 2023
FRANÇA Trabalhadores nas ruas contra reforma de Macron
🎙️ Apresentação do economista Almir Cezar Filho.
🎙️ Convidado: HERBERT CLAROS, diretor do sindicato de Metalúrgicos de São José dos Campos e membro da Executiva Nacional da CSP-Conlutas, da setorial internacional da CSP-Conlutas e
📺Assista a live nas plataformas de vídeo e redes sociais: https://www.youtube.com/live/WBCMJ5tg_6E?feature=share
🎧Ouça em versão podcast.
🗣️O tema da semana: O presidente francês Emmanuel Macron reformou a previdência social do país aumentando a idade mínima das aposentadorias com a justificativa de reduzir os gastos públicos. Os trabalhadores franceses desde a apresentação do projeto realizam seguidas mobilizações de ruas e greves gerais em protesto contra a medida.
sábado, 21 de setembro de 2019
Imposto sobre fortunas e lucros arrecadaria R$ 1,25 trilhão. Especialista mostra que planilha do governo sobre Previdência é fake.
■ Imposto sobre fortunas e lucros arrecadaria R$ 1,25 trilhão.
■ Especialista mostra que planilha do governo sobre Previdência é fake.
quarta-feira, 6 de março de 2019
Pela proposta de Reforma de Bolsonaro-Guedes modelo chileno pode vir a qualquer momento.
Reforma retira R$1 tri dos trabalhadores.
PREVIDÊNCIA | Recessiva, inviabilizará as aposentadorias no futuro e forçará novas mudanças mais extremas
A proposta da Reforma da Previdência Social do presidente Jair Bolsonaro e do seu ministro da Economia Paulo Guedes retira R$ 715 bi dos trabalhadores do setor privado e R$ 173,5 bi dos servidores; militares ficam de fora.
O mercado financeiro comemora a proposta. São beneficiário das mudanças. Com a migração dos trabalhadores de classe média para os fundos de aposentadoria privados e pelo aumento da folga no orçamento público para ampliar os pagamentos dos juros dos títulos da dívida em mãos dos bancos.Só para lembrar: em um ano, só de juros, sem contar a rolagem, o governo torra coisa de R$ 400 bilhões.
Previdência Social inviabilizada - Essa transfusão de recursos dos trabalhadores para os banqueiros e rentistas traz dois efeito danoso: acarretará redução de consumo, o que afetará o crescimento do país. Como a Economia de verdade explica, o empresário não contrata porque a mão de obra é barata, mas quando há demanda. Se você contrai a renda, não é preciso ser especialista para entender que vai diminuir o consumo. Menos consumo, menos contratações e menores salários. Portanto, a Reforma é recessiva.
Esse efeito colateral pode inclusive levar a outro ainda mais grave problema: a inviabilização no médio a longo prazo do próprio financiamento do sistema de previdência social reformada. Recessiva retroalimentará a queda na quantidade de trabalhadores contribuintes. No futuro haverá assim uma pressão por uma nova rodada de reformas que retira direitos.
Projeto permite que piore mais a frente - A PEC apresentada ppr Bolsonaro-Guede traz ainda a desconstitucionalização da Previdência, ou seja, no futuro, por uma mera lei complementar, todas as regras vão poder ser revistas. No futuro, será possível alterar todas as regras por mero quórum de maioria absoluta no Congresso Nacional, ao contrário de agora que precisa ser por meio de emenda constitucional. Isso é insegurança jurídica. Tudo que está sendo anunciado é provisório. A proposta dita como solução definitiva, não o é.
Por Agência de Notícias Alternativas - ANotA.
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1968087186621846&id=101821356581781
segunda-feira, 17 de abril de 2017
A verdade sobre as diferenças da previdência do trabalhadores setor público e do privado
Bom dia! Nenhum dos debatedores conhece as diferenças existentes entre a previdência pública e a previdência do setor privado, ou seja, as diferenças existentes entre a aposentadoria do servidor público e a aposentadoria do trabalhador celetista. Então, vamos esclarecer:
Ambos os trabalhadores, celetistas e estatutários, descontam 11,5% para a previdência. Todavia, este desconto incide sobre valores distintos.
No caso dos trabalhadores da iniciativa privada - os celetistas - os 11,5% de desconto incidem sobre o teto da previdência social, que hoje está em torno de R$ 5.400,00. Assim, se um jornalista top de uma grande emissora de TV receber de salário mensal, por exemplo, 1 milhão de reais, ele terá como desconto previdenciário mensal 11,5% sobre o teto da previdência, que, hoje, é de cerca de R$5.400,00.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
(Reforma da Previdência) Perversa e insustentável, proposta privatista de Temer perdeu força pelo mundo
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| Modelos de previdência social privatista, como o Chile, passam por uma espécie de "re-reforma". |
Enquanto isso pelo mundo as várias experiências internacionais de mesmo teor estão sendo revistas. Isso se vê não apenas nos países desenvolvidos, mas justamente onde os defensores da reforma brasileira apresentam como modelo, como p.ex., o Chile. E nem lá o viés privatizante foi tão extremo como o proposto por aqui. Vem acontecendo lá e em outros países uma espécie de re-reforma da Previdência Social.
Em muitos casos, a retomada da participação do Estado no modelo de financiamento se deve não apenas pelos prejuízos sociais, especialmente para evitar o empobrecimento crescente da população idosa. Demonstrou-se financeiramente insustentável (quebrou ou esteve prestes) ou beneficia apenas os bancos e financeiras. O modelo privatista transfere recursos ao capital financeiro e apresenta maior risco para o segurado, que ao contrário dos bancos, o governo não quebra.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
É preciso que país cresça para garantir a Previdência
“A questão fundamental para dar sustentabilidade para um sistema previdenciário é o crescimento econômico, porque as variáveis mais importantes de sua equação financeira são emprego formal e salários”, sentencia a pesquisadora Denise Gentil. “Para que não haja risco de o sistema previdenciário ter um colapso de financiamento, é preciso que o país cresça, aumente o nível de ocupação formal e eleve a renda média no mercado de trabalho para que haja mobilidade social. Portanto, a política econômica é o principal elemento que tem que entrar no debate sobre 'crise' da Previdência. Não temos um problema demográfico a enfrentar, mas uma política econômica inadequada para promover o crescimento ou a aceleração do crescimento.”
Em entrevista ao Jornal da UFRJ, Denise destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil. “Tenho defendido a ideia de que o cálculo do déficit previdenciário não está correto, porque não se baseia nos preceitos da Constituição Federal de 1988, que estabelece o arcabouço jurídico do sistema de Seguridade Social.” De acordo com a Constituição, além das contribuições de patrões e empregados, a Previdência tem como receitas a Cofins, a CSLL, a CPMF e a receita de concursos de loteria. “Isso está expressamente garantido no artigo 195 da Constituição e acintosamente não é levado em consideração”, reclama a pesquisadora.


