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segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Crise política, "Plano 142" e as investigações sobre tentativa de Golpe bolsonarista de 8 de janeiro

🚨 Nesta quinta-feira (05/12), às 21h, vamos discutir o indiciamento de Bolsonaro e generais pela tentativa de golpe revelado pela PF. Quais as implicações políticas e jurídicas? Como isso impacta a democracia no Brasil? 🤔

👤 Convidado especial: Cyro Garcia, historiador, professor de Direito e ativista.

🔴 Participe AO VIVO! Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=BoqeBqyi9cQ

📢 Comente, compartilhe e fortaleça a luta pela democracia!

📌 Não perca! Economia É Fácil com Almir Cezar Filho. #Plano142 #TentativaDeGolpe #Bolsonaro #Democracia #EconomiaÉFácil #WebRádioCensuraLivre


terça-feira, 14 de maio de 2024

CASO MARIELLE: Amigos de Bolsonaro, lamaçal na Polícia e até envolvimento de generais, diz a PF

 Mais um vídeo do Economia É Fácil, o seu canal de economia e conjuntura com linguagem fácil e na perspectiva dos trabalhadores.
✂ CORTE: Prisão dos Mandantes de Marielle: Avanços e Continuidade das Investigações: A prisão dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, após seis longos anos, marca um significativo avanço na busca por justiça. Neste vídeo, discutimos a importância desse marco e a necessidade de continuidade nas investigações para esclarecer todas as circunstâncias do crime. As investigaçãoes da Polícia Federal chega aos mandantes que seriam os irmãos Brazão, amigos e aliados da família  Bolsonaro. Mais ainda, se vê um lamaçal na Polícia E possibilidade de alcançar os generais que comandaram a intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro de 2018, como o ex-chefe da casa civil do governo Bolsonaro, o general Braga Netto. Assista e entenda mais sobre os recentes desdobramentos das investigações e o que ainda precisa ser feito para que a pergunta 'Quem mandou matar Marielle e Anderson?' seja completamente respondida.

sexta-feira, 8 de março de 2024

Crescentes violência contra a mulher e ameaça à laicidade do estado são partes do projeto neoliberal, entrevista com Dayse Oliveira

 🔍Vamos analisar o aumento dos casos de feminicídios, violência sexual, como também as ameaças à laicidade do estado aqui no Brasil e o impacto das privatizações e reformas trabalhistas e da previdência nos direitos das mulheres.
🎙️ Uma conversa reveladora com a professora Dayse Oliveira. Dayse, mulher negra, mestre em estudos raciais, sindicalista e militante do Movimento Mulheres em Luta (MML), traz uma perspectiva única sobre o Dia da Igualdade Salarial (25/02) e as preparações para o "8 de Março - Dia Internacional das Mulheres".



segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Segurança à Beira do Abismo: Um Flagelo que Cruza Partidos e Governos | ECONOMIA É FÁCIL



📻 Nesta segunda-feira 04/09 a partir das 18h mais uma edição ao vivo e inédita do programa Economia É Fácil na Web Rádio Censura Livre, tratando dos temas de economia e conjuntura mais importante dos últimos dias com linguagem fácil e na perspectiva dos trabalhadores. 
🎙️Apresentação do economista Almir Cezar Filho
🎤 Convidado: Cyro Garcia, historiador e professor de Direito
📰 Uma produção da Agência de Notícias Alternativas-ANOTA para a Rádio Censura Livre.



segunda-feira, 30 de maio de 2022

#podcast ECONOMIA É FÁCIL | Mais poder ao Agronegócio, mais violência no campo: sua relação com inflação, secas e cortes na reforma agrária


📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil nesta segunda-feira 30/05 às 20h ao vivo nas plataformas da web Rádio Censura Livre. Apresentação do economista Almir Cezar Filho.
🎤Convidado: WALDEMIR SOARES, assessor jurídico da CSP-Conlutas e membro da setorial do campo.
🗣️Tema da semana: Explode o número de conflitos agrários desde o início do governo Bolsonaro: o que isso tem haver com a inflação, as secas e os cortes na reforma agrária?

quinta-feira, 26 de maio de 2022

ECONOMIA É FÁCIL | Inflação, secas e conflitos no campo. Com Bolsonaro: Mais poder ao Agronegócio, mais miséria

📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil nesta segunda-feira 30/05 às 20h ao vivo nas plataformas da web Rádio Censura Livre. Apresentação do economista Almir Cezar Filho.

