sábado, 28 de setembro de 2019
Mestrado em Tecnologias para o Desenvolvimento Social
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Ricos pagam 32% menos imposto no Brasil que em países do G-7.
Boletim Censura Livre. No quadro "Economia É Fácil" (versão reduzida), com o economista Almir Cezar Filho, o destaque do dia (23/9/2019).
■ Ricos pagam 32% menos imposto no Brasil que em países do G-7.
sábado, 21 de setembro de 2019
Aumento dos combustíveis: sem refinarias da Petrobras impacto da alta do petróleo seria maior
Reforma Tributária: menos burocracia, carga e injustiça ou mais peso nos ombros dos trabalhadores?
Imposto sobre fortunas e lucros arrecadaria R$ 1,25 trilhão. Especialista mostra que planilha do governo sobre Previdência é fake.
■ Imposto sobre fortunas e lucros arrecadaria R$ 1,25 trilhão.
■ Especialista mostra que planilha do governo sobre Previdência é fake.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Banco Central baixa taxa básica de juros em 0,5 ponto e sinaliza nova redução mais a frente
sábado, 14 de setembro de 2019
Lucro dos bancos passa de R$ 50 bilhões em 12 meses. No primeiro semestre de 2019, houve mais de 2 mil demissões.
■ Lucro dos bancos passa de R$ 50 bilhões em 12 meses. No primeiro semestre de 2019, houve mais de 2 mil demissões.
sábado, 31 de agosto de 2019
Economia brasileira cresce 0,4% no 2º trimestre e escapa da recessão. PIB está 4,8% abaixo de 2014.
Boletim Censura Livre. No quadro "Economia É Fácil" (versão reduzida), com o economista Almir Cezar Filho, o destaque do dia (30/8).
■ Economia brasileira cresce 0,4% no 2º trimestre e escapa da recessão. PIB está 4,8% abaixo de 2014.
sábado, 24 de agosto de 2019
Derrota de Macri é baque no neoliberalismo. Aqui o ministro Guedes elogi...
Derrota de Macri é baque no neoliberalismo. Aqui o ministro Guedes elogia a economia brasileira de 30 anos atrás.
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
RJ: elevar o PIB e o emprego por meio da Agricultura Familiar
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| Uma paisagem rural no interior do RJ. Área no quilombo Alto da Serra, em Rio Claro. (Foto: Almir Cezar Filho) |
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Chuvas | Agricultura urbana diminuiria a impermeabilização do solo e as ilhas de calor, reduzindo inundações e deslizamentos
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| Em cima: Avenida Roberto Silveira, principal artéria viária de Niterói inundada em um dia de chuva. Embaixo: uma horta em um bairro tipicamente urbano. |
segunda-feira, 18 de março de 2019
DÍVIDA | Rombo das contas não vem da Previdência, mas da Dívida. Parte não é excesso de despesas, mas vem do BC.
quinta-feira, 7 de março de 2019
quarta-feira, 6 de março de 2019
Pela proposta de Reforma de Bolsonaro-Guedes modelo chileno pode vir a qualquer momento.
Reforma retira R$1 tri dos trabalhadores.
PREVIDÊNCIA | Recessiva, inviabilizará as aposentadorias no futuro e forçará novas mudanças mais extremas
A proposta da Reforma da Previdência Social do presidente Jair Bolsonaro e do seu ministro da Economia Paulo Guedes retira R$ 715 bi dos trabalhadores do setor privado e R$ 173,5 bi dos servidores; militares ficam de fora.
O mercado financeiro comemora a proposta. São beneficiário das mudanças. Com a migração dos trabalhadores de classe média para os fundos de aposentadoria privados e pelo aumento da folga no orçamento público para ampliar os pagamentos dos juros dos títulos da dívida em mãos dos bancos.Só para lembrar: em um ano, só de juros, sem contar a rolagem, o governo torra coisa de R$ 400 bilhões.
Previdência Social inviabilizada - Essa transfusão de recursos dos trabalhadores para os banqueiros e rentistas traz dois efeito danoso: acarretará redução de consumo, o que afetará o crescimento do país. Como a Economia de verdade explica, o empresário não contrata porque a mão de obra é barata, mas quando há demanda. Se você contrai a renda, não é preciso ser especialista para entender que vai diminuir o consumo. Menos consumo, menos contratações e menores salários. Portanto, a Reforma é recessiva.
