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segunda-feira, 25 de julho de 2022

25/07 Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e Dia de Tereza de Benguela

ECONOMIA É FÁCIL | Toda segunda-feira, ao vivo às 18h
📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem. As principais notícias econômicas dos últimos dias analisadas na ótica dos trabalhadores. Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados.
🎙️Convidada: Profa. Dayse Oliveira, historiadora e militante do Movimento Quilombo Raça e Classe. 
📺 Assista a live no YouTube, Facebook e Twitter. 


terça-feira, 28 de julho de 2020

Pandemia: Os 73 bilionários da América Latina e do Caribe aumentaram suas fortunas em 17%



Quadro ECONOMIA É FÁCIL (28/07) o destaque do noticiário econômico do dia comentado pelo economista Almir Cezar Filho, durante a transmissão do programa Boletim Censura Livre: 'enquanto a maioria se arrisca a ser contaminada para não perder emprego, bilionários não têm com o que se preocupar", é o que afirma relatório da entidade internacional OXFAM.

Acesse no Youtube: https://youtu.be/ptAJBNafntA

🎙Você pode ouvir a emissora no aplicativo RadiosNet (http://l.radios.com.br/r/100204), no App exclusivo da emissora (http://webapp.hoost.com.br/clwebrad/) ou no site: www.clwebradio.com/.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Morre Eduardo Galeano, importante pensador da esquerda da América Latina

A seguir a excelente nota a CSP-Conlutas Central Sindical e Popular homenageando o escritor Eduardo Galeano, falecido anteontem. O pensador era uma das principais referências da esquerda latino-americanas nas últimas décadas.

Morre Eduardo Galeano, importante pensador da esquerda da América Latina

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

Quem da esquerda em algum momento ou em muitos não se emocionou com estas frases de Fernando Birri tão citadas por Galeano? Eduardo Galeano, um dos grandes maestros da esquerda latino-americana, tombou nesta manhã de segunda-feira, aos 74 anos, em Montevidéu, Uruguai, devido a complicações de um câncer no pulmão. Havia sido internado na última sexta-feira.

Ícone da literatura com inúmeras publicações, perseguido pelos regimes ditatoriais que varreram a América Latina, também era jornalista e ensaísta. Eduardo Galeano pode ser citado não como especialista em alguma das áreas pelas quais passou, mas como um humanista que construiu uma identidade de nossos povos pela ousadia em se opor às imposições da Europa e dos Estados Unidos. Tanto na política quanto no jornalismo e na literatura.

terça-feira, 8 de abril de 2014

O Capitalismo Dependente Latino-americano, uma resenha

Foram precisos quarenta anos após seu lançamento para ser publicado pela primeira vez em português e no Brasil o clássico das ciências sociais O Capitalismo Dependente Latino-americano, da socióloga Vânia Bambirra, cofundadora com Theotonio dos Santos e Ruy Mauro Marini da teoria marxista da Dependência. 

Para celebrar tal feito, o professor Raphael Lana Seabra escreveu uma excelente resenha do livro para a última edição da revista REBELA. 

Para ler o artigo em formato digital (.PDF) basta clicar aqui.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Livro com texto inédito de Ruy Mauro Marini, 'el maestro em rojo y negro'

por Vitor Hugo Tonin

Prezados,

Envio-lhes um novo produto deste esforço cada vez mais continental de resgatar e difundir a obra Ruy Mauro Marini, El maestro em rojo y negro, que me parece ser um excelente título para um trabalho de compilação de textos e de homenagem a Marini. Afinal El maestro era como Ruy era carinhosamente chamado pelos militantes do Movimento Izquierda Revolucionaria chileno (MIR-Chile), organização política que resgatava toda a tradição revolucionária latino-americana expressa em suas cores: el rojo y negro.