🎤Convidado: WALDEMIR SOARES, assessor jurídico da CSP-Conlutas e membro da setorial do campo.

🗣️Tema da semana: Explode o número de conflitos agrários desde o início do governo Bolsonaro: o que isso tem haver com a inflação, as secas e os cortes na reforma agrária?


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

'Não há onda conservadora'. População rejeita em consulta armamento da sua guarda

Amplo NÃO à proposta repressiva mostra que há na verdade polarização política e
 uma contraofensiva da ultradireita que pode ser derrotada

(Ensaios sobre Direita Pós-Moderna)

por Almir Cezar Filho

A maioria da população de Niterói, cidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, rejeitou em votação organizada pela própria Prefeitura o armamento da sua guarda municipal (ver AQUI a notícia). O NÃO da maioria dos votantes expressa a discordância com teses repressivas, mesmo na criminalidade urbana, como apregoam a ultradireita e conservadores. Demonstra que não há a tal onda conservadora em curso, como propagandeiam a grande parcela da assustada esquerda brasileira. Há sim uma contraofensiva dessa direita avivada. A Esquerda precisa disputar a hegemonia das consciências da população.

A votação

Moradores de Niterói votaram “não” para o uso de armas de fogo pela Guarda Municipal, no domingo 29/10, durante uma consulta pública. De acordo com a prefeitura, 13.478 pessoas foram contra a medida (70,9%) e 5.478 a favor (29,1%). Enquanto isso, 25 eleitores votaram nulo e oito optaram pelo branco.

domingo, 15 de outubro de 2017

Violência, repressão e direitos humanos na Direita Pós-Moderna

Ensaios sobre a Pós-Modernidade de Direita nº  26

por Almir Cezar Filho

Um dos temas que balizam a Direita Pós-Moderna é atração pelo tema da violência e repressão, juntamente com vigiar e julgar. A caminhada para o extrema do espectro político por parte da Direita e da Centro-Direita convencional moderna fortalece a erupção da Direita Pós-Moderna, que se constituí à medida que todo conservadorismo que hoje assistimos vir à baila é apenas um suspiro, um murmúrio, um urro, por sobrevivência de privilégios, em pleno um mundo em permanente mudança.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Professores brasileiros recebem piores salários

Ranking internacional mostra descaso com que a educação é tratada no país

Tropa de choque da PM do Paraná, governada por Beto
Richa (PSDB), ataca professores e servidores públicos 
em frente a Assembleia Legislativa. Mais de 170 feridos.
Alvos de agressão da polícia do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e da intransigência em São Paulo do governador Geraldo Alckmin, também tucano – estado em que estão em greve desde 13 março – os professores brasileiros estão na lanterna de um ranking internacional sobre salários de educadores.

O país amarga um dos últimos lugares em um ranking que compara a eficiência dos sistemas educacionais de vários países, considerando itens como salários dos professores, condições de trabalho na escola e desempenho dos alunos.

Segundo estudo da consultoria Gems Education Solutinos, os professores brasileiros recebem o equivalente a US$ 14,8 mil por ano (cerca de R$ 44,4 mil). O valor é calculado por uma média de 15 anos e usa o critério de paridade de poder de compra.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Sobre a Comissão Nacional da Verdade e a suposta necessidade de julgar os "dois lados"

por Almir Cezar

Evento de entrega do relatório final da CNV à presidenta Dilma.
A grande imprensa reverbera a equivocada lógica da necessidade 
de julgar também os 'crimes' dos lutadores antiditadura.
O relatório da CNV (Comissão Nacional da Verdade) divulgado em 10/12 é um avanço, mas o país deve ainda julgar e punir os responsáveis por crimes da Ditadura Militar. Mas, erra grosseiramente quem considerara que "os dois lados devem ser julgados", a suposta necessidade de julgar também os "crimes" dos lutadores antiditadura, até porque esse lado foi sim na época "julgado", o que não foi foram os criminosos contra a Humanidade à frente do comando militar e político do regime.

O Brasil está atrasado, em comparação aos nossos vizinhos sul-americanos, e precisa de coragem para julgar os crimes cometidos por agentes do Estado durante a Ditadura Militar (1964-1985). O atraso demonstra a debilidade da causa dos direitos humanos no país. Não à toa, ainda hoje, vemos pipocar pelo país à fora casos como do Amarildo, e mesmo de juízes e outros agentes públicos se achando "Deus". Mas o mesmo não é válido defender para os supostos crimes praticados pelos guerrilheiros e ex-membros dos grupos armados que lutaram contra Ditadura, como apregoa alguns, e que, deprimentemente, a imprensa corporativa fez eco nos últimos dias.

