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terça-feira, 1 de julho de 2025

🎙️ 15 Anos da ERCE: História, Desafios e a Luta pela Reestruturação dos Cargos Específicos

🎙️ Live Especial – 15 ANOS DA ERCE
Nesta transmissão histórica, vamos resgatar a trajetória de criação da Estrutura dos Cargos Específicos (ERCE), que há 15 anos reúne arquitetos, engenheiros, economistas, estatísticos e geólogos do Poder Executivo Federal.
A live traz uma reflexão sobre:
🔹 A história e as motivações que levaram à aprovação da Lei 12.277/2010.
🔹 Os desafios vividos pelos servidores na implantação da ERCE.
🔹 A luta permanente pela revalorização, atualização salarial e reestruturação da carreira.
🔹 A importância estratégica da ERCE para as políticas públicas, a infraestrutura governamental e o desenvolvimento do Brasil.
🔹 A defesa de um serviço público qualificado, autônomo e comprometido com o interesse coletivo.
Com convidados especiais e a participação do público ao vivo!

Assista aqui: https://youtube.com/live/P8pCKWyab4A

🗓️ Data: 30/06 🕗 Horário: 20h 📡 Transmissão ao vivo pela Rádio Censura Livre
✊ Participe, comente e compartilhe! Valorizar o servidor público é defender o futuro do Brasil.
#ERCE #SINAEG #ServidorPúblico #ValorizaçãoJá #Economistas #Engenheiros #Arquitetos #Estatísticos #Geólogos #ServiçoPúblico #RádioCensuraLivre

terça-feira, 9 de abril de 2024

ECONOMIA É FÁCIL | Servidores federais aumentam a pressão, enquanto Haddad corre pelo déficit zero

🎙Mais um episódio do Economia É Fácil, o seu espaço de economia e conjuntura com linguagem fácil e na lógica dos trabalhadores da @rádiocensuralivre. Apresentação e produção do economista Almir Cezar Filho.
💬 Mesa-redonda com:
🎙 Alexandro Florentino, servidor da UFF e diretor do SINTUFF.
🎙 Gelta Xavier, professora UFF e coordenação da CSP-Conlutas/RJ
💥Tema do episódio: Servidores públicos federais por todo o Brasil e por várias carreiras se mobilizam aumentando a pressão contra o governo Lula, que acusam de enrolação nas mesas de negociação. Algumas categorias já entraram em greve, como os servidores das universidade e institutos federais, e agora os da Saúde. Esses trabalhadores lutam por reajuste salarial, reestruturação de carreiras e melhoria nas condições para atendimento da população.  Enquanto isso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, corre contra o tempo para garantir o déficit zero nas contas públicas deste ano, exigida apelo Novo Marco Fiscal, para agradar o Mercado.


terça-feira, 10 de outubro de 2023

SÃO PAULO PAROU! Os trabalhadores do Metrô, CPTM e Sabesp em greve contra privatizações de Tarcísio

 🚇 Greve em São Paulo: Uma Conversa com a Liderança Sindical dos Metroviários 🎙️


Nesta emocionante live, entrevistamos Celso Borba, diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores Metroviários (FENAMETRÔ), para discutir a greve histórica que abalou São Paulo. Junte-se a nós enquanto exploramos os detalhes, motivos e consequências dessa paralisação que impactou milhões de paulistanos.




terça-feira, 12 de setembro de 2023

Podcast ECONOMIA É FÁCIL | Episódio: "Reajuste de 1% em 2024: Servidores Federais pagam pelo custo do novo Arcabouço Fiscal"

Desafios dos Servidores Públicos: Reajustes Salariais, Reforma Administrativa e a Busca por Valorização"
📻 Nesta segunda-feira 11/09 a partir das 18h mais uma edição ao vivo e inédita do programa Economia É Fácil na Web Rádio Censura Livre, tratando dos temas de economia e conjuntura mais importante dos últimos dias com linguagem fácil e na perspectiva dos trabalhadores.
🎙️Apresentação do economista Almir Cezar Filho
🎤 Convidado: Raoni Lucena, técnico-administrativo de universidade federal e liderança sindical dos servidores públicos federais
📰 Uma produção da Agência de Notícias Alternativas-ANOTA para a Rádio Censura Livre.

