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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

‘É o pré-sal, estúpido!” Notícias negativas da mídia internacional contra o Brasil têm interesses

Notícias negativas contra o Brasil de grandes veículos internacionais de finanças e economia como o Financial Times, especialmente contra a Petrobras, a petroleira de Eike Batista e os leilões do pré-sal, na verdade, têm interesses por trás.

‘É o pré-sal, estúpido!”
Marcos de Oliveira | Jornal Monitor Mercantil | 07/11/2013

O naufrágio da OGX foi o mote para o vetusto Financial Times despejar sua bílis ideológica contra a Petrobras e o governo brasileiro. Em editorial nesta quinta-feira, o FT busca uma ligação fantasiosa entre a petroleira de Eike Batista e o que classifica de “variedade de problemas que afetam a indústria do petróleo do Brasil”.

Relacionar o fracasso de uma empresa pré-operacional cujas promessas o próprio jornal avalizou, com uma das maiores companhias de petróleo do mundo, com 60 anos, descobridora das maiores reservas de óleo internacionais na última década, seria motivo para demitir o editorialista. Ou no mínimo, alojá-lo na seção de horóscopo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

VERGONHA NACIONAL: Dilma entrega o pré-sal brasileiro que valia 1,5 trilhão de dólares pela ninharia de R$ 15 bilhões de reais

www. cspconlutas.org.br | 21/10/2013
  
Um leilão rápido. Menos de uma hora. Assim a maior bacia do pré-sal brasileiro foi entregue para as mãos do capital privado internacional. Uma produção estimada em 1,5 trilhão de dólares para o Brasil foi vendida pelo seu preço mínimo: 15 bilhões de reais. É uma vergonha! Uma entrega inaceitável!

Agora, a área de Libra que, em 10 anos, será o maior campo produtor do Brasil, está partilhado nas mãos de diversas empresas: a Petrobras terá 40%; a Shell, anglo-holandesa, terá 20%; também terá 20% a francesa Total e 20% da empresa ficam com as chinesas CNPC e CNOOC – 10% cada uma, que começam a entrar pesado no mercado brasileiro.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Senado reduz recursos do petróleo para a educação, atendendo à vontade do governo

No fim da semana passada, o Senado alterou o projeto votado na semana passada na Câmara, que destina parte da renda do petróleo para educação, atendendo à vontade do governo.

Pelas projeções feitas pela Consultoria Técnica da Câmara do Deputados, calcula-se que em 2022 o projeto do Senado destinará para esta área social cerca de 0,35% do PIB, valor totalmente insuficiente para aumentar dos atuais 5% do PIB para 10% do PIB anuais investidos na educação.   Agora, o projeto volta à Câmara, que decidirá qual versão será aprovada. Ainda que se opte pela proposta da Câmara, seriam destinados, em 2022, apenas cerca de 1% do PIB para a educação.   

O Ministro da Educação Aloizio Mercadante confirmou que “o montante dos royalties não será suficiente para garantir o investimento de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) na educação, previstos no PNE 2011-2020 (Plano Nacional da Educação).” 

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Pré-sal é tema de debate na Universidade Federal Fluminense

Na quinta-feira, 24 de setembro, às 19h, no Teatro da UFF, o pré-sal será tema de discussão no UFF Debate Brasil, sessão mensal de debates ao grande público com entrada franca. A camada de pré-sal é a denominação da faixa de petróleo considerada de alta qualidade e está localizada na costa brasileira, entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina, a sete mil metros de profundidade.

A Petrobras afirma ter tecnologia suficiente para extrair o óleo, entretanto, acredita-se que somente em 2016 essas reservas serão exploradas em larga escala. A descoberta tem provocado discussões em todo o país, e muitos defendem novos modelos de regulação para preservar parte dessa riqueza para o Brasil.

Participam do debate o ex-reitor da UFF e atual secretário municipal de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói, José Raymundo Martins Romêo; o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Leite Siqueira; o engenheiro e conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros, Paulo Metri; e o professor titular da Escola de Engenharia da UFF, Fernando Mainier.

Haverá transmissão ao vivo pela Unitevê, o canal universitário de Niterói e São Gonçalo (17 NET), e pela internet www.uff.br/uniteve. A classificação etária é de 12 anos. O Teatro da UFF localiza-se na Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói. Outras informações pelo telefone 2629-5030 ou pelo site www.centrodeartes.uff.br.