O livro é organizado pelo Instituto de Altos Estudios Nacionales de La Universidad de postgrado del Estado do Equador com forte apoio de Patrício Rivas, ex-militante do MIR chileno e amigo pessoal de Ruy. É de Patrício Rivas o cuidadoso prólogo-homenagem do livro: El saber revolucionário y los términos de la dominación mundial, onde situa o surgimento da Teoria Marxista da Dependência ao problematizar as condições históricas da construção do conhecimento e que a grandeza desta geração não provem de um saber “autocentrado” mas da “aceleración histórica de los tiempos políticos” que se expressa através de intelectuais dispostos a se vincular organicamente a classe trabalhadora e à práxis revolucionária. Assim sintetiza Patrício: “intentar localizar los aportes de Ruy Mauro Marini no es un ejercicio fácil, ya que él condensa y personifica a ese intelectual nacido en la década de los cincuenta del siglo XX” y que se trata de um “sujeto singular que es intelectual y militante, y que desde el ámbito del pensamiento aporta modelos de trabajo para los propios movimientos sociales que no se someten a la cultura dominante”.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Universidade abre curso sobre 'Marxismo na América Latina, diálogos sobre dependência e independência'

A Universidade de Integração Latino-americana (Unila), instituição federal de educação superior no Paraná, abre o curso 'Marxismo na América Latina, diálogos sobre dependência e independência'. O objetivo do curso é apresentar uma das vertentes do marxismo latino-americano: a Teoria Marxista da Dependência.

Nesse sentido, a proposta de “América Latina: Diálogos sobre dependência e independência” nasceu da demanda pelo aprofundamento criativo do debate acerca das características Latino-Americanas que ao mesmo tempo nos aproximam e nos diferenciam – cujo interesse particular é facilmente percebido em nossa região de fronteira.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Lançamento de 'Trotsky e México: duas revoluções do século XX'

O Cine ABI, em parceria com o Cineclube da Casa da América Latina

Apresentam: 
Trotsky e México - Duas Revoluções do Século XX

Direção de Adolfo García Videla (2006) - Documentário - 80 min.

10 de outubro 
quinta-feira
a partir das 18h30

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

IELA organiza curso com o prof. Jaime Osório

Instituto de Estudos Latino-Americano da Universidade Federal de Santa Catarina (IELA/UFSC) organiza curso em Florianópolis com o professor chileno Jaime Osório Urbina de 7 a 11 de outubro sobre "Estado, Poder e Classes Sociais na América Latina”.


Professor Jaime Osório Urbina (Foto: divulgação) 

O IELA realiza nesse semestre mais uma edição dos Cursos Livres. Em outubro, o instituto recebe o professor chileno Jaime Osorio Urbina para um curso sobre “Estado, Poder e Classes Sociais na América Latina”. A tematização e a reflexão sobre o estado desapareceu da reflexão em ciências sociais no Brasil, limitando-se, quando muito, a debates sobre o “papel do Estado”. A carência de um debate sobre a natureza e as transformações do estado capitalista na América Latina é o que motiva o IELA a oferecer este curso à comunidade da UFSC.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Theotonio dos Santos fala sobre integração na América Latina

Em entrevista, Theotonio dos Santos avalia os processos de integração na América Latina, fala sobre a relação com a China e alerta para a ameaça da Aliança do Pacífico

Agencia Latinoamericana de Información - ALAI (17/06/2013)
Osvaldo León,

No ato de abertura do VIII Fórum da Associação Mundial de Economia Política, no final de maio deste ano, o cientista social brasileiro Theotonio dos Santos foi homenageado com o Prêmio Economista Marxista 2013, que esta entidade outorga desde o ano de 2011, como reconhecimento de sua extensa produção intelectual, que tem como um dos eixos a “Teoria da Dependência”, tendo em vista que participou na sustentação inicial dela.

