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quarta-feira, 11 de junho de 2025

PROFESSORES EM GREVE, ESCOLA EM CRISE: QUEM PAGA ESSA CONTA?

🎙 Nova edição do Economia É Fácil
🗓 Quinta, 12/06 – às 21h
📍 Rádio Censura Livre

👨‍🏫 Entrevista com o professor Paulo Reis, da rede pública do DF, e profª Vanessa Portugal, da rede de Belo Horizonte/MG sobre:
✅ Greve, corte de ponto e repressão judicial
✅ Ataques ao Fundeb e arrocho salarial
✅ Saúde mental, assédio e metas abusivas
✅ Riscos do “apagão” de professores
✅ O papel da educação no orçamento público
✊🏾 Educação é investimento, não despesa. Valorizar o magistério é lutar pelo futuro do país!

🔗https://www.youtube.com/live/pbZRSPEwxnk?si=6rch3Rtqy0DfiFXj


#educação 
#professor 
#greve
#fundeb                  

domingo, 17 de outubro de 2021

"Alimentos agroecológicos e orgânicos para todos? Quais os desafios?"

Mesa redonda n° 1 da Semana da Alimentação Carioca (SAC) 2021, junto da Flavia Do Valle Brito, coordenadora da CPOrg/RJ (comissão de produção orgânica) e o economista Almir Cezar, do Ministério da Agricultura. Não por acaso a mesa aconteceu em 16/10 é o Dia Mundial da alimentação. O tema da mesa-redonda foi "Alimentos agroecológicos e orgânicos para todos? Quais os desafios?" 

A transmissão foi pelo canal do YouTube do Consea-Rio, organizadora do evento. Assista em: https://youtu.be/AwR2kt7b8dY


sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Perspectivas 2021: O que aprendemos com 2020?

O economista Almir Cezar Filho, titular do programa "Economia é Fácil", fala sobre o balanço do ano de 2020 e as lições aprendidas (ou não) para 2021. Essa fala foi parte da sua participação no debate ao vivo promovido pela Web Rádio Censura Livre na quarta-feira 13/01 às17h, sob o comando do jornalista Antônio de Pádua Figueiredo, e ainda contou com a participação do professor de História José Manuel Farias.




O debate aconteceu em 13/01 às 17h e foi transmitido ao vivo (assista a íntegra aqui: https://youtu.be/JsZkhEoGLec ).

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Podcast DEBATE | "2020 e as perspectivas para 2021"

🎙 📻 🎧  NESTA quarta-feira (13/01), às 17h, na Web Rádio  Censura Livre, acontece um debate: "2020 e as perspectivas para 2021". Participação: do professor de História José Manuel Farias e do economista Almir Cezar, mediação do jornalista Antônio de Pádua Figueiredo.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Prevenção de perdas e segurança dos alimentos em circuitos curtos de comercialização

Mesa-redonda 17ª Webconf SIG Segurança de Alimentos EMBRAPA e Plataforma NutriSSAN, realizada em 17 de junho de 2020. Debatedores: Murilo Freire Jr. (EMBRAPA/RJ), Mauro Vianello Pinto (EMBRAPA/RJ), Luiz Carlos Lemos (Associação No ATO Ambiental/MG) e Almir Cezar Filho (MAPA/RJ).

Assista no Youtube: https://youtu.be/TMoR5NSk7tI

#segurançaalimentar
#prevençãodeperdas
#circuitoscurtos
#agriculturafamiliar
#embrapa

terça-feira, 5 de maio de 2020

Economia mundial, disputas comerciais e os impactos da quarentena no Brasil e no mundo

Debate ao vivo promovido pelo Jornal Balaiada. O assunto foi o impacto da COVID-19 na economia mundial, as disputas comerciais pelo planeta e os impactos da quarentena no Brasil e no mundo.

Participaram Almir Cezar Filho, economista e titular do quadro "Economia é Fácil" da Web Rádio Censura Livre, e Jadson Alves, também economista e colunista do Jornal Balaida. A mediação do debate coube ao jornalista Rodrigo Barrenechea, da redação do Jornal Balaiada.

Assista no Youtube em: https://youtu.be/stOiVXrvJYE

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Debate 'O Brasil nas ruas: uma nova etapa histórica?'