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Orçamento 2024: Servidores pagam pelo Arcabouço Fiscal | ECONOMIA É FÁCIL


"Desafios dos Servidores Públicos: Reajustes Salariais, Reforma Administrativa e a Busca por Valorização"
📻 Nesta segunda-feira 11/09 a partir das 18h mais uma edição ao vivo e inédita do programa Economia É Fácil na Web Rádio Censura Livre, tratando dos temas de economia e conjuntura mais importante dos últimos dias com linguagem fácil e na perspectiva dos trabalhadores. 
🎙️Apresentação do economista Almir Cezar Filho
🎤 Convidado: Raoni Lucena, técnico-administrativo de universidade federal e liderança sindical dos servidores públicos federais
📰 Uma produção da Agência de Notícias Alternativas-ANOTA para a Rádio Censura Livre.
Em uma conversa franca e esclarecedora, Raoni Lucena, diretor do Sintuff (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense) discutirá os desafios enfrentados pelos servidores públicos federais, incluindo a proposta de reajuste de 1% para 2024 apresentado pela Ministra da Gestão e Inovação Pública (MGI) Esther Dweck. O  Orçamento 2024 será o primeiro sob vigência do recém-aprovado novo Arcabouço Fiscal e a equipe econômica comandada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad visa cumprir um déficit fiscal zero, mesmo que em detrimento dos servidores. E ainda: a retomada do projeto de reforma administrativa ressuscitado pelo presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira. Também debateramos as perspectivas para a valorização das carreiras. Não perca este importante debate sobre o futuro do serviço público no Brasil.
* Como os servidores públicos federais e outras entidades sindicais estão reagindo à proposta de reajuste salarial de 1% em 2024? Quais são as principais demandas dos servidores neste momento?
* O presidente da Câmara Arthur Lira e membros da equipe econômica do governo Lula anunciaram a retomada da reforma administrativa. Como isso afeta os servidores e qual é a posição do Sintuff em relação a essa reforma?
* Um dos pontos críticos é a evasão de servidores públicos devido aos baixos salários. Como o sindicato está lidando com essa situação e quais estratégias estão sendo adotadas para reverter esse cenário?
* A ausência das mesas setoriais de negociação entre sindicatos e o governo é uma preocupação para muitos servidores Como o movimento enxerga essa questão e quais são os esforços para promover a equidade entre as carreiras do serviço público?
ACOMPANHE


📺 Live nas plataformas de vídeo (https://youtube.com/live/uHMytJfl5U8) e nas redes sociais. 

terça-feira, 9 de maio de 2023

podcast: Economia é Fácil, 08/05/2023 - 5° mês de Lula 3, Balanço do 1º de Maio e o pacote de "bondades"

 Olá Ouvintes! Começa agora o programa Economia é Fácil, a economia na sua linguagem; as notícias econômicas dos últimos dias analisadas pela ótica dos trabalhadores.

Ouça o em formato podcast em: https://open.spotify.com/episode/5Dccb4xVVi0AqSgBhZWduH?si=V89vv8z4QJKJypMK6kvwEw

Sou o economista Almir Cezar Filho. E nesta edição….

O governo Lula chega ao seu 5º mês. Em quase quatro meses de governo, Lula ficou mais tempo fora do país do que viajando por cidades brasileiras, algo que ele também prometeu fazer. No intervalo de uma e outra viagem, Lula participou do ato com centrais sindicais em Primeiro de Maio, onde listou promessas, anunciou novo salário mínimo entre outras medidas e fez novo ataque à taxa de juros. Enquanto isso, o governo sofre derrotas no Congresso apesar da distribuição de ministérios. E o bolsonarismo ataca com CPIs, mas Bolsonaro sofre com polícia e justiça em seu encalço. Já o movimento social e a esquerda se divide entre apoiar ou não o governo, com o temor de facilitar a vida da extrema direita, que assusta o mundo inteiro, inclusive em nossos vizinhos sul-americanos.

Dividindo a bancada comigo,  🎤 CYRO GARCIA, historiador, professor de Direito e dirigente partidário; nosso articulista de conjuntura nacional e internacional.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Encontro Nacional de Saúde dos Trabalhadores

A CSP-Conlutas realiza, de 8 a 10 de novembro, o 1º Encontro Nacional de Saúde dos Trabalhadores(as), na sede do Sindicato dos Petroleiros, em São José dos Campos (SP). O prazo de inscrições se encerra no hoje, dia 05 de novembro.

