Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de agosto de 2024

Al Jazeera: A empresa brasileira Odebrecht está envolvida em casos de corrupção - entrevista


A empresa brasileira Odebrecht está envolvida em casos de corrupção em países vizinhos. Entrevista do economista Almir Cezar ao portal de notícias internacional Al-Jazeera, concedida ao jornalista Victorios Shams.

A Odebrecht, uma das maiores construtoras do Brasil, tem sido um pilar significativo da economia nacional e atua em mais de 25 países na América Latina e além. No entanto, sua reputação foi severamente abalada pelas revelações da Operação Lava Jato, que expôs um vasto esquema de corrupção e subornos.

Em 2019, o escândalo levou à prisão de vários altos executivos da empresa, incluindo o então CEO Marcelo Odebrecht. A empresa foi forçada a solicitar proteção contra falência após admitir ter pago cerca de 800 milhões de dólares em subornos a funcionários públicos em 12 países. Como parte dos acordos de leniência, a Odebrecht concordou em pagar multas no valor de 2,6 bilhões de dólares às autoridades suíças e norte-americanas.

Os desdobramentos desse escândalo ainda continuam. Recentemente, o judiciário panamenho adiou o julgamento de uma série de autoridades locais, incluindo os ex-presidentes Juan Carlos Varela e Ricardo Martinelli, além de seis ex-ministros, em casos de corrupção ligados à Odebrecht. A empresa foi responsável por projetos de grande envergadura no Panamá, como a expansão do Canal do Panamá, a construção de linhas de metrô, pontes e estádios.

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

#podcast ECONOMIA É FÁCIL | Orçamento secreto (ou "Bolsolão"): corrupção oficializada?

A economia na sua linguagem e o destaque das notícias dos últimos dias analisadas pela ótica dos trabalhadores. Nesta edição do programa Economia É Fácil, desta segunda-feira 17/10 às 18h, pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. 

📢 Tema: O presidente Jair Bolsonaro (PL), no final de 2020, criou um 'orçamento paralelo' para aumentar sua base de apoio no Congresso. A nomenclatura "Bolsolão" foi dada por veículos de imprensa na qual há uma alusão ao escândalo de corrupção anterior do "mensalão" ocorrido no governo Lula em junção ao sobrenome de Jair Bolsonaro, que constantemente afirma que "em seu governo não havia corrupção".

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Orçamento secreto (o tal "Bolsolão"): corrupção oficializada?

A economia na sua linguagem e o destaque das notícias dos últimos dias analisadas pela ótica dos trabalhadores. Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. 

quinta-feira, 7 de julho de 2022

ECONOMIA É FÁCIL | Escândalo com presidente da CAIXA revela bastidores de assédio e corrupção

Toda 2ª-feira na Rádio Censura Livre. Em novo horário (18h)!
📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem. As principais notícias econômicas dos últimos dias analisadas na ótica dos trabalhadores. Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados.
🎤 Convidada: Júlia Eberhardt, funcionária da CAIXA e diretora do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro (oposição CSP-Conlutas).
📢 Tema da semana: Os casos que vieram a público de assédio moral e sexual praticados na Caixa Econômica Federal (CEF) pelo queridinho do presidente Jair Bolsonaro, o agora demitido Pedro Guimarães, e que enrolam outros diretores do banco, não apenas revelam a degradação do ambiente de trabalho com fins de superexploração dos funcionários, mas explicam a precarização do atendimento vivida por clientes e a irresponsabilidade com o papel social da CEF. Enquanto isso, os acionistas da CAIXA obtêm superlucros, e os executivos do banco ligados ao bolsonarismo recebiam gordos privilégios, ao mesmo tempo que garantiam práticas corruptas a serviço de políticos aliados ao governo.




quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

É a queda das commodities! Ações da Petrobras caem mas não é pelos escândalos

por Almir Cezar

Diferente do que afirma a grande mídia o valor da Petrobras na bolsa de valores caí não apenas por causa do escândalo de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato, mas por conta da deflação mundial das commodities, como o petróleo. É o mesmo caso da Vale,  de minérios e siderúrgicos, mas empresa privada. Sem o mesmo rebuliço da mídia, pois esta não se presta a atacar o governo Dilma.

Apesar da alta inflação interna, com o prosseguimento da crise econômica internacional, o cenário que se desenha lá fora para 2015 é claramente deflacionário e desinflacionário. A deflação de preços ao produtor na China segue há 3 anos - ainda com enorme capacidade ociosa. Japão e Europa também estão em território deflacionário. A previsão de boas safras nos EUA também coloca pressão baixista nos preços de grãos. Os preços de ferro e cobre seguem em queda com a perspectiva de mais desaceleração na China.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Servidores federais lançarão campanha pela anulação da reforma da previdência aprovada sob compra de votos



O julgamento dos envolvidos no chamado Mensalão trouxe novamente um tema de interesse público na política brasileira: as práticas vergonhosas de corrupção em torno da compra de votos de parlamentares para aprovação no Congresso Nacional de projetos de interesse do governo e de empresários. Uma verdadeira teia de práticas ilícitas com o dinheiro do povo brasileiro.