Debate
O Brasil nas ruas: uma nova etapa histórica?
Com 
José Jorge de Carvalho (professor de Antropologia) e
Rodrigo Dantas (professor de Filosofia)

Quando: Dia 15 de julho (segunda-feira) 19 horas 

Onde: Memorial Darcy Ribeiro - Universidade de Brasília. Brasília-DF

quarta-feira, 30 de março de 2011

Debate 'As revoluções Sacodem o Mundo Árabe'

Debate “As revoluções Sacodem o Mundo Árabe”

Evento integrante da calourada da ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes-Livre, entidade estudantil nacional filiada à CSP Conlutas) na Universidade de Brasília

Participação de:
* Fábio Bosco – PSTU
* Fábio Félix – PSOL (CST)
* representante do PCB

Dia 05 de abril, terça-feira, às 18h30 no ANF6 - Campus Darci Ribeiro - UnB - Brasília

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Palestra Comunicação, hegemonia e contra-hegemonia

Convite aos que se interessam pelo tema candente de decisivo da comunicação de massas - indústria cultural - indústria do espetáculo.

Hoje Palestra com o prof. Eduardo Granja Coutinho (UFRJ)

Lançamento do livro: Comunicação, Hegemonia e Contra-Hegemonia, Ed. UFRJ, organizado por Eduardo Granja Coutinho, com artigos de José Paulo Netto, Virginia Fontes, Jesus Barbero, Rodrigo Dantas e Outros.

Segunda-feira, dia 06 de dezembro de 2010 às 16h00, no Auditório do IH (ICC Norte, Subsolo).

Promoção: Departamento de Filosofia UnB

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Em Brasília: ciclo de palestras 'Revoluções do Século XX'



Ciclo de Palestras: Revoluções do Século XX


PSTU organiza em Brasília ciclo de palestra sobre Revoluções do Século XX


O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado do Distrito Federal promoverá mensalmente uma série de palestras-debate sobre a História das Revoluções do Século XX.


Estas discussões têm o objetivo de discutir alguns dos fatos históricos mais determinantes da história mundial recente, e trazer à tona o importante debate sobre o socialismo, tão abandonado nos dias de hoje.

Neste mês de outubro, 29 (sexta-feira), a palestra-debate será sobre a famosa Revolução Russa, a Revolução de Outubro de 1917. A primeira revolução proletária vitoriosa da história, foi o fato que, junto à primeira guerra mundial, inaugurou o século XX. O palestrante será o professor Ricardo Guillen, da direção do PSTU.

Os eventos serão na sede da regional DF do PSTU: SCS Qd 6, Bloco A, Ed. Carioca, Sala 215 Brasília - DF

Informações: email: pstubrasilia@gmail.com/ Tel: (61) 3226 1016/ http://pstubrasilia.blogspot.com/



(atualizado, 27 out., às 23h)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Debate "A Atualidade do Socialismo"

A "Atualidade do Socialismo" - debate nesta terça-feira,17/08 na UnB com o professor de história do IFSP Valério Arcary e o professor de filosofia da UnB e candidato a governador do DF pelo PSTU Rodrigo Dantas , às 15h no ICC Sul, Anfiteatro 6.




E na quinta-feira,19/08, Rodrigo Dantas, Carlos Lima e Gilson Dantas debatem "As transformações nas relações de trabalho e a realidade dos terceirizados na UnB - às 12h no ICC Sul, Anfiteatro 5.

domingo, 28 de março de 2010

Livro revela a participação do sistema Globo e do JB em rede pró-golpe de 64

Antônio Figueiredo - jornal A Tribuna, 27 de março de 2010

Apaixonado por jornalismo (como ele mesmo se define), o professor da Faculdade de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF, Aloysio Castelo de Carvalho, revela no livro “Rede da Democracia: “O Globo”, “O Jornal” e o “Jornal do Brasil” na queda do governo Goulart (1961-64)”, o papel dessas empresas de comunicação no golpe militar de 1964.