No Encontro, representantes sindicais e especialistas em saúde do trabalhador vão debater e votar um programa de luta voltado ao combate dessa realidade. Apesar do grande desenvolvimento tecnológico, cada vez mais trabalhadores morrem no local de trabalho ou em decorrência de doenças ocupacionais.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), por dia cinco mil pessoas morrem em todo mundo vítimas de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho. São três mortes a cada minuto. No Brasil, em 2011, foram registradas quase três mil mortes em decorrência de acidentes de trabalho.

O Encontro será um importante momento para discutir as experiências e realidades de várias categorias e construir um programa de lutas que ponha fim nos acidentes e mortes no local de trabalho e pressione os governos a acabar com reformas que atacam a saúde dos trabalhadores.

Inscrições – As inscrições deverão ser feitas até o dia 5 de novembro. Os interessados deverão pagar uma taxa no valor de R$ 20 e enviar a ficha devidamente preenchida para o e-mail setorialsaudedotrabalhador@cspconlutas.org.br

quarta-feira, 19 de junho de 2013

“ 'Novo' sindicalismo no Brasil – histórico de uma desconstrução”, uma análise necessária nesse novo momento do Brasil

Em meio a onda de mobilizações que varre o Brasil, em que os manifestantes até mesmo criticam os velhos aparatos organizativos da classe trabalhadora, é preciso analisar cientificamente como ocorreu a degeneração desses importantes instrumentos das últimas 3 décadas, como a CUT, UNE, MST, a partir de como era sua dinâmica interna. Assim, é pertinente o lançamento  do livro “Novo sindicalismo no Brasil – histórico de uma desconstrução”, de Teones Pimenta de França (editora Cortez), que busca através da análise, essencialmente, sobre as visões de algumas correntes internas à CUT nos anos 1988-2000 (Articulação, Cut Pela Base/ASS, Corrente Sindical Classista e Convergência/MTS) desconstruir a propalada crise do sindicalismo que surgiu em fins da década de setenta do século passado se autointitulando como “novo”. 

Assim, procura-se observar como esse sindicalismo transmuta-se de uma postura crítica ao capital e ao Estado em seu nascedouro para uma postura conformada diante de ambos a partir da chegada ao Brasil das recentes transformações na produção, após Collor, e da sua gradativa institucionalização à ordem vigente. Nesse retorno ao nosso passado recente conseguimos verificar a formação de certas propostas políticas que serão colocadas em prática pelo Executivo brasileiro nos últimos dez anos de governo petista.

Seguem abaixo a orelha e apresentação do livro escritas, respectivamente, pelos professores Marcelo Badaró e Ricardo Antunes.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Horas paradas por greves em 2012 é maior em mais de duas décadas

Esses números do DIEESE nos diz muita coisa, inclusive os empregadores estão menos propensos a apresentar propostas razoáveis aos trabalhadores, empurrando-os ao movimento paradista, e que os empregadores estão mais propensos à mobilização e greve. No caso do funcionalismo federal, o Governo Dilma tem sido mais duro nas negociações e as reivindicações não tem sido atendidas como as dos trabalhadores do setor privado - e só de pensar que o negociador do governo no Ministério do Planejamento é um ex-diretor do próprio DIEESE, o secretário nacional de relações do trabalho no setor público Sérgio Mendonça.

Número de horas paradas por greves em 2012 é maior em mais de duas décadas



O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) acaba de publicar o estudo “Balanço das Greves 2012”. O documento aponta que foram realizadas 837 paralisações ao longo do ano, o maior número desde 1997 e um crescimento de 58% em relação ao ano passado confirmando uma tendência de crescimento no número de  greves iniciada no ano de 2008. As greves de 2012 contaram com a participação de cerca de 1,8 milhão de trabalhadores, com média de 4.419 trabalhadores por greve.


Os dados analisados pela entidade foram extraídos do Sistema de Acompanhamento de Greves (SAG), desenvolvido e mantido pelo Dieese, que reúne informações das greves de trabalhadores realizadas no Brasil desde 1978 e conta, atualmente, com mais de 28 mil registros. As informações do SAG foram obtidas por meio de notícias veiculadas em jornais impressos ou eletrônicos da grande mídia e da imprensa sindical.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dieese sugere imposto sobre fortunas e bens supérfluos


O caderno sugere ainda desoneração da cesta básica e correção da tabela do Imposto de Renda

 O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), elaborou uma cartilha com dez propostas de revisão do sistema tributário com a intenção de "torná-lo mais justo". A publicação pede que a maior carga de impostos incida sobre quem tem mais condições de pagá-la.