Formado em economia, sociologia e ciência política, este professor emérito, da Universidade Federal Fluminense e coordenador da Cátedra e Rede UNESCO-ONU de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável (Reggen), participou da Conferência da União de Nações Sul-Americanas sobre “Recursos Naturais para um Desenvolvimento Integral da Região”, realizada entre 27 e 30 de maio, que ocorreu em Caracas, Venezuela, onde aconteceu a entrevista que se segue.

A entrevista é de Osvaldo León, publicada pela Agencia Latinoamericana de Información e traduzida pelo Cepat.

(Osvaldo León) Nos últimos dias do mês de março, você esteve na China, atendendo aos convites da Academia Chinesa de Ciências Sociais, e na de Xangai. O que você pode nos dizer sobre as expectativas desse país em relação à América Latina?

(Theotonio dos Santos) A China tem um interesse muito grande pela América Latina porque é uma fonte de matérias-primas, o que para ela é fundamental. Nos anos 1990, também buscaram estabelecer acordos de cooperação tecnológica, especialmente com o Brasil. Entre 1994 e 1995, finalmente se concretizou um na questão espacial, mas o Brasil não cumpriu grande parte do acordo. A China neste campo conseguiu um desenvolvimento colossal, enquanto que o Brasil não conseguiu enviar nenhum foguete ao espaço. Então, esta cooperação não avançou muito. Agora, eles pensam muito na América Latina para chegarem a acordos regionais e já propuseram uma reunião regional...

terça-feira, 4 de junho de 2013

Boom de crescimento da América Latina chega ao fim

Boom de crescimento da América Latina chega ao fim

Por PAULO WINTERSTEIN, de São Paulo, e DARCY CROWE, de Bogotá

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Armazém de placas de cobre do Grupo México,
em Sonora, no México.

Bloomberg News



O boom de commodities que durou mais de dez anos na América Latina, reforçando o crescimento da região e tirando milhões de pessoas da pobreza, está dando sinais de enfraquecimento, à medida que a demanda da China desacelera, golpeando economias em todo o continente.

A prova mais recente de uma desaceleração regional veio na quarta-feira, quando o governo brasileiro informou que sua economia cresceu apenas 1,9% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior, muito abaixo das estimativas de crescimento de 2,4%. Em comparação com o trimestre anterior, o PIB do país registrou um crescimento modesto de 0,6%, levando o governo a baixar sua previsão do crescimento para este ano, de 3,5% para um percentual não especificado.

"É evidente que não vamos conseguir um impulso do comércio por um bom tempo e que o boom das commodities já passou", disse André Perfeito, economista-chefe da corretora paulista Gradual Investimentos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Coleção de clássicos latino-americanos do pensamento social inéditas no Brasil


Instituto de universidade publica coleção de obras clássicas de autores do pensamento social latino-americanos inéditas no Brasil. 
As duas primeiras obras, embora de brasileiros, jamais haviam sido publicados no país.

Fonte: IELA
O Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), vem publicando a coleção Pátria Grande, Biblioteca do Pensamento Crítico Latino-Americano, que deverá reunir 40 volumes, todos editados pela Editora Insular, de Florianópolis. 

A intenção é divulgar autores e obras clássicas das ciências sociais na América Latina que deram vida ao que entrou para a história como “pensamento crítico latino-americano”. As obras escolhidas para compor esta Biblioteca são inéditas ou foram divulgadas apenas marginalmente no Brasil. 

Com esse trabalho, o Iela inaugura mais um a frente de ação. Não apenas no debate sistemático das temáticas latino-americanas, mas o estudo permanente de pensadores praticamente desconhecidos nas universidades brasileiras. 

Fonte: IELA
A coleção, ao ser concretizada em livro, eterniza, em português, obras de fundamental importância para se compreender a América Latina. O segundo volume da coleção lançado agora em 2013 é o livro “O capitalismo dependente latino-americano”, de Vânia Bambirra. Cuja primeira edição é de 1974, desde então inédita em português e no Brasil (clique aqui para ler em espanhol).

