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quarta-feira, 25 de junho de 2025

As guerras permanentes de Israel são tanto a causa como resultado de graves crises internas

Neste corte do Economia É Fácil, o economista Almir Cezar Filho analisa como a escalada militar de Israel contra Gaza e o Irã se conecta à profunda crise política, social e econômica que abala o país.
O vídeo mostra que, apesar da retórica de força, Netanyahu enfrenta uma situação cada vez mais insustentável:
🔵 Divisão interna da sociedade israelense, com protestos massivos contra o governo e seu projeto de guerra permanente.
🔵 Pressão das elites econômicas e do setor de tecnologia, temerosas do impacto do conflito sobre os negócios e investimentos.
🔵 Mobilizações de reservistas, greves e recusa de setores militares a seguir sustentando as operações.
🔵 Fuga de investimentos e empresas estrangeiras, alimentada pelo boicote internacional (BDS) e pelo desgaste diplomático.
🔵 Comparação com o regime de apartheid da África do Sul, que também enfrentou isolamento econômico antes de cair.
🔵 A crise institucional com a Suprema Corte e a possibilidade real de queda do governo.
Destaca que o cerco econômico e a resistência popular — tanto em Israel quanto internacionalmente — podem acelerar mudanças históricas na região.

 

https://youtu.be/yeIeqdX8T7g

sexta-feira, 20 de junho de 2025

Irã x Israel: Nova Escalada. Oriente Médio em Chamas e os Riscos ao Mundo - Quem é que lucra?

Analisamos os ataques aéreos de Israel contra o Irã, a resposta iraniana, a situação em Gaza e o papel dos EUA e outras potências na escalada militar no Oriente Médio. Qual o cenário que se desenha? Quais os interesses em jogo? E como os povos da região resistem?



🔹 1. A Nova Escalada Militar Israel x Irã
🔹 2. Crise em Gaza e Impasse Militar de Netanyahu
🔹 3. Crise Política e Social em Israel
🔹 4. A Crise Econômica de Israel
🔹 5. Papel dos EUA e Contradições no Imperialismo
🔹 6. O Regime Iraniano: Ditadura e Contradições
🔹 7. Solidariedade Internacional e Mobilizações
🔹 8. Proposta Política

📺 https://youtube.com/live/n0zp_aiQBRg

quarta-feira, 18 de junho de 2025

A Rússia e Ucrânia está longe de um cessar-fogo. É o imperialismo que não deixa

 📼https://youtu.be/Mb3a1AcdpuI


Mais um vídeo do Economia É Fácil, o seu canal de economia e conjuntura com linguagem fácil e na perspectiva dos trabalhadores. Corte da entrevista com Cyro Garcia, historiador e professor de Direito.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

[vídeo] Guerra na Ucrânia. Qual o impacto na economia e no Brasil? | ECONOMIA É FÁCIL (ed. especial)

Nesta quinta-feira 24/02 às 20h o programa Economia É Fácil (em edição especial) faz um bate-papo ao vivo com os ouvintes e internautas da Web Rádio Censura Livre. No tema: "Começa guerra da Rússia contra a Ucrânia. O que acontecerá na economia mundial? E aqui no Brasil?". 
Apresentação: Almir Cezar, economista. Participação: Cyro Garcia, historiador e professor.




sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Coalizão da Rússia na Síria, um prólogo de algo pior por vir

por Almir Cezar

Três semanas de ataques aéreos e por mísseis na Síria deram aos governos e aos militares do Ocidente uma apreciação mais profunda da transformação da estratégia  de política externa e militar da Rússia do presidente Vladimir Putin. A ação militar da coalizão liderada pela Rússia com Irã, Iraque e Hezbollah, e até China, sobre a Síria contra o Estado Islâmico (ISIS).  Interesses entre-imperialistas em jogo. Tendo de tudo para ser uma espécie de prólogo da Terceira Guerra Mundial.