Fonte: UFF Notícias

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Pré-sal às vésperas da desnacionalização

PRÉ-SAL: RECEBE TRÊS ANTEPROJETOS

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem que não procede informação veiculada ontem pela imprensa, segundo a qual o presidente Lula quer que a União receba 80% do óleo do pré-sal no sistema de partilha da produção. Ele confirmou que, entre as propostas apresentadas a Lula, está a de que a Petrobras seja a operadora de todo o pré-sal, mas, segundo ele, não se fixou qual será a participação mínima que a estatal terá em cada um dos blocos.

Ontem, a comissão que elabora o novo marco regulatório do setor de petróleo, que inclui as regras para o pré-sal, apresentou três anteprojetos sobre o tema a Lula, em encontro que reuniu ministros e assessores técnicos por mais de três horas. O primeiro trata do marco regulatório em si; o segundo descreve a criação da nova companhia que atuará no setor e o terceiro dispõe da criação do fundo social que receberá os recursos do pré-sal.

Protocolo de intenções

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem que o Eximbank, banco de fomento do governo norte-americano, já assinou um protocolo de intenções com a Petrobras para financiar os investimentos do pré-sal no valor de até US$ 10 bilhões.

Na terça-feira, o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, James Jones, informou ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a intenção do governo norte-americano de participar do financiamento a projetos no Brasil na área de petróleo e na construção de usinas hidrelétricas.

A Petrobras já obteve do governo chinês uma linha, também de US$ 10 bilhões, para bancar investimentos no pré-sal.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dois pesos e duas medidas do PSDB: Petrobras e Yeda

por Almir Cezar Filho

O PSDB, partido do governo anterior a Lula, do impopular FHC, que durante 8 anos utilizou de um rolo compressor para impedir instalação de CPIs, fez o inverso, no Congresso Nacional. Utilizou do rolo para impor a CPI da Petrobras. Por sua vez, o PT age no sentido contrário. Em Brasília contra, em Porto Alegre a favor. Na verdade, o que se vê é a luta de frações políticas pelo controle do Estado e não o interesse público.

Lula e o PT, que agora são o inverso, governo, não conseguiram impedir sua instalação. Sem a fidelidade do PMDB, partido que age da forma mais fisiologica possível, o governo ficou perdido, e por mais que tentou, não conseguiu impedir a constituição da CPI.

É verdade que a Petrobras deve ser investigada, como qualquer empresa, ainda mais estatal, e como tem suas diretorias nomeadas politicamente suas iniciativas, obras e etc sempre têm a sombra da politicagem e da corrupção.

Porém, o interesse do PSDB não é a causa pública, mas constranger a Petrobras e o governo e iludir a opinião pública diante do momento em que legisla sobre a exploração e produção de petróleo na camada pré-sal. Devemos lembrar, que o PSDB foi o partido que privatizou empresas como a Vale do Rio Doce, a CSN, a Telebras, e tentou privatizar a Petrobras, a ponto de tentar mudar seu nome (lembram da "Petrobrax"!). Foi seu governo que abriu as reservas de petróleo as multinacionais, provalvemente está cumprindo o papel novamente para isso, agora com relação ao pré-sal.

O mesmo PSDB que fez manobras no Congresso, como invadir a mesa diretora, ler o requerimento da CPI em sessão de sexta-feira vazia, com um ímpeto, por outro lado, deveria ter também ímpeto na hora de investigar a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, não por acaso, do próprio PSDB, acusa de crimes graves e com provas públicas.

É por essas e outras que o povo brasileiro está indiferente com os políticos. Os políticos são representante não do povo trabalhador, mas das elites, da burguesia. O que vemos é a luta interna da burguesia brasileira pelo controle do Estado para determinar os usos desse e a direção desse Estado sobre a economia. É por isso, que o PSDB tem duas posturas. E por sua vez, o próprio PT também, pois no Congresso Nacional são contra a instalação da CPI, mas na Assembleia Legislativa do RS são os campeões da instalação.

sábado, 9 de maio de 2009

Petróleo do Pré-sal, o Campo de Tupi

No feriado de 1o de maio entrou em operação a plataforma que operará o primeiro campo de pré-sal da bacia de Santos, o Campo de Tupi. O Blog Processo Industrial fez uma matéria apresentando um vídeo de uma reportagem que explica a exploração e o início da operação da plataforma.

Clique para ler e assistir o vídeo aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Em entrevista Chico Oliveira apoia as teses de Ruy Mauro Marini

Chico Oliveira apoiando as teses de Ruy Mauro Marini abertamente em entrevista concedida aos professores Jaldes Reis de Meneses (DH-UFPB) e Maria Aparecida Ramos (DSS-UFPB).