O ministro Celso de Mello do STF (Supremo Tribunal Federal) afirmou em suas considerações de votos que os atos parlamentares contaminados pela corrupção do Mensalão são passíveis de anulação.


Se refrescarmos a memória, lembrarmos que em 2003, apesar da resistência dos trabalhadores diante dos ataques do governo acerca das aposentadorias, houve muita negociata para a aprovação da reforma da previdência. Para ser aprovada, a proposta precisava de 308 votos na Câmara. Obteve 357 votos no primeiro turno e 358 no segundo.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Revelada fraude milionária contra fundo de pensão dos Correios

Órgão dos EUA identificou fraude milionária em fundo de pensão dos trabalhadores dos Correios

A Securities and Exchange Comission (SEC), reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos, informou ontem ter aberto uma acusação de fraude contra dois ex-corretores de valores mobiliários, um deles brasileiro, que operavam em Miami e cobraram taxas excessivas do fundo de pensão dos funcionários da Empresa de Correios e Telégrafos, o Postalis, que pagou US$ 24 milhões a mais do que o devido em comissões em operações com notas estruturadas. A entidade de previdência, cujo patrimônio é de R$ 6,7 bilhões, era o maior cliente dos corretores, o Postalis é controlado pelo PMDB - seus deputados e senadores se engalfinham para manter o controle desse caixa.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

'A Privataria Tucana': Um sucesso de vendas cercado por um muro de silêncio

A Privataria Tucana: Um sucesso de vendas cercado por um muro de silêncio
Por Maria Inês Nassif
http://www.aldeiagaulesa.net/


O livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., foi lançado há quatro dias e já é um fenômeno de vendas cercado por um muro de silêncio. Produto de doze anos de trabalho - e, sem dúvida, a mais completa investigação jornalística feita sobre o submundo da política neste século -, o livro consegue mapear o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro montado em torno do político tucano José Serra - ex-deputado, ex-senador, ex-ministro, ex-governador, ex-prefeito e candidato duas vezes derrotado à Presidência da República. 


De quebra, coloca o PT em duas saias justas. A primeira delas é a constatação de que o partido, no primeiro ano de governo Lula, "afinou" diante do potencial de estrago da CPMI do Banestado, que pegou a lavanderia de vários esquemas que, se atingiam os tucanos, poderiam também resvalar para figuras petistas. O segundo mal-estar com o PT é o ultimo capítulo do livro, quando o autor conta a "arapongagem" interna da campanha do PT, que teria sido montada para derrubar o grupo ligado ao mineiro Fernando Pimentel da campanha da candidata Dilma Rousseff. Amaury aponta (como ele já disse antes) para o presidente do partido, Rui Falcão. Falcão já moveu um processo contra o jornalista por conta disso. O jornalista mantém a acusação.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

(Mais um escândalo de ministro de Dilma) As milionárias consultorias do Ministro Fernando Pimentel: público X privado

Público x privado
Marcos Oliveira e Sergio Souto 

O episódio que questiona o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, por misturar consultoria com influência política não deve ser rebaixado à luta política dentro dos cânones do moralismo seletivo cativado por grande parte da imprensa tupiniquim. O debate sobre as relações entre público e privado não pode ficar restrito ao desejo de apear do poder mais um ministro da presidente Dilma Rousseff.

sábado, 20 de agosto de 2011

Cargos de confiança: o núcleo da corrupção no Brasil

O núcleo da corrupção no Brasil

Gabriel Bonis

http://www.cartacapital.com.br/politica/a-distribuicao-de-cargos-e-o-nucleo-da-corrupcao
15 de agosto de 2011 às 11:48h
As denúncias de irregularidades envolvendo funcionários dos Ministérios dos Transportes, Turismo e Agricultura são apenas os mais recentes, entre os muitos e já quase corriqueiros, casos de corrupção em órgãos públicos no Brasil.


Em comum, as pastas acima têm o comando de partidos da base aliada do governo. Uma distribuição de cargos comum no sistema político nacional, que visa “premiar” os aliados. Porém, em meio à multiplicação de esquemas de corrupção no Brasil, surge o questionamento: o problema está na índole dos políticos ou na estrutura da adminitração pública do País?