Entre as propostas do Dieese estão a tributação de bens supérfluos de luxo - como bebidas alcoólicas e cigarros, alcançando itens como joias e perfumes - e a cobrança do Imposto de Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) de aeronaves e embarcações, já que, segundo o Dieese, "quem é dono de um iate ou de um jatinho, nada recolhe".

Outro ponto pedido pelo Dieese é a criação de um imposto sobre grandes fortunas, dando o exemplo da França, onde famílias com patrimônio líquido acima de 790 mil euros pagam este tipo de imposto. O departamento ainda afirma que "no Brasil, há dispositivos seguros para se determinar o conceito de 'grande fortuna' e quem nele se insere".

A cartilha ainda pede o aperfeiçoamento do sistema de tributação como a correção da tabela do Imposto de Renda de forma a melhorar sua progressividade, já que "o peso maior dos tributos recai sobre o assalariado de menor renda", e também o aumento dos impostos sobre propriedades da terra. O caderno sugere também a desoneração permanentemente da cesta básica.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

CSP-Conlutas impulsiona campanha contra flexibilização da CLT


Acordo Coletivo Especial (ACE), proposto pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, retoma proposta de FHC e pretende impor o "negociado sobre o legislado"


DA REDAÇÃO | opinião socialista


• Se o governo e as grandes multinacionais acham que, utilizando o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC como testa de ferro, conseguiriam reduzir a resistência à flexibilização trabalhista, estão muito enganados. A CSP-Conlutas impulsiona, aglutinando setores contrários à medida, como correntes internas da própria CUT, uma campanha contra o projeto, que nada mais é que a retomada da proposta de FHC de flexibilizar as leis trabalhistas e fazer com que os acordos coletivos sobreponham a legislação.

O chamado Acordo Coletivo Especial, o ACE, foi apresentado ao Congresso Nacional pelo tradicional sindicato ligado à CUT e conta com o apoio de empresas como as grandes multinacionais do setor automobilístico, a exemplo da Volkswagen. Propõem “modernizar” as relações entre capital e trabalho e refazem todo o discurso utilizado pela patronal na década de 1990 para atacar direitos. Com a diferença que, naquela época, esse discurso era feito pelas empresas.


"O fato de estar escrito 'especial' no nome dá a impressão que isso é uma coisa boa para os trabalhadores, o que não é verdade", opina Josemilton Costa, Secretário-Geral da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), entidade ligada à CUT. O dirigente participou como convidado do primeiro dia da reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizado entre os dias 26, 27 e 28 de outubro, em São Paulo. A batalha contra o projeto foi um dos principais temas tratados na reunião. "O que nos deixa estarrecidos é que essa reforma vem de um sindicato, cuja função é a de justamente defender os direitos dos trabalhadores", indigna-se. Josemilton afirmou que a maioria da direção da Confederação já se declarou contra o ACE. "Precisamos organizar todos os setores que estão contra esse ataque", defende.

A necessidade da unificação para organizar a resistência contra o ACE mostra-se ainda mais premente devido aos sinais de aprofundamento da crise internacional e os cortes sociais na Europa. "Essa crise traz a necessidade de se reduzir os custos do trabalho é, em certa medida, reflexo do que acontece hoje em países como Grécia e Espanha", analisou Rogério Marzola, dirigente da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil), que fez questão de lembrar, porém, que a medida em si não tem nada de novo."Apenas retoma a proposta da década de 1990, do governo FHC", relembra.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Servidores federais lançarão campanha pela anulação da reforma da previdência aprovada sob compra de votos



O julgamento dos envolvidos no chamado Mensalão trouxe novamente um tema de interesse público na política brasileira: as práticas vergonhosas de corrupção em torno da compra de votos de parlamentares para aprovação no Congresso Nacional de projetos de interesse do governo e de empresários. Uma verdadeira teia de práticas ilícitas com o dinheiro do povo brasileiro.


O ministro Celso de Mello do STF (Supremo Tribunal Federal) afirmou em suas considerações de votos que os atos parlamentares contaminados pela corrupção do Mensalão são passíveis de anulação.