Esse efeito colateral pode inclusive levar a outro ainda mais grave problema: a inviabilização no médio a longo prazo do próprio financiamento do sistema de previdência social reformada. Recessiva retroalimentará a queda na quantidade de trabalhadores contribuintes. No futuro haverá assim uma pressão por uma nova rodada de reformas que retira direitos.
Projeto permite que piore mais a frente - A PEC apresentada ppr Bolsonaro-Guede traz ainda a desconstitucionalização da Previdência, ou seja, no futuro, por uma mera lei complementar, todas as regras vão poder ser revistas. No futuro, será possível alterar todas as regras por mero quórum de maioria absoluta no Congresso Nacional, ao contrário de agora que precisa ser por meio de emenda constitucional. Isso é insegurança jurídica. Tudo que está sendo anunciado é provisório. A proposta dita como solução definitiva, não o é.
Por Agência de Notícias Alternativas - ANotA.
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1968087186621846&id=101821356581781
terça-feira, 5 de março de 2019
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Eleição da extrema direita não é onda reacionária da população
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Exploração, desigualdade e crescimento
por Almir Cezar Filho
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| Índice de Gini por país |
Para a Teoria Econômica (não ideologizada de matriz liberal) há uma vasta produção científica que estabelece uma forte relação causal entre a taxa de exploração do trabalho (percentual de trabalho não pago sob a forma de salário), a taxa de crescimento econômico da economia nacional (variação % do PIB ou PNB anual) e a desigualdade econômica (diferença de renda e/ou patrimônio). Uma sociedade com altas taxas de exploração possuí altas taxas de crescimento. Por outro lado, uma sociedade com altas taxas de desigualdade social tendem a ter restrições nas suas taxas de crescimento. Como responder esse paradoxo?
Exploração e crescimento
As altas taxas de exploração tendem a proporcionar altas taxas de apropriação de excedente econômico, e portanto de garantia de acumulação de capital. Se, e somente se, essa acumulação de capital for efetivada em investimentos produtivos. Temos então a assim chamada "taxa garantida de crescimento".
Na sociedade de exploração simples, ao contrário da de superexploração, há uma acumulação de capital internalizada no país: os proprietários dos meios de produção se veem sucessivamente dispensados de partilhar a parte do trabalho excedente apropriado por eles com os circuitos e as camadas externas da acumulação - os capitalistas estrangeiros.
A desigualdade alta desestimula produtividade geral do trabalho. Proprietários dos seus próprios meios de produção tendem a ser mais produtivos e buscar iniciativas que visam ampliar essa produtividade, especialmente se o incremento de trabalho excedente for possível ser apropriado por eles, se não em todo, em grande parte.
Uma menor desigualdade, mesmo apenas de renda, permite crescimentos mais estabilizados, menos suscetíveis as variações nas decisões de investimento dos grandes proprietários de meios, à medida que o padrão de demanda segue mais o menos estável ao longo do ciclo econômico. Os trabalhadores, especialmente aqueles que vivem acima do nível mínimo de vida, tendem a variar menos sua demanda por produtos.
Outra contradição das sociedades desiguais é que altas taxas de crescimento podem gerar elevação da da própria desigualdade. Uma sociedade que passa por crescimento acelerado pode passar por diminuição da desigualdade econômica a menos se houver simultaneamente apropriação do trabalho gerado aumentado pelo crescimento pela força de trabalho de proletários e de pequenos proprietários. Sociedades com menor desigualdade esse processo é mais fácil, ao contrário daquelas com maior desigualdade.
E ainda, a desigualdade acaba ampliada ao final do ciclo, intensificando ainda mais a baixa taxa de crescimento. Há portanto no Capitalismo uma histórica tendência decrescente sobre seu crescimento econômico, ou melhor dizendo, de crescimento decrescente no longo prazo.