Na publicação, que será lançada na próxima quarta-feira (31), às 18h, na Livraria da Travessa (Travessa do Ouvidor, 17, Centro do Rio), Aloysio, doutor em História Social pela USP, mostra que a chamada rede da democracia foi um amplo sistema de comunicação – que também incluía as rádios Globo, Tupi e JB – a serviço de setores da sociedade contrários às reformas de base defendida pelo então presidente da República João Goulart. Nesta data, o golpe militar completa 46 anos.

Acompanha o livro, das editoras Nitpress e EdUFF e que será debatido durante o lançamento pelo autor e mais dois convidados, um CD com fac-símiles (reproduções) de 100 matérias publicadas pela rede – criada em outubro de 1963 e extinta logo após a derrubada de Jango, em 31 de março de 64. Segundo o professor Aloysio, as páginas mostram muito mais que editoriais como o do Correio da Manhã – “Chega” e “Basta” –,veiculados às vésperas do golpe.

“Como conquistaram amplo apoio popular através do discurso anti-comunista, já que vivíamos o período da Guerra Fria (pós-Segunda Guerra), esses jornais pediam a intervenção das Forças Armadas (no governo). É possível ter uma boa visão da imprensa em 1964”, afirma o professor.

Pesquisa

A ideia que acabou dando origem ao livro – prefaciado pelo presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), jornalista Maurício Azedo – surgiu quando Aloysio coordenava o Centro Formação da Rádio CBN, no Rio.

“Fazia uma pesquisa para a TV Globo para o “Projeto Memória” (em 1998), quando encontrei as matérias da rede da democracia” no jornal (O Globo). Como estava fazendo a minha tese de doutorado, não pude me aprofundar na pesquisa. Depois da conclusão do doutorado em 2000, passei a me dedicar neste trabalho”, explica ele.

Naquele período, jornalistas dessas empresas de comunicação, como Roberto Marinho, Nascimento Brito e João Calmon, por exemplo, escreviam no “O Globo”, “JB” e em “O Jornal” e falavam nas suas respectivas emissoras de rádio contra o comunismo e o governo Goulart. Logo ele que, em 1963, teve o apoio do governador Leonel Brizola, através da “Cadeia da Legalidade”.

A participação dos meios de comunicação, através de institutos ligados a setores da sociedade, também foi difundida em outras publicações. Na visão do doutor René Dreifuss, já falecido, a opinião pública foi moldada pelos conspiradores financiadas por interesses empresariais nacionais e estrangeiros, por meio do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) e do Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (IPES), principalmente através da mídia.

Debate

O lançamento do livro do professor Aloysio de Carvalho integra o ciclo de debates “A imprensa e o golpe de 64”, que acontece de segunda a quarta-feira, sempre às 18h, na Livraria da Travessa. No primeiro dia, o tema será “A imprensa amordaçada”, com os professores João Batista de Abreu (UFF/IACS), Antônio Serra (UFF/ICHF) e o jornalista Guimarães Padilha. A mediadora será a professora Sylvia Moretzohn (UFF/IACS).

Já na terça, como o tema “A imprensa independente”, foram convidados o jornalista Nilo Dante e os professores Antônio Theodoro Barros (UFF/IACS) e Beatriz Kushnir (UFF-Arquivo Geral da Cidade do Rio). A mediação será do professor Alceste Pinheiro (UFF/IACAS).

No dia do lançamento, a mesa “A imprensa golpista” terá, além do professor Aloysio, os jornalistas Jesus Chediak e Maurício Azedo. A mediação será do jornalista Luiz Erthal.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A sociedade brasileira é racista e a mídia reflete isso

A sociedade brasileira ainda guarda uma herança da escravatura. Essa é a opinião do professor Muniz Sodré, da Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ, que participou na última quinta, dia 15, do seminário “O Papel da Mídia no Debate sobre Igualdade Racial” na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

A palestra teve o propósito de debater o papel dos veículos de comunicação nas questões relativas a desigualdades raciais e a atuação da mídia numa sociedade democrática, seus limites e responsabilidades.

Discutiu-se o papel monoliticamente contrário da grande imprensa contra as cotas raciais, sem nenhum espaço para o contraditório e seus defensores. O uso da televisão por parte de certas igrejas para demonizar as religiões afro-brasileiras. E o espaço na teledramaturgia diminuto aos papéis de negros.