Ano passado foi publicado o primeiro volume da coleção, o livro “Subdesenvolvimento e revolução”, do mineiro Ruy Mauro Marini (1932-1997), publicada originalmente no México em 1969 e que ganhou sucessivas edições em muitos países sem, contudo, jamais ter sido publicada em nosso país. 

Não por acaso, dois clássicos centrais da Teoria Marxista da Dependência.

Para ter acesso ao livro entre em contato com Iela por iela@iela.ufsc.br ou http://www.iela.ufsc.br/

terça-feira, 21 de maio de 2013

Seminário 40 anos do livro "Dialética da dependência" no México


Hoje e amanhã (21 e 22 de maio) acontece na Cidade do México,  o Seminário Internacional 40 años de Dialéctica de la dependencia, livro clássico sobre desenvolvimento sócio-econômico na perspectiva marxiana e latino-americanista do intelectual brasileiro Rui Mauro Marini.

O seminário contará inclusive com a presença de professores universitários e pesquisadores brasileiros e acontecerá no Auditorio Mtro. Ricardo Torres Gaitán, da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). 

Rui Mauro Marini foi um dos formuladores da Teoria Marxista da Dependência e professor de sociologia por muitos da UNAM, que inclusive dedica um centro de pesquisa em sua memória, com um portal na internet para divulgar suas obras. Curiosamente, segue sendo um intelectual muito mais celebrado e estudado no México e na América Latina de língua castelhana do que no Brasil. Esse livro terá sua primeira publicação em português e no Brasil pela primeira vez esse ano.

As inscrição e informações do seminário são pelo site: www.iiec.unam.mx

Veja a programação:

terça-feira, 7 de maio de 2013

Encontro Anual da Associação Mundial de Economia Política em Florianópolis


Nos dias 25 e 26 de maio acontecerá em Florianópolis o 8o. Encontro Anual da WAPE (Associação Mundial de Economia Política), evento organizado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Federal de Santa Catarina (IELA-UFSC).

Haverá no dia 24 uma sessão latino-americana com um debate sobre o tema do endividamento externo. Maria Lucia Fatorelli e Alejando Olmos, as duas figuras mais importantes da auditoria da dívida equatoriana (lamentavelmente desconhecida no Brasil) onde serão tratados dois temas: a) a farsa do desendividamento externo argentino; b) o super endividamento do estado brasileiro. Os dois conferencistas também analisarão as consequências da auditoria da dívida equatoriana.

O outro debate será sobre a vigência do marxismo latino-americano e contará com a participação de Juan Kornblihtt (Argentina), José Martins (UFSC), Niemeyer Almeida (Sociedade Brasileira de Economia Política - SEP) e Nildo Ouriques (UFSC/IELA).

A programação completa vocês podem acessar na página eletrônica do IELA (www.iela.ufsc.br) ou do Encontro WAPE (http://encontrowape.blogspot.com.br/)

sábado, 24 de novembro de 2012

Para Bird, Brasil ainda não é país de classe média

Para Bird, Brasil ainda não é país de classe média
Alex Ribeiro | Valor Econômico - 14/11/2012

De Washington - O Brasil reduziu a desigualdade e tirou milhões de pessoas da pobreza nos últimos anos, mas ainda não é um país predominantemente de classe média, sugere um relatório divulgado ontem pelo Banco Mundial (Bird). A maior parte da população está numa zona cinzenta chamada de "vulneráveis". O grupo tem alto risco de retroceder na escala social. Pelo critério adotado pelo Banco Mundial, 28% da população brasileira é de pobres, 32% é da classe média e 38% são os vulneráveis. Cerca de 3% pertence às classes altas (a soma dos percentuais dá mais de 100% por causa de arredondamentos). Os vulneráveis são as pessoas que têm risco maior de 10% de cair na pobreza nos próximos cinco anos.