Sociedades com superexploração do trabalho
Nas sociedades regidas pela superexploração o são assim porque os proprietários do capital se veem com a necessidade de rebaixar o percentual do trabalho retido à reprodução social da força de trabalho, a fim de manter, o percentual por eles apropriados em patamares similares ao padrão internacional. A produtividade não necessariamente é alta e uma parcela do trabalho excedente é destinada a ser acumulada fora do circuito interno de acumulação de capital; é acumulada pelo capital internacional.
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Pirâmide de renda no Brasil.
Apenas 5% da população tem renda superior a R$ 13.560,00
O PIB per capita alcançou R$ 31.587 em 2017 (fonte: IBGE).
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Em geral, economias nacionais com superexploração são mais conhecidas pela literatura econômica (especialmente entre as décadas de 1940 e 1980) como "Subdesenvolvidas". Tendo em vista que em comparação aos países com acumulação internalizada possuem deficiências e incompletudes inclusive no conjunto da cadeia produtiva.
As sociedades nacionais com esse padrão de acumulação de capital são chamadas por parcelas da literatura econômica de "economias dependentes", principalmente pelas escolas econômicas identificadas como Teoria da Dependência (Marini, 2009; Santos, 2008).
Outro traço de sociedades de superexploração do trabalho e que parte do trabalho apropriado pelos controladores do capital ao consumo conspícuo acaba sendo artificialmente mantida em percentual alto. O que compromete ainda mais a acumulação de capital, pois o excedente não é convertido em investimento produtivo, e portanto em taxa de crescimento.
Sociedades baseadas em superexploração do trabalho tendem a ter alta desigualdade econômica. Inclusive é essa desigualdade que lhes permite a superexploração, ao proporcionar uma força de trabalho disponível e sujeita a desapropriação extrema do trabalho por eles gerados.
Quando a camada externa da acumulação de capital está com problemas. Ou quando se descobre um negócio novo, desenvolve-se um circuito interno novo ainda autônomo, ou com baixa apropriação externa. Ou com baixa composição orgânica de capital - o que permite elevação do percentual apropriado internamente no circuito de acumulação.Leia a sequência: Educação não é suficiente para reduzir a desigualdade. Pesquisa derruba mito.
Referências bibliográficas
- Azevedo, Marcelo. O consumidor de baixa renda: entenda a dinâmica de consumo da nova classe média. Marcelo Azevedo, Elyseu Margedan. Rio de Janeiro: Elvesier, 2009.
- Bonente, Bianca Imbiriba (2012). Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica: por um crítica negativa do desenvolvimento capitalista. Niterói: Eduff, 2016.
- DIEESE. Relações e condições de trabalho no Brasil. São Paulo: Dieese, 2007.
- Enríquez, Maria Amélia (2010). Trajetórias do desenvolvimento: da ilusão do crescimento ao imperativo da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Garamond, 2010.
- Hasenbalg, Carlos e Silva, Nelson do Valle (orgs.). Origens e destinos. Desigualdades sociais ao longo da vida. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.
- Latouche, Serge (1975). Análise econômica e materialismo histórico. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1977.
- Marini, Ruy Mauro. Ruy Mauro Marini. Vida e obra. Roberta Trapasdini, João Pedro Stedile (orgs.). São Paulo: Expressão Popular, 2005
- Morishina, Michio e Catephores, George (1978). Valor, exploração e crescimento - Marx à luz da Teoria Econômica moderna. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980.
- Neri, Marcelo Côrtes. Superação da pobreza e a nova classe média no campo. Marcelo Neri, Luisa Carvalhaes Coutinho de Melo, Samantha dos Reis Sacramento Monte. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2012.
- Paz, Pedro e Rodríguez, Octávio (1970). Modelos de crescimento econômico. Rio de Janeiro: Forum Editora, 1972.
- Piketty, Thomas (2013). O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014.
- Romero, Daniel. (org.). Marx sobre as crises econômicas do capitalismo. São Paulo: Editora Instituto José Luís e Rosa Sundermann, 2009.
- Santos, Theotonio dos. Economía Mundial. La integración latinoamericana. México DF: Plaza Janés, 2004.
- Silva, José Graziano da. Fome Zero: A experiência brasileira. José Graziano da Silva; Mauro Eduardo del Grossi; Caio Galvão de França (orgs.). Brasília: MDA, 2010.