A sociedade brasileira é desigual e a mídia é o seu reflexo.  Ao final do debate, foi opinião predominante entre os presentes que a mídia conseguirá atuar em favor de ações por igualdade racial quando houver a democratização dos meios de comunicação, hoje monopolizados por empresas favoráveis à permanência da desigualdade.

veja o artigo As cotas raciais segundo a mídia, por Thor Weglinski, comentando o debate.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Debate Políticas de Raça e Etnia Expressas no Orçamento Público


O Fórum Popular do Orçamento* (FPO-RJ) e o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro da Cidade do Rio de Janeiro (COMDEDINE–RIO) realizarão com o apoio do CORECON/RJ o debate Políticas de Raça e Etnia Expressas no Orçamento Público.

Terá como debatedores confirmados o Sr. Ministro Edson Santos da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e o Prof. Dr. Wilson Roberto Prudente Procurador do Ministério Público do Trabalho.

O debate será precedido pela apresentação temática dos dados orçamentários levantados pela equipe técnica do FPO-RJ.

Data e hora: 29 de outubro, quinta-feira, às 18h.
Local: Auditório do CORECON/RJ.
Endereço: Av. Rio Branco nº 109 – 19º andar, Centro.
Realização: FPO/RJ, CORECON-RJ e COMDEDINE–RIO/Câmara de Formação política

(*) O Fórum Popular do Orçamento é uma articulação sem estatuto jurídico, apartidária e não confessional, que reúne pessoas e entidades do Rio de Janeiro interessadas em democratizar o orçamento público. Nossa ação, desde 1995, é feita através da análise, do monitoramento e da criação de mecanismos de democratização do Orçamento Público, sempre na busca de uma efetiva participação da sociedade e controle social sobre a gestão pública. Estão sediados no Corecon-RJ.

Para outras informações visite nossa página virtual: http://www.corecon-rj.org.br/fporj.asp

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Países andinos são tema de debate hoje do SINPRO-Rio



O Fórum América, espaço de debate permanente do SINPRO-Rio (Sindicato dos Professores da cidade do Rio de Janeiro) está organizando o debate Países andinos: nacionalismos e transformações sociais.

O debate tratará sobre o contexto sociopolítico da Revolução Bolivariana e os desafios do presente; o protagonismo dos povos indígenas e dos movimentos sociais na Bolívia e no Equador; a nova polarização entre esquerda e direita na Bolívia; e as perspectivas de transformação das relações políticas e econômicas na região.

O debate acontecerá em dois dias:
DIA E HORÁRIO • Sexta-feira, 25 de setembro, às 19h
LOCAL • Subsede Campo Grande (auditório)
Rua Manaí, 180 (ao lado da Moacyr Sreder Bastos) Tel.: 2415-4686

DIA E HORÁRIO • Segunda-feira, 28 de setembro, às 18h30
LOCAL • Sede Centro (auditório do 2º andar)
Rua Pedro Lessa, 35, 3º andar Tel.: 3262-3440

O debate contará com os seguintes palestrantes:
Monica Bruckmann - socióloga e cientista política; pesquisadora da Cátedra e Rede UNESCO/UNU de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável (REGGEN) - Campo Grande e Centro;
Marcelo Coutinho - Mestre em Relações Internacionais / UNB e Doutor em Ciências Políticas / IUPERJ. Coordenador do Observatório Político Sul-Americano (OPSA) do IUPERJ - Campo Grande

O evento é GRÁTIS.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Pré-sal é tema de debate na Universidade Federal Fluminense

Na quinta-feira, 24 de setembro, às 19h, no Teatro da UFF, o pré-sal será tema de discussão no UFF Debate Brasil, sessão mensal de debates ao grande público com entrada franca. A camada de pré-sal é a denominação da faixa de petróleo considerada de alta qualidade e está localizada na costa brasileira, entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina, a sete mil metros de profundidade.

A Petrobras afirma ter tecnologia suficiente para extrair o óleo, entretanto, acredita-se que somente em 2016 essas reservas serão exploradas em larga escala. A descoberta tem provocado discussões em todo o país, e muitos defendem novos modelos de regulação para preservar parte dessa riqueza para o Brasil.