Para tentar esclarecer a pergunta, CartaCapital conversou com o doutor em sociologia, professor Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e especialista em cultura política, Valeriano Costa. Segundo ele, o loteamento de postos no governo para aliados é o núcleo da corrupção. “É preciso haver politização nas estruturas governamentais, mas no Brasil não se sabe mais o que é vínculo entre a política e a administração. É preciso haver uma separação mínima entre essas partes e saber até onde pode haver políticos na estrutura”.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Presidente dos Correios, nomeado de Erenice Guerra, fechou contrato SUPERFATURADO


Presidente dos Correios, nomeado de Erenice Guerra, fechou contrato SUPERFATURADO




Heitor Fernandes*


Segundo a matéria sobre os Correios publicada hoje no Jonal Estadão, o presidente dos Correios, nomeado de Erenice Guerra, fechou contrato SUPERFATURADO em R$ 2,8 milhões para favorecer uma empresa de carga aérea.

Isso tudo só acontece como reflexo da desmobilização nacional da categoria com o acordo bianual, defendido pelos sindicalistas S/A e governistas da CUT e CTB, que mantem a categoria contida diante da direção da ECT e do Governo Lula que atacam tanto a empresa, quanto a seus trabalhadores.

Pois, não faltam "dobras", sobrecarga de trabalho, doenças profissionais, retirada de direitos, assédio moral, perseguições, etc... além de reajuste salarial de 0,1%.

BASTA!

É HORA DE REORGANIZAR EM CADA LOCAL DE TRABALHO A MOBILIZAÇAO NACIONAL EM DEFESA DOS CORREIOS, DOS TRABALHADORES E DOS SERVIÇOS PRESTADOS À POPULAÇÃO.

DEVEMOS INICIAR JÁ UMA CAMPANHA "FORA DAVID" DOS CORREIOS e EXIGIR DO GOVERNO UM CORREIOS 100% ESTATAL, SOB CONTROLE DOS TRABALHADORES E DA POPULAÇÃO USUÁRIA!

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,nomeado-de-erenice-nos-correios-fecha-contrato-superfaturado-em-r-2-8-mi,622911,0.htm

(*) Heitor Fernandes é carteiro, ex-diretor da Federação dos Trabalhadores da ECT e coordenador da CSP Conlutas RJ.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Caso Erenice mudou mais votos que temas religiosos

Caso Erenice mudou mais votos que temas religiosos
Escândalos pesaram 3 vezes mais entre eleitores de Dilma que mudaram de ideia
Segundo Datafolha, só 25% dos que iriam votar na petista mas alteraram a escolha o fizeram por questões religiosas
Fernando Canzian, 
FOLHA DE S. PAULO

Os fatos que levaram à queda da ex-ministra Erenice Guerra da Casa Civil e a quebra de sigilo de tucanos tiveram peso quase três vezes maior na perda de votos de Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno do que questões relacionadas à religião.
Segundo pesquisa Datafolha realizada na última sexta, cerca de 6% dos eleitores mudaram seu voto, considerando tanto Dilma quanto José Serra (PSDB), por conta dos casos que marcaram a reta final do primeiro turno.
Desse total, Dilma perdeu cerca de quatro pontos percentuais entre o total de eleitores. Aproximadamente 75% das perdas ocorreram por conta dos escândalos recentes no governo.
O restante, por questões relacionadas à religião - não exclusivamente envolvendo a posição da candidata sobre o aborto.
Já Serra perdeu dois pontos percentuais. Tanto pelo caso de quebra de sigilo de tucanos quanto pelo caso Erenice.
Os dois casos podem ter levantado suspeitas sobre irregularidades fiscais dos citados ou envolvimento de tucanos nas denúncias, por exemplo.
A perda de eleitores de Dilma, que conquistou 47% dos votos válidos no primeiro turno, foi de aproximadamente 4 milhões de eleitores. A de Serra, que teve 33% dos votos válidos, de 2 milhões.
Como a margem de erro do levantamento (feito com base em 3.265 entrevistas em todo o país) é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o total de votos perdidos pode ter sido maior ou menor na mesma proporção da margem de erro.
O percentual de eleitores no país que tomou conhecimento dos casos Erenice Guerra e da quebra de sigilo de tucanos é expressivamente maior do que o do total que recebeu alguma orientação de sua igreja para que deixasse de votar em determinado candidato.
Os resultados da pesquisa, portanto, não confirmam a tese de que foi o voto relacionado a questões religiosas que levou a eleição presidencial ao segundo turno.
Tomaram conhecimento do caso Erenice 48% dos eleitores. No caso da quebra de sigilos, foram 56%. 
Já o total que recebeu alguma orientação na igreja que frequenta para que deixasse de voltar em algum candidato a presidente atingiu 3%.