Se refrescarmos a memória, lembrarmos que em 2003, apesar da resistência dos trabalhadores diante dos ataques do governo acerca das aposentadorias, houve muita negociata para a aprovação da reforma da previdência. Para ser aprovada, a proposta precisava de 308 votos na Câmara. Obteve 357 votos no primeiro turno e 358 no segundo.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Greve do IBGE no Rio impede divulgação da taxa de desemprego


Greve dos servidores, que acontece há cerca de um mês, não permitiu a divulgação da taxa nacional. Pesquisa será divulgada de maneira completa "em data ainda não definida"
Agência Brasil
A greve dos servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Rio de Janeiro impediu a divulgação da taxa nacional de desemprego de junho, prevista para esta quinta-feira. Sem os dados do Rio de Janeiro, o instituto informou apenas as taxas das demais regiões metropolitanas incluídas na Pesquisa Mensal de Emprego.

Em Belo Horizonte, a taxa caiu de 5,1% em maio para 4,5% junho. Em Porto Alegre, de 4,5% para 4%. Em Salvador, de 8% para 7,9%. No Recife, subiu de 5,9% para 6,3% e, em São Paulo, de 6,2% para 6,5%.

O IBGE informou que, embora os resultados de desocupação da região (segunda mais importante do estudo depois de São Paulo) tenham sido coletados, não houve profissionais para analisá-los. A pesquisa será divulgada de maneira completa “em data ainda não definida”.

Os servidores do IBGE no Rio entraram em greve há cerca de um mês e não há previsão de término da paralisação, o que pode prejudicar futuras divulgações de pesquisas realizadas pelo órgão.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

GM reabre fábrica, mas a ameaça de demissões em massa continua

GM reabre fábrica, mas a ameaça de demissões em massa continua

Após locaute, multinacional reabre fábrica em São José dos Campos (SP), mas continua ameaçando demitir 1500 operários


DA REDAÇÃO - Jornal Opinião Socialista


Assembleia de metalúrgicos em São José dos Campos (SP)

• Após ter fechado a fábrica de São José dos Campos (SP) nesse dia 24 de julho, a General Motors retomou a produção nesse dia 25. A ameaça de demissão dos 1500 trabalhadores do setor do MVA (Montagem de Veículos Automotores), porém, continua.

Havia dúvidas se a montadora utilizaria o locaute (paralisação patronal) para já encerrar as atividades e demitir os operários ou se era apenas uma manobra para dificultar a mobilização dos trabalhadores, já que um ato contra as demissões estava programado para o dia. A ampla e negativa repercussão do fechamento da unidade pela própria empresa, porém, pode ter pesado na decisão pela reabertura. O locaute é proibido por lei no Brasil.

Mobilização
Nos dias anteriores ao locaute, corria a informação no interior da fábrica de que a multinacional norte-americana realizaria as demissões em massa por telegrama até o próximo final de semana, aumentando ainda mais o clima de apreensão dos funcionários. Na madrugada do dia 24, a empresa dispensou os funcionários antes mesmo do final do turno. Após a saída dos empregados, trancou os portões e reforçou a segurança, que contou com viaturas da Polícia Militar.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Dependência e desemprego: as recentes demissões na GM de S. José dos Campos

Dependente
Fatos & Comentários, Jornal Monitor Mercantil, 16/07/2012

A General Motors está optando por importar do México, do Mercosul e até da Coréia carros que poderiam ser fabricados no Brasil, afirma o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, onde começou nesta segunda-feira greve contra demissões. A afirmação do sindicato ilustra o modelo de desenvolvimento brasileiro, especialmente no setor automobilístico. 

Apesar de caminhar para ser o terceiro maior mercado de automóveis do mundo, o Brasil não tem uma única marca nacional, deixando a produção ao sabor das decisões tomadas pelas multinacionais em suas matrizes.

sábado, 2 de junho de 2012

A luta pelo serviço público da área agrária interessa a todos os brasileiros


A luta pelo serviço público da área agrária interessa a todos os brasileiros

Servidores do Incra e MDA paralisam novamente dia 28 de maio e exigem melhoria salarial e ampliação imediata do número de servidores



Opinião Socialista |  25/5/2012 
ALMIR CEZAR, DE BRASÍLIA (DF)

• O dia 28 de maio será marcado pela quarta paralisação conjunta convocada pela Cnasi (Confederação Nacional das Associações dos Servidores do Incra), Assinagro (Associação Nacional dos Agronômos do Incra) e Assemda (Associação Nacional dos Servidores do MDA). Em todos os escritórios do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) os servidores dos dois órgãos vêm realizando protestos e chamando a população a apoiar sua luta em defesa de melhorias no serviço público da área agrária.