Trata-se de um truísmo afirmar que o professor Francisco de Oliveira, Professor Titular da Universidade de São Paulo (USP) é hoje um dos principais intelectuais brasileiros. Autor de uma respeitável obra de estudos sociológicos, hoje clássicos, tais como Elegia para uma re(li)gião (1977), A economia da dependência imperfeita (1989), Os direitos do antivalor (1998) e o recente e polêmico artigo O ornitorrinco, incluído no volume Crítica à razão dualista/o ornitorrinco (2003), aos 74 anos, o professor mantém-se ativo, repleto de compromissos e com uma produção intelectual intensa de quem não fica parado e pensa as questões atinentes ao Brasil e à evolução recente do capitalismo em tempo integral.

Dotado de imensa coragem e independência crítica, filiado em suas origens mais antigas a Celso Furtado, com quem compartilhou a direção intelectual da SUDENE antes de 1964, é impressionante a capacidade renovação do pensamento de Chico de Oliveira. Sempre munido da razão crítica contra o "cinismo dos sem-razão", estamos diante de um pensamento em movimento, irônico e curioso.

Na entrevista fala de muitos aspectos da realidade atual. Barack Obama, crise financeira mundial, o novo papel do Brasil no capitalismo mundial. Selecionamos três perguntas/respostas da entrevista. Clique para ler na íntegra aqui.

Em recente programa de televisão alusivo aos 90 anos de Antonio Candido, o senhor afirmou que a geração de autores como o próprio Candido, Caio Prado, Florestan Fernandes, etc., são “pontos de partida” e não “de chegada” na compreensão do Brasil. Como é possível chegar a algum “ponto”, em termos de espaço nacional brasileiro, diante da internacionalização da economia?

Eles são pontos de partida, porque é a partir daí que temos que avançar na compreensão do Brasil. Não são mais pontos de chegada, por exemplo, com Celso Furtado: a globalização redefiniu os termos entre periferia e centro, por isso a teorização de Furtado não pode ser entendida como uma radiografia do Brasil de hoje e de sua inserção no sistema internacional. A partir de sua “internalização de decisões”, que foi o auge do “subdesenvolvimento”, podemos partir para entender a extroversão das decisões, mas não podemos nos contentar com as recomendações de política que decorriam do “subdesenvolvimento”. Com os outros grandes teóricos, passa-se mais ou menos o mesmo, talvez menos com Antonio Candido, pois como sabemos as mediações de sociedade, Estado e sistema econômico são mais complexas, e qualquer reducionismo aí é muito perigoso. Florestan pode ser entendido na chave também do “ponto de partida”, mas sua interpretação sobre a ausência de “revolução burguesa” no Brasil, em chave parecida com as dos nossos Carlos Nelson Coutinho e Luis Werneck Vianna, deve ser repensada, pois no capitalismo globalizado já não se faz necessária que a burguesia nacional seja revolucionária. Aliás, se a “hegemonia às avessas” tem alguma qualidade como “provocação teórica”, está exatamente em que a globalização utiliza as “energias utópicas” (Habermas) dos dominados para a nova forma de dominação.

Tivemos dois anos de crescimento econômico no Brasil. Sobrevém atualmente uma crise econômica internacional, com fulcro nos Estados Unidos. Diante da conjuntura, como se projetam as dificuldades no governo brasileiro, doravante?

Pode-se produzir “descolamento” entre a crise nos USA e também na Europa, e a expansão capitalista no Brasil. Estamos nos especializando em comodities, além de que convém insistir em que a dinâmica capitalista na China e na Índia supre as demandas de outras regiões. A crise norteamericana, que é sobretudo de caráter financeiro, não necessariamente afeta as comodities. Já se produziu algo parecido na crise dos anos 30: enquanto o capitalismo central mergulhava em recessão, a economia brasileira cresceu. O problema, desta vez, é que o financiamento da acumulação de capital no Brasil se extroverteu, e então uma crise financeira pode nos afetar gravemente.

Na esteira das antigas e polêmicas digressões de Rui Mauro Marini, enunciadas em Dialética da dependência (México, Editora Era, 1977), ainda na década de 70 do século passado, alguns vizinhos brasileiros (Bolívia, Paraguai, e mesmo a Argentina, entre outros) voltaram a falar em um “sub-imperialismo” brasileiro. Realmente, os investimentos estatais e empresariais brasileiros têm crescido nesses países. Como analisa a questão?