Pelo simples fato de que, esse lado, ainda naquele tempo, foi julgado e condenado em tribunais de Estado, quando não foi alvo de julgamento sumário, por meio de assassinatos e desaparecimentos. Alguns "sortudos" tiveram no mínimo de amargar anos de clandestinidade ou de exílio. Muitos outros, depois de sofrerem as inúmeras violências descritas com detalhes no relatório de 4 mil páginas da Comissão Nacional da Verdade, ficaram mais de dez anos presos, como foi o caso da própria presidenta Dilma Roussef.

quarta-feira, 26 de março de 2014

“Anos de ouro” para o Grande Capital: uma crítica a algumas leituras apologéticas

 por Demian Melo. Doutor em História pela UFF

Propaganda da Phillips faz referência
 direta à tortura em 1969
O documentário Cidadão Boilesen, de Chaim Litewisk, (Brasil, 2009), que conta a história de um empresário dinamarquês radicado no Brasil, iluminou uma questão extremamente importante para a compreensão do significado histórico da última ditadura: o seu caráter de classe. Henning Albert Boilesen, personagem central do filme, era executivo do grupo Ultragaz e ficou conhecido como ativo colaborador da Operação Bandeirantes (OBAN), projeto piloto para a formação posterior, em todo o território nacional, dos famigerados DOI-CODI.

Fundada ainda em 1969, a OBAN contou com fartos recursos financeiros do grande capital (nacional, estrangeiro e associado). Os mesmos que estiveram à testa da conspiração no início dos anos 1960 contra o governo Goulart, através do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES), conspiravam agora, junto a um regime que tinham como seu, em cerimônias realizadas nos salões da FIESP, onde após palestras do Ministro da Fazenda, Delfim Netto, Boilesen “passava o chapéu”, para os associados depositarem cheques. Além de “homem da caixinha”, o empresário dinamarquês se notabilizou por também frequentar as sessões de tortura aos presos políticos na delegacia da rua Tutoia, onde funcionou a sede da OBAN. Em 1971, um grupo operacional da Ação Libertadora Nacional (ALN) e do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT) executou Boilesen em uma rua central de São Paulo, em resposta ao seu apoio à estrutura da tortura.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O apartidarismo é um discurso vazio e faz coro com o discurso da direita. Trabalhadores, uni-vos!

texto enviado por Liliane Cirino, de Uberlândia

O apartidarismo é um discurso vazio e faz coro com o discurso da direita na política, já que a direita não precisa colocar sua bandeira no movimento, pois eles já estão no poder e no governo. O próprio Fernando Henrique Cardoso (PSDB) defendeu o apartidarismo numa entrevista na imprensa quando falava dos atuais movimentos contra o aumento do passe de ônibus coletivo. 

Temos que reavivar nossa história e lembrar que durante a Ditadura Militar no Brasil os partidos políticos de esquerda foram proibidos de se manifestar nas ruas. Proibidos de manifestar suas opiniões em público, de levar suas bandeiras, foram torturados, perseguidos, demitidos, desaparecidos, exilados e o unipartidarismo foi colocado em prática com os militares e seu partido, já que, aqueles que proibiam a manifestação dos partidos de esquerda tinham partido (ARENA). 

Naquele período de Ditadura Militar, todos que lutavam contra esse mal maior (Ditadura) faziam coro de pluripartidarismo e pelas “Diretas Já”, pois isso representava a democracia naquele momento. O apartidarismo esconde um discurso fascista. O mesmo discurso que vigora com o Feliciano ao aprovar a “cura gay”.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Alckmin e Haddad aumentam ataques e trabalhadores respondem com greves e manifestações

Nota da CSP-Conlutas/SP: Alckmin e Haddad aumentam ataques e trabalhadores respondem com greves e manifestações

Nota da CSP-Conlutas/SP: 

Alckmin e Haddad aumentam ataques e trabalhadores respondem com greves e manifestações

Nesta quinta-feira (13) a cidade de São Paulo deverá ser agitada novamente pelas manifestações populares e greves de trabalhadores de um lado e a polícia de outro. A política do governo Alckmin é de reprimir com violência as manifestações e a imprensa divulga imagens com manipulação das informações, afirmando que a cidade está sendo destruída [...]