Participam do debate o ex-reitor da UFF e atual secretário municipal de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói, José Raymundo Martins Romêo; o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Leite Siqueira; o engenheiro e conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros, Paulo Metri; e o professor titular da Escola de Engenharia da UFF, Fernando Mainier.

Haverá transmissão ao vivo pela Unitevê, o canal universitário de Niterói e São Gonçalo (17 NET), e pela internet www.uff.br/uniteve. A classificação etária é de 12 anos. O Teatro da UFF localiza-se na Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói. Outras informações pelo telefone 2629-5030 ou pelo site www.centrodeartes.uff.br.

Fonte: UFF Notícias

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Trabalhadores e estudantes do Triângulo Mineiro em reorganização

No sábado, 12/09 os trabalhadores e estudantes de Uberlândia e Triângulo Mineiro vão se reunir na UFU para discutir sua organização e lutas.

SEMINÁRIO DE REORGANIZAÇÃO SOCIAL DO TRIÂNGULO MINEIRO

Estamos vivendo um momento caracterizado pela reorganização social no país diante a ofensiva neoliberal que caracterizou a conjuntura nacional e internacional nos últimos 20 anos. Essa conjuntura caracterizada pelos ataques à previdência pública, à educação pública, à saúde pública e aos direitos trabalhistas, contou com a inércia e a acriticidade da Central Única dos Trabalhadores (CUT) a essas e outras políticas neoliberais do governo Lula.

Mas desde o início do Governo Lula, em 2003, setores da esquerda brasileira não se furtaram em fazer a crítica às políticas neoliberais desse Governo e não se furtaram em realizar mobilizações nacionais e regionais em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras dessa país. Essas lutas foram protagonizadas pela Coordenação Nacional de Lutas Sociais (CONLUTAS), pela Intersindical, por algumas pastorais operárias, por sindicatos nacionais, e por diversos setores do movimento estudantil e do movimento social.

Durante esse período esses setores não deixaram de colocar em pauta a necessidade de construir um mundo socialista, apresentando a idéia de que a única estratégia para superar os inúmeros e profundos problemas sociais existentes hoje no Brasil e no mundo, é a luta internacional pela destruição do capitalismo.

Nesse sentido, diante a fraguimentação e às dificuldades concretas que essas organizações encontram na luta contra as políticas neoliberais, na luta pela reforma agrária e urbana, na luta contra os transgênicos e na luta contra a destruição devastadora do meio ambiente; iniciou-se um debate visando à construção de uma nova Organização Social que aglutine esses setores e que contribua na organização das futuras lutas sociais.

Essa atividade ocorrerá em várias cidades e regiões do país, e em Uberlândia será realizada no dia 12 de Setembro. Convidamos todos os militantes, ativistas, sindicatos, entidades estudantis, organizações populares e movimentos sociais do campo e da cidade a contribuírem na construção desse processo que aponta para um novo marco na história das lutas sócias no Brasil.


DATA: 12 de Setembro de 2009 - SÁBADO HORÁRIO: 9 horas às 17 horas

LOCAL: Universidade Federal de Uberlândia – Campus Santa Mônica - BLOCO 3Q - SALA 110

ÔNIBUS DO TERMINAL CENTRAL: T131 DESCER NA ESTAÇÃO 6

Após o Seminário todos estão convidados a participar do Buteco dos Lutadores. Traga sua Bandeira e seu Violão!!

CONTATOS: BETÂNIA (34) 8807-1585 / MÁRIO (34) 9945-3174

sábado, 18 de julho de 2009

A “fúria virtuosa” de Israel e suas vítimas em Gaza, por Ilan Pappe

Apresentação

Por Vinicius Valentin Raduan Miguel ( vmiguel@marxists.org )

16.07.2009

O presente texto foi originalmente publicado em inglês como editorial do site Electronic Intifada (http://electronicintifada.net) no dia 2 de janeiro de 2009. Ilan Pappé nasceu em 1954, Haifa, Israel. É filho de judeu-alemães que escaparam da perseguição nazista nos anos 1930 e é um dos mais renomados especialistas do conflito Israelo-Palestino tendo publicado 9 livros, sido co-autor em outros 3 e escrito centenas de artigos para jornais acadêmicos.