Creio que Rui Mauro Marini previu corretamente a trajetória do capitalismo brasileiro e suas relações com a América do Sul. Na época, apenas Itaipu anunciava sua tese; agora, a Petrobrás controla 15% do PIB da Bolívia. Isto é uma empresa dentro de um Estado ou um Estado dentro de uma empresa? Até o governo brasileiro tem medo da Petrobrás: a discussão atual sobre o Pré-Sal mostra que o governo não controla mais sua principal empresa. Parodiando Paul Baran [1910-1964], em conferência no Recife, que nunca foi divulgada, não é o governo brasileiro que controla a Petrobrás, mas é a Petrobrás quem controla o governo brasileiro. Perto disso, o imperialismo das antigas grandes “sete irmãs ” do petróleo é brincadeira de aprendiz.

domingo, 3 de maio de 2009

Como funciona uma plataforma de petróleo

Nesse feriadão houve o fato histórico do início da produção do primeiro campo de pré-sal da bacia de Santos, o campo de Tupi.

A imprensa nacional atrelada aos interesses neoliberais deu pouco caso, dedicando-se mais a fala infeliz de Lula sobre as cotas de viagens dos congressistas.

Apesar disso, e da parcela de culpa do presidente em defender aliados, a exploração de petróleo na camada pré-sal é importante para os rumos da economia brasileira. Contudo, muito se fala do pré-sal e da exploração do petróleo brasileiro em alto mar mas pouco se explica sobre como funciona uma plataforma e o que ela faz.

O blog Processo Industrial tem um matéria e um vídeo institucional da Petrobras que mostram como funciona um plataforma de petróleo operando em alto mar e extraindo óleo cru e gás natural.

(veja a matéria aqui)

terça-feira, 28 de abril de 2009

Blog Processo Industrial - "O que é o Pré-sal?"

direto do blog Processo Industrial

A Petrobras deu início à produção do primeiro óleo da camada pré-sal na Bacia de Campos, litoral sul do Espírito Santo.

Mas o que é o Pré-sal e quais são as expectativas em torno dele?

Para ler a matéria toda clique aqui

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O Pré-Sal








O que é



A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende ao longo de 800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). A camada pré-sal é um gigantesco reservatório de petróleo e gás natural.

Localização da camada pré-sal (no destaque)



Estas reservas estão localizadas abaixo da camada de sal (que podem ter até 2 km de espessura). Portanto, se localizam de 5 a 7 mil metros abaixo do nível do mar.



O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo.

Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Ou seja, se a nova estimativa estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro.
Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.


Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os nomeados Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.





Informações importantes sobre a camada pré-sal


Estas reservas se formaram há, aproximadamente, 100 milhões de anos, a partir da decomposição de materiais orgânicos.


Os técnicos da Petrobras ainda não conseguiram estimar a quantidade total de petróleo e gás natural contidos na camada pré-sal. Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Ou seja, se a nova estimativa estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro.
Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.


No Campo de Tupi, por exemplo, a estimativa é de que as reservas são de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.Em setembro de 2008, a Petrobras começou a explorar petróleo da camada pré-sal em quantidade reduzida. Esta exploração inicial ocorre no Campo de Jubarte (Bacia de Campos), através da plataforma P-34.



Futuro


Se forem confirmadas as estimativas da quantidade de petróleo da camada pré-sal brasileira, o Brasil poderá se transformar, futuramente, num dos maiores produtores e exportadores de petróleo e derivados do mundo. Porém, os investimentos deverão ser altíssimos, pois, em função da profundidade das reservas, a tecnologia aplicada deverá ser de alto custo.Acredita-se que, somente por volta de 2016, estas reservas estejam sendo exploradas em larga escala. Enquanto isso, o governo brasileiro começa a discutir o modelo de exploração que será aplicado.




bibliografia




Seminário debaterá o pré-sal no Clube de Engenharia, dia 27/11

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)

A discussão sobre o pré-sal, sob a ótica daqueles que defendem o monopólio estatal do petróleo e a soberania nacional, estará presente no Seminário "O Pré-sal é do povo brasileiro", no próximo dia 27, quinta-feira, no Clube de Engenharia, na Avenida Rio Branco, 124, 25º andar.

Haverá três mesas de debates.
A primeira delas, de 16h às 16h30, com o geólogo João Victor Campos, com o tema "Pré-sal, a última fronteira".
A segunda, de 16h30 às 17h30m com os economistas Cesar Benjamin e Carlos Lessa, sobre "Pré-sal, desenvolvimento e soberania: metas". Em seguida, haverá debate.
A terceira mesa, de 18h30 ás 20h30, reunirá os palestrantes Ildo Sauer e Aloizio Mercadante e os debatedores Fernando Siqueira e João Morais. O tema será "Marco regulatório e monopólio".
Em seguida, o público poderá dirigir perguntas à mesa.

Participam do seminário entidades como o Sindicato dos Engenheiros, Aepet, Clube de Engenharia, Sindicatos de Petroleiros do RJ, Caxias e Norte-Fluminense, dentre outras.
www.apn.org.br