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Aumento na passagem de ônibus: lucros dos empresários acima da inflação e repressão às manifestações

por Almir Cezar *

Gráfico 1: Evolução das tarifas de metrô e ônibus em SP
desde 1994 em comparação a inflação (índice IPCA).
Uma onda de protestos contra o aumento das passagens de ônibus colocou em xeque as tarifas no Brasil: aumentos e a repressão acontecem porque o central é a necessidade de preservar os altos lucros das empresas de ônibus, e é isso possível porque os empresários são poderosos junto aos políticos e governos.

Há algumas semanas a Justiça diante de manifestações concedeu uma liminar que revogou o reajuste na cidade em Porto Alegre. Agora, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia anunciaram aumentos em suas passagens de transporte público.  No Rio de Janeiro, a tarifa subiu de R$ 2,75 para R$ 2,95. Mas o epicentro do momento é a cidade de São Paulo. O preço das tarifas de ônibus e metrô de São Paulo chegaram ao patamar de R$ 3,20 neste mês de junho, mas segundo as autoridades "abaixo da inflação".

Em meio às manifestações populares e o temor do impacto na inflação, o governo federal isentou as empresas de transporte público de dois tributos, o PIS e o Cofins, com objetivo de facilitar a queda dos preços das passagens. Os impostos zerados levaram Manaus, Campinas e Londrina a baixar a tarifa, mas algumas prefeituras ainda aumentaram o valor das passagens, como Rio e São Paulo. O Ministério Público apresentou proposta de suspender por 45 dias o reajuste, prontamente descartada pelo governador paulista Geraldo Alckmin, que prefere defender a ação da Polícia Militar de SP e criticar os manifestantes.

Por sua vez, segundo a prefeitura, caso fosse feito o reajuste com base na inflação acumulada no período, o valor chegaria a R$ 3,40. "O reajuste abaixo da inflação é um esforço da prefeitura para não onerar em excesso os passageiros", disse. Porém, ao longo dos anos, os reajustes nem sempre seguiram a inflação acumulada, o que gerou um “falso” valor da tarifa do transporte.

Apesar do argumento da prefeitura há uma grande discrepância entre os aumentos das tarifas em São Paulo, de acordo com a variação do índice IPCA da inflação (veja o gráfico 1).  Com uma inflação acumulada em 332%, a tarifa de ônibus deveria custar R$ 2,16 e do metrô, R$ 2,59, enquanto que os salários da maior parte da população não acompanharam a inflação.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pobreza relativa cresce com agronegócio em São Paulo


Valor Econômico

O crescimento do agronegócio, frequentemente associado ao aumento da renda e à prosperidade no interior do país, também pode ter relação com o avanço da chamada pobreza relativa (a incapacidade de se viver de acordo com o custo de vida local) e da violência no campo. É o que sugere um estudo divulgado ontem pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Presidente Prudente e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que criou um conjunto de 50 mapas intitulado "São Paulo Agrário".

De acordo com a pesquisa, cidades paulistas que experimentaram uma forte expansão da atividade agrícola entre 1990 e 2008 observaram também um aumento da pobreza relativa e o acirramento dos conflitos agrários no período.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Liberação medicinal da maconha não induz uso de jovens, segundo estudo


Liberação medicinal da maconha não induz uso de jovens, segundo estudo

publicado 19/06/2012 às 15:53 - Atualizado em 19/06/2012 às 15:57
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Liberação medicinal da maconha não induz uso de jovens, segundo estudo thumbnailApesar de o uso ter crescido desde 2005, não há evidências entre a legalização da marijuana para fins medicinais e o aumento do vício entre alunos do ensino médio.
Da Redação redacao@novohamburgo.org(Siga no Twitter)
Economistas de três universidades americanas analisaram dados sobre o consumo de maconha por adolescentes entre 1993 e 2009 e descobriram que, apesar de o uso ter crescido desde 2005, não há evidências entre a legalização da marijuana para fins medicinais no país e o aumento do vício entre alunos do ensino médio.
Os pesquisadores das universidades do Colorado, em Denver, do Oregon e de Montana examinaram dados nacionais de estudantes que participaram da Pesquisa de Comportamento de Risco Juvenil, que integra informações de 13 estados, Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Nevada, Oregon e Washington, no período em que cada um legalizou a maconha para uso terapêutico.
Outros 17 estados e o distrito de Colúmbia, onde fica a capital dos EUA, Washington, já têm leis desse tipo. Em outros sete estados, a legislação sobre o tema ainda está pendente. Segundo o professor assistente de economia Benjamin Hansen, da Universidade do Oregon, o resultado do estudo é importante, pois recentemente o governo federal intensificou os esforços para fechar os locais onde existe maconha medicinal.