Melhorar o serviço público da área de políticas agrárias melhora também a vida de todos os brasileiros. Embora 70% dos alimentos venham de pequenos produtores, 80% das terras estão nas mãos dos latifundiários e do agronegócio. E, embora a metade dos pobres viva no campo, este abriga apenas 20% da população. Cerca de 80% dos homicídios no campo envolvem conflitos de terra e 70% dos libertos de trabalho escravo são de lavradores pobres. Se os servidores do Incra e MDA não fazem mais e melhor, é porque faltam recursos e servidores.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Servidores da área agrária fazem nova paralisação em defesa da reforma agrária


Os servidores públicos federais da área agrária, agregando o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), estão em campanha e realizaram uma paralisação hoje, dia 21 de maio. Os dois órgãos, enormemente criticados pela mídia e movimentos sociais do campo devido ineficiência, episódios de corrupção e não cumprimento de metas, sofrem com descaso de sucessivos governos - curiosamente agravado nos governos Lula e Dilma,  que contrariando sua base eleitoral, optaram pelo agronegócio -, que abandonaram as políticas públicas de reforma agrária e apoio à agricultura familiar. Ano após ano, reduzem recursos orçamentários, não realizam concursos e mantêm os salários dos servidores entre os menores do Governo Federal. A crise é tamanha, que se nada for mudado, provavelmente ambos os órgãos acabaram por se tornarem inviáveis em seu funcionamento.

Esta paralisação é 4a em menos de um mês, novamente organizada pelas três entidades representativas presentes nos dois órgãos, a Assinagro (Associação Nacional dos Agronômos do Incra), Assemda (Associação Nacional dos Servidores do MDA) e Cnasi (Confederação Nacional das Associações dos Servidores do Incra), e é parte da campanha salarial unificada 2012 dos servidores federais dos três poderes, organizada por 28 confederações, federais e sindicatos nacionais, entre elas a Condsef e a Cnesf, e presentes 3 centrais sindicais, a CTB, CUT e CSP-Conlutas. Os servidores do MDA e Incra conseguiram apoio de deputados e senadores e dos movimentos sociais do campo e realizaram reuniões com o Ministro do MDA, Pepe Vargas, e com o secretário de relação do trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça. Mas ainda não obtiveram resposta concreta sobre sua pauta, centrada em equalização salarial com os servidores da área agrícola e concursos públicos urgentes. Sua luta é a luta em defesa da reforma e do desenvolvimento agrário no Brasil.

Veja o panfleto convocando as atividades de hoje e explica o motivo de sua luta:

Todos do MDA e Incra parados dia 21 de maio!

Melhorar o serviço público da área agrária melhora também a vida de todos os brasileiros. Embora 70% dos alimentos venham de pequenos produtores, 80% das terras estão nas mãos dos latifundiários e do agronegócio. E, embora a metade dos pobres viva no campo, este abriga apenas 20% da população.

Os governos cada vez mais investem menos e não valorizam os trabalhadores do Serviço Público Federal. O orçamento para pagar os servidores é o menor dos últimos 17 anos, se comparado ao que a União arrecada (4,13% do PIB). Ao contrário do que a mídia diz, o Brasil tem um dos menores índices de servidores por habitante. Se não fazemos mais e melhor é porque faltam recursos e servidores.

Nos órgãos da área agrária a evasão de servidores é grande, são baixíssimos os salários (um dos piores do serviço público federal). O Incra tem hoje metade dos servidores que há 20 anos, sendo que em 2 anos mais da metade se aposentará. E o MDA nunca foi estruturado - além de poucos servidores, conta com menos de 1/5 do quadro próprio, sendo que quase 40% já saíram após 2,5 anos do único concurso. 