- Thirwall, Antony Phillip (2002). A natureza do crescimento econômico: um referencial alternativo para compreender o desempenho das nações. Brasília: Ipea, 2005.
- Theodoro, Mário (org.). As políticas públicas e a desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição. Brasília: Ipea, 2008.
- Trotsky, Leon. O imperialismo e a crise da economia mundial. São Paulo: Editora Instituto José Luís e Rosa Sundermann, 2008.
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
Educação não é suficiente para reduzir a desigualdade. Pesquisa derruba mito.
Os resultados vão contra tudo que a maioria das pessoas acreditem que fosse o melhor para transferência de renda de maneira sustentável. A ciência é geralmente contra-intuitiva, e a Economia não seria difere. A redução da desigualdade poderia ser atacada de forma mais rápida caso fossem adotadas medidas contra a discriminação de gênero, raça e cor no mercado de trabalho e através de uma reforma tributária que adotasse um programa que aumentasse a progressividade dos impostos.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Por que os países socialistas do século XX viraram tiranias? Ou o porquê do Socialismo não necessariamente se transforma num sistema totalitário
domingo, 28 de outubro de 2018
As lições de Trostki à vitória de Bolsonaro
"Para que a crise social possa resultar na Revolução Proletária, é indispensável, afora outras condições, que se produza um deslocamento decisiva das classes pequeno-burguesas para o proletariado. Isso dá ao proletariado a possibilidade de se colocar como guia à testa da nação.
As últimas eleições mostram, e isto constitui o seu valor sintomático essencial, um deslocamento inverso: sob os golpes da crise, a pequeno-burguesia se inclina não para a Revolução Proletária, mas para a reação mais extremada, arrastando consigo importantes camadas do proletariado.
O acréscimo gigantesco do nacional-socialismo é expressão de dois fatos: da crise social profunda, que lança as massas pequeno-burguesias fora de seu equilíbrio, e da ausência de um partido revolucionário, que já se possa apresentar hoje, aos olhos das massas populares, como aquele que deverá ser o seu guia revolucionário. Se o Partido Comunista é um partido da esperança revolucionária, o fascismo, como movimento de massas, é então um partido de desespero contra-revolucionário. Quando a massa proletária é abrasada pela esperança revolucionária, arrasta inevitavelmente consigo, no caminho da Revolução, camadas importantes e crescentes da pequena-burguesia. Neste domínio, precisamente, as eleições oferecem uma imagem inteiramente oposta: o desespero contra-revolucionário abraçou o maciço pequeno-burguês com tal força que atraiu importantes camadas do proletariado"
Trotsky - Revolução e Contra-Revolução na Alemanha, Ed. Laemmert, p. 45.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
"A Servidão do Caminho": Como os neoliberais e os ultraliberais estão destruindo as liberdades com sua cruzada antiestatista
quarta-feira, 4 de julho de 2018
País deixa de arrecadar R$ 9 bi para subsidiar agrotóxico
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Como dotar a Agricultura Familiar Urbana do mesmo tratamento da Rural
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| Hortelão urbano num cultivo em plena encosta de um morro ocupada por um comunidade carente no Rio. (Foto: EBC) |
domingo, 17 de junho de 2018
Existe uma agricultura de resistência no Rio, mas que precisa de apoio
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Intelectualidade francesa de esquerda do pós-guerra revisitada
RESENHA | O historiador Tony Judt no livro "Passado Imperfeito. Um olhar crítico sobre a intelectuais francesa do pós-guerra" (PAST IMPERFECT: FRENCH INTELLECTUALS 1944-1956), publicado no Brasil pela Nova Fronteira em 2007, disseca a intelectualidade francesa do pós-guerra (1945-1956) - época que coincidiram a hegemonia esquerdista entre esses e sua maior influência e popularidade mundial.segunda-feira, 4 de junho de 2018
Economia é Fácil, de 21 de maio de 2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
Não convencionalidade da atividade agrária urbana e critérios para reconhecimento do Agricultor Familiar Urbano
quinta-feira, 24 de maio de 2018
Sobre as dúvidas e críticas à greve dos caminhoneiros
Almir Cezar Filho
Fui questionado nos termos que qualquer apoio a greve dos caminhoneiros autônomos seria um equívoco pois esse seria um lockout, ou baseado em uma pauta corporativa ou com lideranças ou mesmo um movimento de "direita", ou as reivindicações apresentadas beneficiaria mais as empresas do que os motoristas. Vamos lá com os fatos que negam esse raciocínio:
1- não é lockout, à medida que tanto às lideranças como especialmente as bases são dos caminhoneiros autônomos.