Os ministros das Relações Exteriores dos Estados Unidos, Arábia Saudita, Turquia e Rússia participarão nesta sexta-feira (23/10) em Viena de conversações inéditas sobre a guerra na Síria, com posições antagônicas sobre o futuro do regime de Damasco. Estados Unidos, Arábia Saudita, Turquia e Rússia estão em lado oposto ao de Moscou, no conflito sírio.

domingo, 28 de novembro de 2010

A farsa da pacificação do Estado do Rio de Janeiro

Contra a corrente de opinião dominante, o PSTU emite nota pública contrária as ações violentas de segurança pública no RJ por parte do governo federal e estadual, que utilizam inclusive tropas das Forças Armadas, que vêm sendo chamadas pela grande mídia e políticos como "guerra ao tráfico". Para PSTU essas ações não vão na raiz do problema da criminalidade urbana e o resultado das UPPs são questionáveis, os verdadeiros perdedores não serão os traficantes mas os trabalhadores cariocas e fluminenses, especialmente moradores das comunidades carentes.

A farsa da pacificação do Estado do Rio de Janeiro

PSTU RJ

• O Estado do Rio de Janeiro vive uma verdadeira guerra civil, um estado de sítio, que desmascara a demagogia e a incompetência do governador reeleito Sergio Cabral (PMDB) e seus subordinados. Para ganhar a eleição divulgaram amplamente que a cidade e o estado estavam pacificados, que tinham através das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) acabado com o tráfico e, consequentemente, com a violência.

Neste exato momento helicópteros da Polícia Civil e da Polícia Militar sobrevoam a cidade e as comunidades do Complexo do Alemão e a de Manguinhos, tentando encontrar os culpados por esta situação. As escolas estão suspendendo as aulas e os trabalhadores estão voltando mais cedo para as suas casas. No centro da cidade as pessoas interrompem mais cedo as suas atividades. Neste momento, ônibus estão sendo incendiados, e rodovias bloqueadas por traficantes, que saqueiam os veículos e logo em seguida ateiam fogo. Nos últimos dias. mais de 40 veículos, entre ônibus e carros de passeio, foram incendiados, dezenas de bloqueios de estrada, para em seguida ser praticado o saque aos motoristas.

Em vários pontos do estado, o governador aliado de Lula, tenta através de blitz inibir a ação dos traficantes, todos os policiais que exerciam funções internas, médicos, mecânicos, funcionários burocráticos, todos foram convocados para atuarem nas ruas das cidades como se o problema da violência fosse resolvido numa ação de guerra. Todas as medidas até agora adotadas pelo setor de segurança do estado falharam, e o que predomina é o pânico, a insegurança e a falta de uma política que de fato enfrente a violência e a insegurança.

Neste momento a imprensa, em particular a Rede Globo, aproveita a situação para aumentar sua audiência, alardeando o caos que se encontra a cidade e o estado, mas não fala que tudo isso se explica, por um lado, em função da miséria que vive uma parte da população, que é condenada a viver nos morros da cidade em barracos, sem empregos e com salários insignificantes, reprimida pela polícia fascista e corrupta de Sergio Cabral, pelo tráfico ou pela milícia. Por outro lado, a conivência do Estado com os grandes empresários, que tem ligação com o tráfico internacional de drogas e de armas. Estes senhores quando são pegos alegam que são colecionadores de armas.

Neste momento o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que quem passar na frente do Estado vai ser atropelado. Os policiais traduzem as ordens do Estado e dizem que vai morrer muita gente. Treze pessoas já morreram, demonstrando qual é a política destes senhores fascistas. Vão exterminar os pobres e negros e jovens e vão dizer que são traficantes. Um bom exemplo que não devemos confiar nestes governantes foi a instalação das UPPs na área da Tijuca, o morro do Borel, Formiga, Casa Branca, Macacos, Morro da Liberdade, Turano, Salgueiro, todos com grande presença do tráfico, com centenas de traficantes fortemente armados, foram ocupados após acordo do governo com os traficantes, que garantiu a saída de todos , com seu armamento de guerra, antes da ocupação.