Com o título " Mobilidade Econômica e a Ascensão da Classe Média Latino-Americana", o relatório divulgado ontem pelo presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, desafia outros estudos recentes que afirmam que a maioria da população brasileira pertence à classe média. O Brasil está numa situação semelhante a outros países da América Latina. Na região, 30% são classe média, 30% são pobres, 38% são vulneráveis e 2% são classe alta. Pelo critério usado pelo Bird, pobres são aqueles que ganham menos de US$ 4 por dia. Classe média é quem ganha de US$ 10 a US$ 50. O grupo na faixa entre US$ 4 e US$ 10 é o dos vulneráveis. Quem ganha mais de US$ 50 é classe alta.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

A quarta fase da dependência econômica do Brasil e o renascimento da Teoria Marxista da Dependência

por Almir Cezar
Economista pela Universidade Fed. Fluminense (UFF) e mestre pela Univ. F. de Uberlândia (UFU)

Atualmente vem ocorrendo na intelectualidade crítica da América Latina da área de Economia e Estudos Sociais um renascimento da Teoria Marxista da Dependência, que na década de 1980 e 90 foi considerada morta. Como desdobramento surge uma interpretação da fase atual da trajetória de desenvolvimento sócio-econômico iniciada na década de 1990, associando-a os estudos sobre o capitalismo nacional desses países à globalização, ao neoliberalismo e à financeirização, entendendo a fase atual como uma quarta fase na dependência econômica.

Toda uma vertente de autores sobre desenvolvimento econômico, divergindo da linha mais tradicional da Economia, defendem a ideia que o subdesenvolvimento da maioria dos países do mundo é fruto da subordinação das economias nacionais aos dos países ditos "desenvolvidos" e uma contrapartida ao desenvolvimento desse punhado de países, uma espécie de relação de dependência do país subdesenvolvido a um país desenvolvido. Desse ponto de vista, portanto, a superação do subdesenvolvimento teria de ser buscada em outros métodos à evolução desses países avançados, abandonando portanto a ideia de um processo  econômico-histórico evolutivo que levaria naturalmente "do subdesenvolvimento ao desenvolvimento", mas apenas por meio do fim dos elementos estruturais que condicionam internamente o país a sua conformação enquanto dependente, logo subdesenvolvido. É o que proporá geração teórica da Teoria da Dependência.

A Teoria Marxista da Dependência, ou simplesmente, teoria da dependência, é uma formulação teórica desenvolvida por intelectuais como Ruy Mauro Marini, André Gunder Frank, Theotonio dos Santos, Vania Bambirra, Orlando Caputo, Roberto Pizarro e outros, aparecida na década de 1960, que consistia em uma leitura crítica e marxista não-dogmática dos processos de reprodução do subdesenvolvimento na "periferia" do capitalismo mundial (América Latina e Caribe, África e Ásia), em contraposição tanto às posições marxistas convencionais dos partidos comunistas (PCs), como à visão estabelecida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Um Brasil imperialista, por Carlos Tautz


O caso denunciado em 2 de agosto pelo jornal O Estado de São Paulo é emblemático de como as empresas brasileiras vão se expandindo mundo afora, repetindo lá os mesmos padrões de desrespeito e até de violações de direitos humanos que muitas multinacionais dos EUA e da Europa já praticaram aqui mesmo no Brasil.

Segundo o Estadão, “disputas trabalhistas e políticas envolvem Vale em massacre na África”, provocaram a morte de seis manifestantes em protestos contra a política de contratações da mineradora brasileira na Guiné. O massacre de seis civis em 4 de agosto teria a ver com disputas em torno de uma jazida de minério naquele país da costa oeste da África.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Argentina impõe restrições à compra do dólar para evitar evasão de divisas


Agora, o argentino que quiser adquirir moeda estrangeira para viajar terá que pedir autorização à Receita Federal do país. Medida prevê risco de prisão para quem infringir.

Argentina impõe restrições à compra do dólar para evitar evasão de divisas
Agência Brasil | 29/05/2012

O governo argentino reforçou na segunda-feira os mecanismos de controle de câmbio, que vinha implementando desde novembro do ano passado, para evitar a fuga de divisas estrangeiras no país.

