Curso de estratégia de comercialização para pescadores artesanais, agricultores familiares e empreendedores da economia solidária.
"Estratégia de comercialização" - 4ª e última vídeo-aula ministrada para um projeto de Capacitação e Qualificação Profissional de Comunidades Pesqueiras em Turismo de Base Comunitária e Cidadania na Baía de Guanabara.
Nesta parte como não tomar prejuízo: a explicação sobre como calcular o custo de produção e a rentabilidade.
Curso de estratégia de comercialização para pescadores artesanais, agricultores familiares e empreendedores da economia solidária. "Estratégia de comercialização" - 3ª parte de uma vídeo-aula ministrada para um projeto de Capacitação e Qualificação Profissional de Comunidades Pesqueiras em Turismo de Base Comunitária e Cidadania na Baía de Guanabara.
Nesta parte, como vender pescado para o governo ("compras institucionais"), seja para alimentação de escolas, hospitais, montagem de cestas básicas, etc. - um canal de escoamento permanente. Explica também sobre beneficiamento e processamento de pescado e sobre selo de inspeção sanitária. E quanto custa e quanto o pescador lucrará após essas etapa.
Estratégia de comercialização para pescadores artesanais, agricultores familiares e empreendedores da economia solidária
"Estratégia de comercialização" - 2ª parte de uma vídeo-aula ministrada para um projeto de Capacitação e Qualificação Profissional de Comunidades Pesqueiras em Turismo de Base Comunitária e Cidadania na Baía de Guanabara.
Nesta parte apresentamos a comercialização em si do pescadores, as várias modalidades, em destaque aquelas que se relacionam com o turismo local, mas não só, superando os atravessadores.
Nesta segunda-feira 15/08 ao vivo às 18h | Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem e as principais notícias dos últimos dias analisadas na ótica dos trabalhadores. Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados. 🎙️Convidado: ANTÔNIO OSCAR, da Rede de Informação e Pesquisa em Resíduos RIPER -NIDES/UFRJ e militante do Fórum de Economia Solidária de Niterói;
📢 Tema da semana: Economia solidária como estratégia de desenvolvimento econômico. A economia solidária se configura como uma resposta dos próprios trabalhadores às transformações atuais do mundo do trabalho. Iniciativas caracterizadas como organizações econômicas (organizações coletivas, organizadas sob a forma de autogestão que realizam atividades de produção de bens e de serviços, crédito e finanças solidárias, trocas, comércio e consumo solidário) e organizações solidárias (empresas de autogestão, associações, cooperativas e grupos informais de pequenos produtores ou prestadores de serviços, individuais e familiares, que realizam em comum a compra de seus insumos, a comercialização de seus produtos ou o processamento dos mesmos). A economia solidária seria então a experimentação de outra economia enquanto movimento de sociedade civil organizada, por um lado, e o fomento a esse “modelo” alternativo de socioeconomia como política governamental, por outro. Mas quais os problemas por que passa hoje a ecosol? Como ficaram nos últimos anos as políticas públicas de fomento à ecosol? Como o movimento encara a corrida eleitoral 2022? Quais reivindicações foram apontadas pela 6ª Plenária do Fórum Brasileiro de Economia Solidária?
Nesta segunda-feira 15/08 ao vivo às 18h | 📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil pelas plataformas web da Rádio Censura Livre. A economia na sua linguagem e as principais notícias dos últimos dias analisadas na ótica dos trabalhadores. Com o economista Almir Cezar Filho e seus convidados. 🎙️Convidado: Antônio Oscar - pesquisador do Núcleo de Solidariedade Técnica, da UFRJ e militante do Fórum de Economia Solidária de Niterói. 📢 Tema da semana: Economia solidária como estratégia de desenvolvimento econômico.
Economia solidária como estratégia de desenvolvimento econômico. A economia solidária se configura como uma resposta dos próprios trabalhadores às transformações atuais do mundo do trabalho. Iniciativas caracterizadas como organizações econômicas (organizações coletivas, organizadas sob a forma de autogestão que realizam atividades de produção de bens e de serviços, crédito e finanças solidárias, trocas, comércio e consumo solidário) e organizações solidárias (empresas de autogestão, associações, cooperativas e grupos informais de pequenos produtores ou prestadores de serviços, individuais e familiares, que realizam em comum a compra de seus insumos, a comercialização de seus produtos ou o processamento dos mesmos). A economia solidária seria então a experimentação de outra economia enquanto movimento de sociedade civil organizada, por um lado, e o fomento a esse “modelo” alternativo de socioeconomia como política governamental, por outro. Mas quais os problemas por que passa hoje a ecosol? Como ficaram nos últimos anos as políticas públicas de fomento à ecosol? Como o movimento encara a corrida eleitoral 2022? Quais reivindicações foram apontadas pela 6ª Plenária do Fórum Brasileiro de Economia Solidária?
🗣️A Economia Solidária na Constituição... O trabalho por conta própria cresce, mas desaba à renda. O Senado aprovou PEC que inclui a economia solidária na Constituição. O que muda? O que o movimento acha do projeto? A ecosol é uma alternativa ao trabalhador brasileiro? 🎙️Com Celecina Rodrigues, vice-presid. Conselho de EcoSol de Niterói/Rj 🎙️Apresentação: Almir Cezar Filho.
O que muda com a PEC da EcoSol aprovada no Senado? É uma alternativa ao desemprego e queda na renda?