O mais famoso de seus livros, A Limpeza Étnica da Palestina (The Ethnic Cleansing of Palestine. Oneworld Publications, 2006; sem tradução para o português) denuncia que a guerra de 1948 foi uma sistemática e elaborada estratégia para expulsão dos palestinos, destruição das áreas construídas, objetivando a eliminação de não-judeus para a criação de Israel – um Estado para um só grupo étnico-religioso e/ou cultural-lingüístico. Um processo racista e colonial, eliminando a população tradicional para a instalação de grupos estrangeiros.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Debate do novo livro sobre Marini

Debate Pensamento de Ruy Mauro Marini - Debate sobre o tema e o livro

A AMERiCA LATINA E OS DESAFIOS DA GLOBALIZAÇÃO: ENSAIOS DEDICADOS A RUY MAURO MARINI

Debatedores:
Carlos Eduardo Martins
Adrian Sotelo Valencia
Oswaldo Munteal

Casa Bolivariana
Sexta feira, dia 10 de junho às 18 horas
Auditório da FAFERJ Praça da República, 24/3º andar

Realização:
Missão Ruy Mauro Marini – Movimento Revolucionário Nacionalista – Círculos Bolivarianos

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Militante da Conlutas lança livo sobre Direito revolucionário

O advogado Aderson Bussinger, Conselheiro da OAB-RJ e militante do PSTU e da Conlutas, é um dos organizadores do livro "Direito de Classe e Revolução Socialista", de autoria do revolucionário Piotr Stutcka.

A obra reúne uma seleção de textos teóricos sobre a concepção marxista do Direito e de como a revolução socialista de 1917 na Rússia tratou a questão do Judiciário no primeiro governo de Lênin e Trotsky.

O lançamento será no próximo dia 26 de junho, no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (Sind-Justiça).

Em sua terceira edição (a primeira foi em 2001), este é um livro dedicado ao estudo do Direito, conforme bem antecipa o seu título, mas sobre um Direito totalmente diferente dos padrões e conteúdos das disciplinas dos cursos jurídicos de nossa época — um direito que hoje se revela longínquo e que, de maneira ousada, buscou se afirmar quando do início do século XX, na esteira da Revolução de Outubro: o Direito da classe trabalhadora que acabava de tomar o poder.

O autor dos textos nele selecionados, Stutcka, foi um advogado, mas também um advogado totalmente diferente porquanto, antes de tudo, um revolucionário socialista que, ao lado de outros tantos revolucionários (e revolucionárias), dedicou-se a teorizar e aplicar os pressupostos deste novo direito no calor da luta, juntamente com os trabalhadores e trabalhadoras que naquele conturbado momento histórico, após a tomada do poder, tiveram que construir também um novo conceito (e prática) de Justiça: a Justiça de classe.

Buscando dar conta das principais formulações de Stutcka no campo do Direito, a par do seu trabalho e militância enquanto primeiro Comissário do Povo para Justiça da então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e, posteriormente, presidente do Supremo Tribunal, é que escolhemos os textos “Tribunal Velho e Tribunal Novo”, de janeiro de 1918; “A Constituição da Guerra Civil”, de setembro de 1918; “Direito Proletário”, de 1919 e, por último, o texto “O problema do Direito de Classe e da Justiça de Classe”, este de 1922. Juntamente com estes trabalhos, cuidamos de anexar o famoso Decreto nº 1 sobre o Tribunal criado pela revolução, em 24 de novembro de 1917, que fornece uma visão de como o então Conselho de Comissários do Povo, dirigido por Lênin e Trotsky, enfrentou desde já os intrincados assuntos judiciários, em meio a tantas tarefas imediatas e à notória falta de quadros para estes assuntos específicos.