2- o fato das empresas de transporte de carga apoiarem, se beneficiarem ou mesmo tentarem "surfar" não determina o caráter do movimento paredista.
3- seria um equívoco se colocar contrário a uma greve de uma categoria que luta contra o aumento do custo de vida geral dos trabalhadores.
4- Se a Esquerda e as centrais sindicais não conseguem orientar uma coisa dessas pro seu lado (como não conseguiu com a luta contra a corrupção em 2015/6 e mesmo as jornadas de junho de 2013), acho que o problema é muito mais delas que dos grevistas. É uma pena que tenhamos chegado a esse ponto.
terça-feira, 22 de maio de 2018
A importância da agroecologia e agricultura urbana aos agricultores familiares do Rio de Janeiro
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Jardins fractais e ordem espontânea: Mercado x Planejamento em relações interativas
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Esquerda, classe média e pós-modernismo de Direita
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
A Agricultura do Rio de Janeiro é muito maior e importante do que se imagina
por Almir Cezar Filho
A crise atual da economia fluminense é em parte pela dependência regional à indústria e especial a indústria de extração mineral e a indústria de construção pesada que a apoia. Quando o ciclo de preços dessas commodities entrou em crise em 2015, levou junto toda a economia e ao colapso dos cofres públicos. Por outro lado, enquanto em 2017 a Agricultura puxou a retomada da economia brasileira, o RJ ficou para trás.
A fragilidade da indústria fluminense é a fragilidade da indústria de transformação, em especial de produtos alimentícios e/ou ligado a agricultura. Ao contrário que diz o senso comum, enquanto os números da Agricultura são proporcionalmente pouco significativos, os do Agronegócio são muito maiores e importantes. Porém mesmo assim são relativamente atrofiados ao tamanho de próprio público consumidor regional. Portanto, apoiar os empreendimentos familiares rurais pode ser uma tática eficiente, efetiva e eficaz para esse processo. Mas, para tal é preciso uma série de ajustes nas políticas públicas agrárias, que em geral não estão formatadas ao atendimento desse segmento do público da agricultura familiar.
sábado, 2 de dezembro de 2017
Flutuações, ciclos e tendências no sistema socioeconômico
Esses indicadores não se mantêm continuamente em mesmo patamar ao longo do tempo, oscilando, flutuando, muita vezes sob um “eixo”. Mesmo que esse eixo, essa linha tendencial, mostre ou ascensão ou queda. Isto é, num prazo mais longo apontem para uma direção, uma tendência.
sábado, 25 de novembro de 2017
Crise do RJ: a solução passa pela agricultura familiar
Mas todos aquém do seu potencial, para não falar do tipo de urbana, periurbana e particularmente intraurbana, muito comum em uma região como o RJ que a mancha urbana e metropolização avançou intensamente e que as zonas agrícolas viraram subúrbios ou alvos da especulação imobiliária. A falta de apoio e a pressão sobre agricultores acelera tanto o abandono da terra ou empobrecimento dos agricultores, como também o colapso da agroindústria local.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Mais uma vez Terra Plana: conspiracionismo e direita pós-moderna
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
28 Documentários para debater o racismo
https://www.youtube.com/watch?v=4wmraawmw38
https://www.youtube.com/watch?v=53rQggrAouI
https://www.youtube.com/watch?v=0NQz2mbaAnc
https://www.youtube.com/watch?v=y_dbLLBPXLo
https://www.youtube.com/watch?v=zJAj-wGtoko
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
'Não há onda conservadora'. População rejeita em consulta armamento da sua guarda
uma contraofensiva da ultradireita que pode ser derrotada
Moradores de Niterói votaram “não” para o uso de armas de fogo pela Guarda Municipal, no domingo 29/10, durante uma consulta pública. De acordo com a prefeitura, 13.478 pessoas foram contra a medida (70,9%) e 5.478 a favor (29,1%). Enquanto isso, 25 eleitores votaram nulo e oito optaram pelo branco.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
"Revolução Russa, é a economia, estúpido!' Vamos ao programa econômico
por Almir Cezar Filho
Nesses dias que se completam o Centenário da Revolução Russa de "Outubro" ou Vermelha chamo atenção a uma questão fundamental: o programa econômico. A tomado do poder pelos Sovietes e a criação do governo dos Comissários do Povo tinha em si e para si o receituário para grande crise econômica e política que passava a Rússia pós-czarista.quinta-feira, 9 de novembro de 2017
O fim da URSS não é o fim da marcha ao Socialismo. Nem eventualmente na própria Rússia
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Ultra-direita: é a economia, estúpido!