📻 Mais uma edição do programa Economia É Fácil nesta segunda-feira 16/05 às 20h ao vivo nas plataformas da web Rádio Censura Livre. Apresentação: 🎙️ Almir Cezar Filho, economista e comunicador popular Convidadas: 🎤 Celecina Rodriges, vice-presidente do Conselho Municipal de Economia Solidária de Niterói/RJ
Nesta segunda-feira (21/03) às 20h, nova edição do programa Economia É Fácil, na web Rádio Censura Livre, pelo site e em outras plataformas, com apresentação do economista Almir Cezar Filho. Tema da semana: No Mês do Dia Internacional da Mulher (8 de Março) o programa vai debater a importância da economia solidária (EcoSol) na conjuntura internacional e nacional atual pós-pandemia de covid-19 e de guerra Ucrânia x Rússia, com repercussão no economia mundial, e como a auto-organização econômica das mulheres trabalhadoras pode ser expressa pela EcoSol, e o caso do movimento de EcoSol em Niterói e RJ. 🎙️ Participação: Celecina Rodrigues dos Santos, vice-presidente do Conselho Estadual de Economia Solidária do Rio de Janeiro (CEES-RJ), co-fundadora dos Fóruns Estadual de EcoSol (FEES/FCP-RJ) e do de Niterói/RJ (FES-Nit), e empreendedora em ecosol em Niterói.
Na segunda-feira 14/12 começou 1ª Semana Estadual de Economia Solidária do Rio de Janeiro, promovido pela Coordenação de Economia Solidária (CEES) da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro (SETRAB/RJ. Na sua primeira mesa-redonda "A importância da economia solidária para o desenvolvimento econômico e social do Estado do Rio de Janeiro", o economista Almir Cezar Filho, mestre em Economia e servidor do Ministério da Agricultura, explicou a conexão da agricultura familiar com a economia solidária e como ambas são fundamentais para um novo padrão de desenvolvimento econômico e social, menos desigual e instável, apontando inclusive o potencial caso haja mais auto-organização e investimentos públicos. Também participaram da mesa-redonda a coordenadora da SETRAB/RJ Angélica Hullen e o pesquisador do IPEA Sandro Silva, com a mediação da ativista do Fórum de Economia Solidária (FES) Sonia Latge.
A economia de rede; a inteligência de rede. Uma colmeia tem inteligência similar a cérebro humano.
Um organismo é uma rede complexa de indivíduos. Um órgão biológico é uma rede de tecidos biológicos, que por sua vez, são uma rede de células biológicas.
As trocas econômicas não são mercado. Mercado não é capitalismo.
Nem toda troca é mercado; nem todo mercado é capitalismo.
Capitalismo é quando existe mercado de fatores de produção, a começar pelo de recursos naturais.
Mercado é uma etapa da rede de valores, com interações de troca. Mas há uma ideologia que faz crê na existência do mercado.
A rede dispensa um organismo central de didaque e as interações de rede induzem ao observador a crer que o mercado é que está gerando ordem espontânea.
Não existe mercado sem relações sociais extraeconômicas.
O mercado não é natural; implica instituições e ideologias e desigualdade hierárquica e exploração.
Mercado implica, ao contrário do escambo, a necessidade de planejamento, e não apenas dos trocadores, mas também coletivo, seja de grupos (setoriais, de cadeia, espaciais) ou global (pelo Estado). Planejamento é antecipação, não didaque.
No programa ECONOMIA É FÁCIL desta quinta-feira (30/07), às 20 horas, o economista Almir Cezar Filho e seus convidados comentam com os ouvintes da WebRadio Censura Livre o tema econômico da semana.
No dia 25 de julho comemora-se o Dia Internacional da Agricultura Familiar e o dia 28/07 é dia do Agricultor. Qual o papel da Agricultura Familiar na recuperação econômica pós pandemia? Como organizar economicamente os agricultores familiares? Como se proteger a Agricultura Familiar no contexto de predomínio do Agronegócio brasileiro? É possível desenvolver relações econômicas diferentes?
Participação especial: Angélica Hullen, coordenadora estadual de economia solidária do RJ; e Bael Peixoto, presidente da CONFETRAF.
http://candidoneto.blogspot.com.br/ Apoiando-se no método marxista, Henrique Wellen analisou a função social da “economia solidária” nas suas relações com as determinações do capitalismo brasileiro atual. Além de expor seus principais pressupostos teóricos e metodológicos, o autor pesquisou diversos tipos de empreendimentos a partir de suas conexões com outros projetos sociais atualmente relevantes, como o “terceiro setor”.
Foram examinadas as condições de trabalho dentro dessas organizações, assim como suas relações com o mercado capitalista e, no que concerne à transformação social, Wellen demonstrou que a “economia solidária” representa um retrocesso na luta dos trabalhadores contra os imperativos do capital. Além de contribuir para o debate sobre esse projeto social, "Para a Crítica da Economia Solidária" conduz a uma importante reflexão na luta coletiva pela construção de uma sociedade emancipada.
O livro de Henrique Wellen acaba de ser lançado pela editora Outras Expressões e pode ser comprado AQUI ao valor de R$ 20,00 mais os custos de frete.
“A Agroindústria Canavieira e a Crise Econômica Mundial” traz informações sobreas tendências mais recentes na produção de etanol no Brasil e sua relação com a criseeconômica mundial. É destacado o papel docapital financeiro, entrelaçado com a expansãoterritorial do agronegócio, e seus impactos nasrelações de trabalho e nas disputas por terras indígenas e camponesas.
“Observa-se no campo brasileiro a permanência de um processo de expansão de monocultivospara a produção de agrocombustíveis,principalmente do etanol gerado a partir dacana-de-açúcar – tido como a principal fonteagroenergética brasileira, considerando ovolume de produção, o total de área ocupadapela lavoura canavieira, bem como a massade investimentos aplicados na ampliação doparque fabril sucroenergético”. A publicação da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos pode ser baixada e lida AQUI.