Em “Tribunal Velho e Tribunal Novo”, sublinha-se, pelo menos, três formulações importantíssimas para o entendimento sobre o que pensava Stutcka, quais sejam: a) a ideia de que o Poder Judiciário burguês é o que denominou de “o órgão mais consistente do sistema capitalista e dos interesses das classes possuidoras, daí a necessidade da completa abolição do que era considerado o ‘templo do Direito e da Justiça’”; b) Em segundo lugar, a ideia de que a construção de um novo sistema judiciário deveria guiar-se pela premissa fundamental da elegibilidade dos juízes, na forma de um tribunal popular eletivo; c) a recusa do modelo clássico burguês de divisão dos poderes entre Judiciário, Executivo e Legislativo, sendo o novo poder unitário e assentado na classe trabalhadora. Ainda sobre este capítulo, chama-se atenção para questões colocadas como direito material revolucionário, tanto civil como penal; separação de Igreja e Estado; poder de inquérito e fim do monopólio estatal da acusação, sendo atribuída essa função a todo cidadão que é livre para processar; abolição da advocacia enquanto estamento privilegiado da antiga Rússia Czarista.

Em “A Constituição da Guerra Civil”, de forma sintética, acompanha-se o trabalho de elaboração da nova constituição, quando se vivia, no dizer de Stutcka, “o período mais agudo da guerra civil” e, concomitantemente, a jovem república dos operários e camponeses precisava fixar normas fundamentais, de forma escrita, como a “Declaração dos Direitos do Povo Trabalhador e Explorado” e uma carta fundamental das liberdades dos Trabalhadores da República Operária e Camponesa. Como escreve Stutcka, em contraposição ao que acusa de hipocrisia burguesa, a constituição da república soviética fala, tão somente, das liberdades da classe trabalhadora (a população trabalhadora das cidades e do campo). Interessante, também, neste texto a abordagem de questões como liberdade de consciência, religião, direito de cidadania e embasamento teórico em Karl Marx.

Sobre o texto Direito Proletário, de 1919, (no qual Stutcka faz questão de ressalvar “não ser possível falar-se em um Direito Proletário, porque o objetivo da própria revolução socialista encerra-se na abolição do Direito, na sua constituição por uma nova ordem socialista”) este trabalho se interliga e dialoga com o texto seguinte, “O problema do Direito de classe e da Justiça de classe”, de 1922. Isto porque, tanto em um como em outro, se desenvolvem as principais análises e conceitos sobre a estrutura da sociedade capitalista e o papel do Direito na velha e nova ordem que se pretende construir, valendo-se Stutcka da máxima de Voltaire: “se boas leis quiserdes ter, queimai as antigas e criai novas”. Destaco, também, as observações sobre direito de família, matrimônio, antes e pós-1917; os conceitos sobre contratação do trabalho, em que este último se transforma em obrigação e dever do Estado, como parte integrante do conceito de Direito Social; o conceito de direito adotado oficialmente nos preceitos fundamentais de Direito Criminal; prescrições específicas relativas às penas e delitos criminais, no âmbito do novo poder operário e, principalmente, o debate sobre o que vem a ser o Direito, em que cita Kant, Jhering (que diz “amaldiçoar” as revoluções) e a “Declaração dos Direitos Humanos” da grande Revolução Francesa, tudo isto permeado por uma cortante e incisiva crítica marxista sobre o que considera as ilusões sobre a Justiça e o Direito, ressaltando o lado ideológico destes. Interessante, igualmente, é o debate sobre o dualismo entre letra do Direito e Direito real, muito presente nas discussões atuais sobre o “Direito Alternativo”, principalmente entre os jovens estudantes de Direito que buscam uma saída em relação ao direito conservador e ‘positivista’ que lhes é ensinado.

Os advogados e militantes que se deram à tarefa de organizar, em trabalho coletivo, esta valiosa seleção de textos, dentre os quais faço questão de destacar o papel de seu tradutor, o Professor Emílio Astuto — hoje residente na Alemanha, onde advoga e leciona Direito —, pretendem, através de mais esta edição, atingir ao menos dois objetivos, além da óbvia contribuição para a história do Direito: a) despertar o pensamento crítico acerca do Direito que nos é imposto pelo regime capitalista, com a falsa idéia de direito “natural”, “apolítico”, “neutro” e positivista; b) demonstrar que, historicamente, já foi possível dar passos adiante na construção do socialismo e de um novo Direito e que estes registros e reflexões são necessários e úteis para todos aqueles que acreditam na retomada dos ideais desta revolução, tal como acreditaram K. Marx, F. Engels, Leon Trotsky, Rosa de Luxemburgo, sobretudo quando, nos dias atuais, o capitalismo mundial adentra em uma de suas maiores crises, provavelmente a maior destas.