O dia 21 de maio é a 3ª paralisação conjunta convocada pela Cnasi, Assinagro e AsseMDA. Lutamos para sermos valorizados. Lutamos pela agricultura familiar, reforma agrária, regularização fundiária e desenvolvimento rural sustentável. Vamos cobrar do Ministro Pepe Vargas resposta às nossas demandas apresentadas há mais de um mês. Queremos que este defenda ao MPOG uma nova tabela salarial e ampliação no número de servidores.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Congresso da CSP-Conlutas avança em alternativa independente de luta e organização



Congresso reuniu 2.300 delegados de 26 estados e do DF e marca a aproximação de importantes entidades nacionais à central, que vai se consolidando como alternativa contra o sindicalismo governista



Jornal Opinião Socialista - DIRETO DE SUMARÉ (SP)



• O tempo podia estar chuvoso e frio do lado fora, prenúncio do inverno, mas no interior do auditório da Estância Árvore da Vida, em Sumaré (SP), o clima era de muita alegria. O I Congresso da CSP-Conlutas foi encerrado com a certeza de que um importante passo foi dado na consolidação de uma alternativa de luta para o movimento sindical, social e popular no país.

O congresso reuniu quase 2.300 pessoas, sendo 1.809 delegados eleitos em assembleias de base, representando 114 sindicatos , 2 associações de classe, 118 oposições sindicais e minorias de diretorias sindicais, 1 movimento de luta pela terra (MTL), e, representando um grande salto em relação ao congresso de fundação, 11 movimentos populares urbanos. Além disso, houve a presença de 4 movimentos de luta contra as opressões e 1 entidade nacional dos estudantes, a ANEL. 

“Tivemos representantes de quase todos os estados da Federação, com a exceção de Rondônia, fica aí o compromisso para o próximo congresso”, afirmou Sebastião Carlos, o Cacau, da Secretaria Nacional Executiva da CSP-Conlutas. 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

1o Congresso da CSP-Conlutas




CSP-Conlutas já é parte da tradição do movimento sindical e popular do país
 

O I Congresso da CSP-Conlutas vai ser a síntese de quase oito anos de uma nova experiência de organização da classe trabalhadora

Jornal Opinião Socialista - Da redação







Detalhe do Conat, em 2006

• Onze de dezembro de 2003. No primeiro ano do mandato do primeiro operário eleito presidente no país, a reforma da Previdência contra os servidores públicos é finalmente aprovado em segundo turno no Senado, apesar dos contundentes protestos da categoria. Uma vez no governo, Lula fazia o que sempre criticava, como ajuste fiscal e acordo com o FMI. E pior, com a ajuda da Central Única dos Trabalhadores, a CUT.

A CUT, construída no calor do ascenso operário do final da década de 1970 e início dos 1980, deixava de ser um instrumento de luta e organização da classe trabalhadora para se tornar mera correia de transmissão do governo no movimento de massas. A nomeação do ex-presidente da entidade Luiz Marinho para o Ministério do Trabalho, em 2005, deixou ainda mais clara essa relação. A posse do governo do PT marcava assim o início de um processo de uma nova reorganização no movimento sindical do país.


Sindicatos e ativistas combativos começavam a olhar com ceticismo a CUT e iniciava-se um movimento de dispersão. Frente a esse processo objetivo, tornava-se necessário impedir a desagregação dessas forças e preparar os trabalhadores para novas batalhas. As reformas Sindical e Trabalhista estavam na pauta do governo e eram exigidas pelo conjunto da burguesia.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Servidores Federais farão paralisação nacional em todo o serviço público no dia 25 de abril


O movimento paredista é uma resposta, e advertência, ao governo pelo descaso em relação à pauta de reivindicações da categoria e o protesto contra as privatizações no setor público federal



Paulo Barela, da Executiva Nacional da CSP-Conlutas

 

Jornal Opinião Socialista
  Ag Brasil
 
    Protesto dos servidores em Brasília, dia 28 de março

• O governo Lula aprovou no ano passado a privatização dos Hospitais Universitários, criando a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e, neste ano, o governo de Dilma Rousseff também conseguiu aprovar a privatização da previdência do servidor público, acabando com a integralidade e criando o FUNPRESP, que nada mais é do que um fundo complementar de previdência privado, ao qual o servidor vai ter que recorrer para complementar seu salário após a aposentadoria.

Não bastassem esses ataques, desde 2008 não há recomposição nos salários, e mesmos os acordos firmados com algumas categorias no ano passado, ainda não foram aprovados no Congresso Nacional. Ou seja, com os governos petistas é assim: chumbo grosso para cima dos servidores federais; congelamento dos salários, privatização na saúde e previdência e retirada de direitos!