Uma vergonha. Esta manobra do governador e de todos os seus aliados foi comemorada por Sérgio Cabral, Lula e Dilma, e seu secretário de segurança, que divulgaram amplamente que tinham acabado com o tráfico e pacificado a cidade e o estado sem dar um tiro. Disseram que os traficantes fugiram assustado. Com este discurso ganharam as eleições de outubro. Quem não lembra da candidata Dilma dizendo na televisão que iria exportar estes exemplos do Rio para o resto do país? Na verdade o que ocorreu foi um grande acordo do Estado com os traficantes, que se deslocaram para outras regiões da cidade e do estado, preparando a região da Tijuca e da Zona Sul para receber os turistas e os investimentos da Copa do Mundo e para as Olimpíadas.

O governador e seus aliados andam de carro blindado, com escolta de seguranças, de helicóptero, enquanto nós trabalhadores ficamos vulneráveis nos ônibus, que estão frequentemente sendo incendiados. O governo aproveita esta situação para criminalizar a pobreza, estão preparando um verdadeiro extermínio nas regiões mais pobres. Está sendo preparada a invasão do Complexo do Alemão e de Manguinhos. Sabemos que quem vai pagar são os trabalhadores e a juventude, com o pretexto de atacar os traficantes, sabemos onde vai dar essa política. Se for negro e pobre, atira e depois verifica quem é.

Um programa socialista para enfrentar a violência
Não achamos que as UPPs sejam a solução. Não é possível viver sob uma ocupação. Todas as medidas de maquiagem do Estado, os cursos com os caminhões do SENAC nas comunidades (para pouquíssimas pessoas) para ensinar corte e costura e formar cabeleireiro e noções de informática, não garante o que é o fundamental. As pessoas precisam na comunidade e no país de um bom emprego, com um salário decente. Por isso propomos que o salário mínimo dobre imediatamente. Propomos a construção de boas escolas com muitas vagas e com profissionais da educação tendo um salário decente, e não o vergonhoso salário de 700 reais que paga o estado ao professor. Defendemos a construção de bons hospitais para que os trabalhadores não morram por falta de leito nas emergências. Exigimos que o governador pare imediatamente com a demolição do IASERJ, com o fechamento do Pedro II, hospitais que são fundamentais. Queremos lazer decente, acesso a cultura e não maquiagem para turista ver. Queremos moradias decentes e com infra-estrutura. Existe um responsável pelas ações que estão ocorrendo no estado e na cidade: é o governador, os prefeitos e o governo federal que fizeram muito estardalhaço nas eleições e que agora nos deixam nesta situação.

Não acabaremos com a violência e com o tráfico sem descriminalização das drogas, sem colocar na cadeia os grandes empresários que traficam as armas e as drogas, sem o confisco de seus bens. Não acabaremos com violência se não tivermos empregos decentes para as nossas famílias. Precisamos dissolver essa polícia e construir uma polícia ligada à população e, principalmente, controlada por ela, com eleições para o comando e para os delegados e com mandato revogável. Exigimos o fim do extermínio dos pobres e negros. Não a invasão e ao extermínio dos moradores das comunidades.

Cyro Garcia, Presidente do PSTU - Rio de Janeiro

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ato da CSP Conlutas-DF contra permanência das tropas no Haiti

 ATO PÚBLICO 

CONTRA A PERMANÊNCIA DE TROPAS BRASILEIRAS NO HAITI 

NESTA 6A. FEIRA, 15/10/2010


Nesta 6a feira agora, dia 15/10/2010, além de ser o Dia dos Professores(as) é também o fim do prazo para a permanência das tropas brasileiras no Haiti. O Congresso Nacional deveria discutir e decidir se as tropas brasileiras deverão continuar ou não no Haiti. Mas por conta do 2o. turno eleitoral, não estão fazendo nenhuma discussão.

Enquanto isto, os trabalhadores e o povo do Haiti, seguem sofrendo sem apoio após o terremoto e com as tropas da ONU, inclusive brasileiras, oprimindo a população.

A CSP-CONLUTAS-DF convida a tod@s ativistas ods movimentos sociais a realizar um ato público na 6a feira, 15/10/2010, às 10:00h em frente ao Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) na Esplanada dos Ministérios, contra a permanência de tropas brasileiras no Haiti.

Venham com sua bandeiras e com sua organização e ajudem a que nossos irmãos e irmãs do Haiti, não sejam esquecidos e massacrados.