por Almir Cezar
 |
Dilma, em vista à Suécia, falou em defesa da volta da CPMF
(Foto: Agência Brasil) |
A presidente Dilma Rousseff, no domingo passado (dia 18), durante evento na Suécia, fez a defesa da volta da CPMF, extinta há oito anos. A medida integrou o anúncio no mês passado de R$ 64,9 bilhões de aumento de arrecadação para equilibrar as contas públicas em 2016 para retomar a "confiança" do mercado financeiro, visando que o país volte a crescer. Mas nem todo mundo se lembra como a CPMF funciona. "Antipática", não era um imposto cobrado sobre os preços de produtos e serviços, nem na renda ou patrimônio - ela aparece no extrato bancário do contribuinte. De fato era ruim, e não resolve o problema do país, muito pelo contrário.
A Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) foi um imposto que existiu até 2007 para cobrir gastos do governo federal com projetos de saúde. Agora, o governo propõe cobrar uma alíquota de 0,2% sobre todas as transações bancárias de pessoas físicas e empresas para ajudar a cobrir o rombo da Previdência Social. A proposta ainda precisa ser enviada ao Congresso Nacional para votação.