domingo, 15 de outubro de 2017
Violência, repressão e direitos humanos na Direita Pós-Moderna
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Neofundamentalismo religioso e o neofascismo são pós-moderno
É de senso comum, mesmo entre os mais intelectualizados, que este fundamentalismo religioso, ou mesmo o neofascismo corrente na atualidade, brotariam e seriam manifestações reacionárias, pré-modernistas, antemodernistas. Contudo, ao contrário disso, ambos partem justamente de aspirações e manifestações pós-modernistas. Violando as regras que se justamente ditariam as manifestações em parâmetros modernos. A diferença entre o fundamentalismo clássico e esses neofundamentalistas se explica na mentalidade universal que se instalou na atual etapa senil do sociedade de tipo burguesa, no Capitalismo, na Pós-modernidade.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Vivemos o começo da 4a. Revolução Industrial
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
A Nova Direita e os desafios à Esquerda
Uma boa parte da vanguarda de esquerda e das organizações desse espectro político estão "espantados" com a erupção de uma nova direita avivada e não convencional, e ainda mais extrema. Negligenciaram simplesmente que a Pós-Modernidade não ataca apenas nas suas próprias fileiras. Como também os anos de direitização, neoliberalização e capitulação a lógica da sociedade burguesa em seu próprio lado da trincheira política não produziria um fenômeno no lado oposto.
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Liberalismo, ciência e revolução: as bases da sociedade moderna
O que há em comum entre a primeira revolução industrial, o iluminismo, a consolidação do parlamentarismo inglês, independência dos EUA, o surgimento da Química e o Eletromagnetismo?
A revolução científica e intelectual e a revolução social andam juntas.
A ascensão do Liberalismo econômico e político se dá nas mesmas bases e retroalimenta às transformações econômicas e científicas.
JOHNSON, Steven. A invenção do ar: uma saga de ciência, fé, revolução e o nascimento dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2009.
domingo, 20 de agosto de 2017
A Economia e a Revolução: uma dialética explosiva
A Economia, enquanto esfera social, como dimensão social, similar a Política, a Moral, a Cultura, passa constantemente por “revoluções”, súbitas transformações, desenvolvimentos em saltos. Mas também é impactado pela revolução social geral. Pelas revoluções políticas, revoluções nos costumes, na tecnologia. Como ainda pelas revoluções na ciência. Na própria disciplina científica pertinente à economia: a Ciência Econômica, também chamada Economia (o “e” maiúsculo).
Quer dizer, a economia é influenciada pela Economia. Mas, não é apenas isso. Aí vamos ao eixo invertido.
A Economia é influenciada pela economia. A cada transformação na sociedade, nas formas de produzir, trocar, distribuir e consumir, a ciência da economia, a Economia, reage com novas formulações, novas teorias, que amparam (ou não) o desenvolvimento econômico.
sábado, 19 de agosto de 2017
Temer vence. Meirelles sobe rombo fiscal. Servidores e contribuintes pagam o pato
Pois não é? Pois não é assim com o Gooverno, com o Estado. Apesar dos economistas mercadistas tanto gostarem da parábola da família para explicar as finanças públicas não é assim que a banda toca, muito menos o jeito que eles mesmo recomendam.




