A partir desta terça-feira, o argentino que quiser comprar dólares, euros, reais ou qualquer outra moeda, para viajar ao exterior, terá que pedir autorização à Receita Federal da Argentina, conhecida como Afip.

Para isso, ele deverá informar o destino, a data da viagem e o motivo. Caso contrário, a única opção será comprar divisas no mercado paralelo – o chamado “dólar blue” – pagando 32% a mais e correndo o risco de ir preso.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Apesar das ameaças da Espanha e da UE nacionalização da petrolífica YPF não prejudica em nada o Brasil e o Mercosul


Apesar das ameaças da Espanha e da UE nacionalização da petrolífica YPF não prejudica em nada o Brasil e o Mercosul. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, decidiu nacionalizar a petrolífera YPF, controlada pela espanhola Repsol. Em projeto ao Congresso, ela decreta de "interesse público nacional" o setor petrolífero. E determina que, das ações da empresa, 51% serão retomadas pelo Estado argentino e 49% serão distribuídas pelas províncias. O projeto começará a ser debatido pelo Senado. A decisão foi anunciada no último dia 16 por Cristina Kirchner que assinou decreto pedindo urgência na tramitação do projeto de lei no Congresso. Ela disse ainda que por 30 dias a empresa YPF ficará sob intervenção do governo e responsabilidade do ministro do Planejamento da Argentina, Julio de Vido. 
 
O governo argentino alega que a empresa Repsol, que administra a YPF, cometia uma série de irregularidades, como violações ao meio ambiente. As autoridades informaram que não pagarão o valor exigido pelos empresários espanhóis pela expropriação.

A iniciativa da Argentina gerou uma série de contestações na Espanha. As autoridades espanholas condenaram a medida e prometem reagir, inclusive levar o caso à Justiça internacional. Para as autoridades, a decisão ameaça a relação de cordialidade entre os dois países.O primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, tentará o apoio político na América Latina para reverter a decisão. 

Informações das últimas semanas já sugeriam que o governo argentino está considerando algum tipo de intervenção estatal na YPF SA, ex-estatal argentina de petróleo e gás na qual a Repsol tem participação controladora. Informes haviam sugerido que a presidente argentina Cristina Kirchner anunciaria algum tipo de ação em relação à YPF. A Espanha começou a exercer pressão diplomática sobre a Argentina na sexta-feira, em meio à contínua incerteza sobre os planos do país latino-americano para a subsidiária local da Repsol YPF, a principal petrolífera da Espanha.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Mostra de cinema da Venezuela, em Brasília


A Embaixada da República Bolivariana da Venezuela, em parceria com a Secretaria de Cultura do GDF e o Museu Nacional Conjunto Cultural da República, convida ao público à mostra de cinema
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de 2 a 5 de fevereiro de 2012
no Auditório do Museo Nacional
ENTRADA FRANCA

Classificação: 16
http://brasil.embajada.gob.ve
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

País tem 14 das 50 cidades mais violentas do mundo

Pelo menos 14 cidades brasileiras estão entre as mais violentas do mundo. A conclusão é de estudo da ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal. A entidade listou as 50 cidades mais violentas em todo mundo.

San Pedro Sula, em Honduras, foi apontada como a mais violenta, com 158,87 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em segundo lugar, vem Juárez, no México, com uma taxa de 147,77.

No Brasil, Maceió, capital alagoana, aparece como a mais violenta, no terceiro lugar no ranking, com 135,26 homicídios por 100 mil habitantes. A seguir vêm Belém (PA) - em 10º lugar, com 78,08 homicídios por 100 mil habitantes; Vitória (ES), em 17º  lugar, com taxa de 67,82; Salvador (BA), em 22º  na lista, com 56.98 e Manaus (AM), em 26º , com 5,21.